2012: o ano em que tudo pode parar, tempestades solares
2012: o ano em que tudo pode parar
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro de 1859, estupendas auroras boreais puderam ser vistas no céu em vários pontos do planeta. O belo espetáculo de luzes esverdeadas foi documentado nos EUA, em partes da Europa, Japão, Austrália. E o telégrafo deixou de funcionar em vários desses lugares.
Era uma tempestade solar – a maior já documentada. Foi quando se descobriu que elas podem ser belíssimas e que comprometem os sistemas elétricos. Há uma nova tempestade destas começando no Sol. Ela deverá chegar ao seu ápice em 2012, quando veremos auroras boreais bem abaixo da Noruega e muito de nosso equipamento poderá deixar de funcionar.

Tempestade solar intensifica Aurora Boreal
Em março de 1989, quando houve a última tempestade solar intensa, os mais afetados foram os canadenses da região de Québec. A rede elétrica foi a pico e entrou em colapso. O blecaute durou nove horas e deixou sem energia mais de 6 milhões de pessoas. Na Bolsa de Valores de Toronto, quatro discos rígidos de computador pararam de funcionar um após o outro. O pregão congelou – nem o backup continuava de pé – enquanto a equipe de suporte técnico tentava em vão localizar o causador do mistério. Mais de 6 mil satélites saíram de suas órbitas.
Em 2012, pois é. O primeiro a ser afetado será o sistema de GPS. Atravessar o Oceano Atlântico de veleiro, naquele ano, não será uma boa idéia. (A não ser que alguém na tripulação saiba ler um astrolábio. A tecnologia do século 15 funcionará.) Principalmente no hemisfério norte, é bem possível que a rede elétrica pare de funcionar aqui e ali.
Esta será a primeira tempestade solar intensa que viveremos em plena era da internet, das redes sem fio WiFi, do GPS de uso vasto. Somos totalmente eletrônicos, digitais. Mas, diferentemente da tecnologia do século 15, a do século 21 é susceptível aos humores da estrela mais próxima. HDs vão deixar de funcionar de uma hora para a outra sem que seus donos compreendam o motivo.
A tempestade começa na superfície do Sol, com um vento solar. É um vento rápido, forte, carregado de prótons e elétrons que são lançados no espaço. A carga afeta os vários planetas do Sistema Solar de forma diferente. O campo eletromagnético da Terra nos protege na maioria das vezes da radiação – mas, nos picos da tempestade, não há jeito que nos salve. Ela vem.
O primeiro resultado é o aquecimento da atmosfera. O ar esquenta, a atmosfera se dilata e abocanha um naco que antes pertencia ao espaço. O resultado prático é que satélites de órbita baixa, repentinamente, não estão mais em órbita e sim na atmosfera. Se bobear, alguns caem.
A radiação de prótons e íons que entram no planeta afetam microchips. Eles param de funcionar. Sim, existem chips resistentes a este tipo de radiação – fundamentais para satélites ou naves espaciais. Mas aqueles encontrados dentro de nossos computadores não são assim.
Outra conseqüência da tempestade solar é que ela induz corrente – sim, surge energia elétrica do nada. Em Québec, o que ocorreu foi isso. Ao encontrar as linhas elétricas, os elétrons se concentraram ali. Deu sobrecarga, o sistema parou. Naquela primeira vez em que uma tempestade assim foi documentada, em 1859, enquanto vários telégrafos paravam de funcionar, ao menos dois operadores descobriram, estupefatos, que podiam continuar sua conversa normalmente mesmo após desligarem suas baterias. A linha estava eletrificada.
Há uma saída, claro: é fazer como Jocelyn Auricchio, especialista em games cá do Link. Ele está construindo uma casa. Nas paredes externas, pôs fios que nascem do telhado e escorregam até o chão, enterrando-se metros abaixo da superfície. É uma Gaiola de Faraday. Serve para desviar a eletricidade estática e proteger seu interior.
Não custa dizer que a idéia é simples, eficiente, mas é bom contratar um engenheiro para desenhá-la. No mais, em 2012 as auroras no céu estarão lindas.*
pedro.doria@grupoestado.com.br










O AVISO DE DEUS:
Para não apanhar a humanidade de surpresa, antes do Castigo haverá um aviso. “É um ato de misericórdia de Deus – explica Nossa Senhora. Por causa dele, muitos se converterão e levarão à conversão”.
No que consistirá o Aviso podemos deduzir das dezenas de referências encontradas na mensagens:
“Sobre vós virá um Aviso tão intenso que cada homem, mulher ou criança se sentirá queimar por dentro, mas, na verdade, o seu corpo não queimará. É apenas um aviso… O homem sentirá que as próprias potências dos elementos sacudirão os fundamentos de seu ser. O choque produzido será tamanho que ninguém duvidará de que foi mandado por Deus. Alguns morrerão de susto. Não falo isto para espalhar o medo, mas para prevenir sobre o que está por acontecer.
Em 21/04/1973, Verônica no êxtase descreveu assim o Aviso:
“É como se tudo estivesse explodindo no ar… Muito calor! Sente-se como uma queimadura. Agora o céu está branquíssimo, enquanto o sol é uma enorme ciranda multicolorida. É como uma enorme explosão. Cada alma ouve uma voz, uma voz vinda de dentro. É o aviso final, antes do grande Castigo”.
Em 30 de maio do mesmo ano, nova descrição:
“Eu vi o grande Aviso… Será uma gigantesca explosão no céu. Muitos acreditarão que chegou o fim do mundo. Por um breve tempo, você se sentirá como se estivesse em brasa. Se alguém morrer neste cataclisma, será de medo, porque não será algo físico. Será como uma explosão cósmica, mas que você sentirá apenas internamente. A graça do Pai fará então cada pessoa conhecer o que se passa com ela. Ou seja, o que fez para cair assim na mãos de Lúcifer”.
Na mensagem de 12 de junho de 1976, a Virgem volta a falar nessa “explosão interior”:
“Haverá uma tremenda explosão, e o céu se desdobrará como um rolo. Essa força virá dos corações. A humanidade compreenderá o que significou ofender a Deus. Contudo, será de pouca duração”.
E dá uns conselhos práticos:
“Como depois do dia vem a noite, assim acontecerá com o Aviso. Tomai cuidado quando levantar o sol! Evitai olhar para o céu. O flash! Fechai as janelas e permanecei em casa. Não vos arrisqueis a sair para fora da porta, porque não voltareis. Rezai! Prostrai-vos por terra! Orai de mãos postas, suplicando a misericórdia do Pai”.
Como o Céu nos previne, haverá mortos por causa do medo. Também ocorrerá um incidente mundial que, por sua magnitude, paralisará todas as forças. Os que forem apanhados de surpresa se sentirão como se fosse o fim do mundo. Ou como se uma bomba atômica fosse detonada.
Será um dia de ajuste de contas, em que cada um ouvirá a voz de Deus falando em seu interior. O flash cósmico e outros fenômenos observáveis serão elementos acessórios. A verdadeira essência do Aviso será sobrenatural.
Toda pessoa que estiver na idade da razão verá exatamente como ofendeu a Deus em sua vida. Será como se fôssemos julgados naquele momento. Cada um terá assim uma antevisão de como será após a morte. Os que estiverem sem a graça de Deus experimentarão dor e desespero, pela sensação de serem banidos para sempre da face de Deus.
Em contrapartida, “os que estiverem em estado de graça nada terão a temer. Por isso, deveis limpar vossas almas de todo pecado mortal ou venial”, pois qualquer resíduo de pecado será motivo de dor. Para isto, nada melhor do que uma confissão geral, a freqüência, se possível, diária à Eucaristia, a recitação cotidiana do terço, o uso do escapulário ou da medalha de Nossa Senhora. Também se aconselha a fixar uma cruz na parte externa da porta. Essas casas – explicou Jesus – “estarão sob a proteção de Deus, por causa do anjo da morte, que passará inevitavelmente”. Desses todos “o Eterno Pai será seu escudo. Ele vos guiará, filhos, através dessas águas turbulentas”.
Por fim a Virgem apela para a nossa responsabilidade como apóstolos dos últimos tempos:
“A quem muito foi dado, muito será cobrado. Não podeis ficar sentados, sorrindo, sem considerar o que se passa ao vosso lado. Deveis trabalhar no mundo, sem vos retirardes dele. Ninguém pode ficar satisfeito apenas com sua própria salvação” (27/09/1996).
O texto acima foi extraido do livro: “A Profetiza dos Tempos Finais”, de Olivo Cesca.