ELEIÇÃO INVÁLIDA: A eleição de Jorge Bergóglio ( Papa Francisco ) foi fruto de reuniões secretas de alguns cardeais e bispos – cardeal disse que fazia parte de um clube secreto de cardeais que se opõem ao Papa Bento XVI.

Published on setembro 28, 2015 by   ·   No Comments
ALTA TRAIÇÃOSegue um artigo, traduzido pelo google da linha inglesa conforme a fonte abaixo, dado conta da alta traição cometida por determinados cardeais, contra o mandato de sua santidade, numa conspiração diabólica que fere os documento da Igreja, e torna excomungados automaticamente todos aqueles que participaram da trama. No Livro Ecos do Apocalipse, já em 2013 nós havíamos registrado esta hipótese da trama, porém agora temos detalhes e até provas, que não partem de denúncias anônimas, e sim da biografia de um traidor. Vem mais coisa por aí, aos poucos tudo vai ficando mais claro.Fonte http://www.onepeterfive.com/vatican-conspiracy-against-pope-benedict-for-pope-francis/Tem sido uma semana longa já mídia, e uma história que está sendo enterrada sob a cobertura papal visita é aquele que saiu ontem do veterano observador do Vaticano-Ed Pentin: Outras preocupações sérias estão sendo levantadas sobre o cardeal Godfried Danneels, um dos delegados papais, escolhido para participar do próximo Sínodo Ordinário das famílias, como arcebispo emérito de Bruxelas; ele confessou esta semana de fazer parte de uma “máfia” radical, de eum grupo reformista contrário de Bento XVI.

[…]

O Vaticano listou o segundo em importância de 45 delegados escolhidos pessoalmente pelo Papa Francis para participar na próxima reunião. Ele também participou do ano passado Extraordinária Sínodo como delegado papal.

No lançamento do livro em Bruxelas esta semana, o cardeal disse que fazia parte de um clube secreto de cardeais que se opõem ao Papa Bento XVI.

Ele chamou isso de “máfia” clube que tinha o nome de St. Gallen. O grupo queria uma reforma drástica da Igreja, para torná-lo “muito mais moderna”, e para o Cardeal Jorge Bergóglio para dirigi-lo. O grupo, que incluía ainda o Cardeal Walter Kasper e o falecido cardeal jesuíta Carlo Maria Martini, tem sido documentado na biografia do Papa Francis, o grande reformador do Austen Ivereigh.

Rod Dreher pegou a história no The American Conservative, e ele enfatiza a importância do fato de que “Pentin pôs as mãos em uma cópia autorizado, autorizada – biografia” – e que isso é de onde a informação é proveniente , não de alguma fonte anônima.

Marco Tosatti, o correspondente sênior para a Religião do jornal italiano La Stampa, também fez uma reportagem sobre isso ontem, que agora foi traduzido por o pessoal da Rorate Caeli:

A eleição de Jorge Bergoglio foi fruto de reuniões secretas que cardeais e bispos, organizados por Carlo Maria Martini, reunidos por anos em St. Gall, na Suíça. Isto é o que é reivindicado por Jürgen Mettepenningen e Karim Schelkens, os autores de uma biografia recém-publicado do cardeal belga Godfried Danneels, que se referem ao grupo de cardeais e bispos como “Mafia club”.

Danneels, de acordo com os autores, havia trabalhado durante anos na preparação para a eleição do papa Francis, que aconteceu em 2013. Ele próprio, no entanto, em um vídeo gravado durante a apresentação do livro admite que ele havia participado de um clube secreto de cardeais que estavam em oposição a Joseph Ratzinguer. Enquanto ele rindo chama isso de “uma máfia clube cujo nome era St. Gall”.

O grupo queria uma reforma drástica da Igreja, muito mais moderno e atualizado, com Jorge Bergóglio como Papa Francis na cabeça. E este é apenas como as coisas aconteceram. Além de Danneels e Martini, entre as outras pessoas que compunham o grupo de acordo com o livro foram o holandês Adriaan Van Luyn bispo, os cardeais alemães Walter Kasper e Karl Lehman, o cardeal italiano Achille Silvestrini eo cardeal Basil Hume Inglês.

O jornal belga “Le Vif”, escreveu: “Em 13 de março, 2013, um velho conhecido estava ao lado do novo Papa, Francis: Godfried Danneels. Oficialmente, ele ficou lá em seu papel como o decano dos cardeais-sacerdotes, mas na verdade ele tinha operado durante anos em segredo como fazedor de reis”.

Danneels foi convidado novamente pelo Papa Francis para participar do Sínodo sobre a Família, que terá lugar em Outubro, em Roma. Mas ele tem sido severamente criticado. Ele tentou dissuadir uma vítima de abuso sexual de acusar o homem que o abusado, um bispo, que era o tio da vítima, e, por isso, no momento do Conclave em 2013 havia aqueles na Bélgica, que pediu que ele Não será permitida para eleger o novo Papa.

Além disso, suas posições sobre o casamento homossexual e ao aborto, (de acordo com as revelações de dois parlamentares Danneels tinha escrito ao rei da Bélgica instando-o a assinar a lei que permitia a ele) não parecem estar em sintonia com o Magistério da Igreja. E não em harmonia, bem como com o que o Papa afirma Francis.

Como um lembrete, o Papa S. João Paulo II escreveu uma constituição apostólica Universi Dominici Gregis chamado, que estabelece regras para a realização de conclaves. Destacam-se as seguintes secções:

79. Confirmando as prescrições dos meus Predecessores, também eu proibi qualquer um, mesmo se ele é um Cardeal, durante a vida do Papa e sem ter consultado ele, para fazer planos sobre a eleição de seu sucessor, ou prometer votos, ou tomar decisões a este respeito em reuniões privadas.

[…]

81. Os Cardeais eleitores abstenham-se, além disso, de todas as formas de pactuação, convenção, promessa, ou outros compromissos de qualquer género, que os possam obrigar a dar ou a negar o voto a um ou a alguns. Se isto, realmente, se tivesse verificado, mesmo que fosse sob um juramento, decreto que tal compromisso é nulo e inválido e que ninguém está obrigado a observá-lo; e, desde já, comino a pena de excomunhão latae sententiae para os transgressores desta proibição. Todavia, não é meu intento proibir que, durante o período de Sé vacante, possa haver troca de ideias acerca da eleição.

82. De igual modo, proíbo aos Cardeais fazerem, antes da eleição, capitulações, ou seja, tomarem compromissos de comum acordo, obrigando-se a pô-los em prática no caso de um deles vir a ser elevado ao Pontificado. Também estas promessas, se porventura fossem realmente feitas, mesmo sob um juramento, declaro-as nulas e inválidas.

83. Com a mesma insistência dos meus Predecessores, exorto vivamente os Cardeais eleitores a que, ao elegerem o Pontífice, não se deixem guiar por simpatia ou aversão, nem influenciar por favores ou pessoal amizade de alguém, nem impelir pela ingerência de autoridades ou de grupos de pressão, nem pela sugestão dos meios de comunicação social, por violência, por medo ou pela busca de popularidade. Mas, tendo em vista unicamente a glória de Deus e o bem da Igreja, depois de terem implorado o auxílio divino, deem o seu voto àquele, mesmo de fora do Colégio Cardinalício, que retiverem idóneo, mais do que os outros, para reger, com fruto e utilidade, a Igreja universal.

Excomunhão é a pena por cumplicidade e conspiração para eleger um determinado candidato. Este é um negócio sério. É espantoso que, mesmo alguém tão descarado como este Cardeal Daneels admitiria a fazê-lo abertamente, e no registro.

(….)

É bom que nós confiemos na sabedoria da decisão de Bento XVI, e acreditamos que seja qual for o motivo, ele sabia o que estava fazendo. Mas isso não deve colocar-nos à nossa vontade. Eu acredito no âmago do meu ser que o cardeal fala certo. É um momento perigoso para a Igreja. Eu posso sentir isso. As forças das trevas estão alerta, e há algo acontecendo. O que é, nós poderemos nunca saber. Mas isso está longe de ser um conclave ordinário.

É impossível dizer o que acontecerá com esta história, mas com Daneels na lista papal pessoal convidar para o Sínodo, não deve ser esquecido.

O melhor momento para lançar uma notícia se você quiser que ela desapareça é ou durante um evento importante ou em uma tarde de sexta-feira. Este saiu originalmente ontem, quando todos (incluindo-os) estava cobrindo endereço Congresso do Papa Francis. E aqui estou eu, encerrando a semana em 5:30 em uma sexta-feira com essa bomba, assim como todo mundo está indo para casa para desfrutar do seu fim de semana. Não era a minha intenção de entrar às 11 horas, mas o tempo é curto. Precisamos manter este movimento. Por favor, se você achar que vale a pena, considere compartilhá-lo. Vamos atualizá-lo quando sabemos mais.

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OBS > Os lobos saem dos seus covis! E eles estão tão certos da vitória, que já nem escondem os desígnios diabólicos que povoam os seus corações. Este cardeal bem que poderia ficar quieto e não revelar esta trama de forma tão escancarada. Ocorre que isso é algo muito sério é extremamente sério, porque implica em consequências da maior gravidade, porque simplesmente isso anula o conclave. Porque não somente isso foi desrespeitado, mas as cinco votações em um mesmo dia o que é proibido.

Veja o que  pelo artigo 76 da mesma Constituição fica determinada a nulidade da eleição se alguma de suas disposições não for respeitada: “No caso de a eleição ser feita de uma forma diversa daquela prescrita na presente Constituição ou sem terem sido observadas as condições aqui estabelecidas, tal eleição é por isso mesmo nula e inválida, sem necessidade de qualquer declaração, e, portanto, não confere direito algum à pessoa eleita”.

Todas estas coisas já estão relatadas no livro Ecos do Apocalipse, com riqueza de detalhes, porque aos poucos tudo vai sendo posto às claras. As próprias declarações de Jorge Mário feitas à jornalista Piqué, dão conta da tramoia que aconteceu naquele conclave que o elegeu. Ele se acha imune de tal forma, e está protegido por uma claque tão poderosa que não se importou de ar aquelas declarações, que excomungam automaticamente quem as deu, porque os cardeais são proibidos de revelar o que acontece lá dentro.

Fica então bem claro agora, que houve este grupo de cardeais, que sob a direção do herético Martini, se reunia para tramar a eleição de Bergóglio, o que proibido. Na verdade eles não somente procuraram exaustivamente um cardeal que suprisse as exigências de tão hedionda missão, como acharam em Bergóglio a pessoa ideal. Ele já foi o adversário de Bento XVI no penúltimo escrutínio, e tudo tinha sido preparado para que ele fosse eleito, mas a ação do Espírito Santo, coma conversão de última hora de três cardeais “papaveis” que descarregaram seus votos em Bento XVI, eles não conseguiram o intento. Consta inclusive que Bergóglio saiu raivoso e chorando do conclave.

Além disso, ele foi longamente preparado para a missão. Há denúncias de que ele fez cursos para aprender como agir, e como pronunciar declarações ambíguas, que o grupo poderoso que o protege trata de enrolar para que os católicos sejam enganados, a começar por seus pastores. Por hora vou deixar apenas esta anormalidade e ficam para o livro a outra coletânea de provas que tornam inválida não somente a renúncia de Bento como a eleição de Bergóglio. E sendo esta inválida, são inválidos também todos os atos do seu antipontificado. (Aarão)

FONTE

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