Nos últimos dias praticamente o foco das atenções da mídia mundial têm sido desviado da crise européia para as ameaças de Isarel em retaliar o Irã devido à presunção de que eles desenvolvem armas nucleares e isso representa um perigo não só para Israel, mas para o mundo. Na realidade, a ameaça deste pequeno mas inexpugnável país não comove mais as outras nações e praticamente só os Estados Unidos ainda o apoia. Mas isso não será para sempre. Logo Israel estará sozinho contra o mundo e o mundo contra ele. Este é um vigoroso sinal dos tempos!

Isso consta das Sagradas Escrituras e os profetas antigos já deram ser veredicto. Tanto os ataques estão previstos, pois Deus congregará todas as  nações a que se voltem contra Israel, mas prevê também a vitória dele, porque o Senhor mesmo há de estar a frente do seu pupilo, e o mundo saberá que existe entre o Céu e esta nação um aliança, e Deus é fiel. A vitória será arrasadora. Tudo então se arma e tem sentido, para que se cumpram as Sagradas Escrituras.

Claro, nem todas as nações levantarão armas contra, mas apoiarão as ações bélicas, pois a besta fará crer que para o bem do mundo é preciso que primeiro seja extirpado Israel da face da terra. O sentido mesmo dela é apagar para sempre da memória dos povos, todo e qualquer vestígio da passagem de Jesus por aqueles lugares sagrados, porque o verdadeiro alvo da fera sempre será Jesus.

Israel, se lesse de fato seus Profetas jamais temeria algo, embora, é claro, saiba que sua terra ficará juncada de cadáveres, tanto dos seus não convertidos, quanto os infiéies que a vierem tacar. Ezequiel é perfeito na descrição, quando nos capítulos 38 e 39 descreve as hordas de Gog e Magog. Também Zacarias dá seu veredicto, e o que o mundo verá acontecer ali, naquele local considerado por Deus como o umbigo da terra, será algo tão espantoso, qual jamais se viu ou verá depois. Quem leu o livro de Macabeus, pode antever em pequena escala, o que se dará então.

Qualquer pessoa sabe que Obama é muçulmano, e que não aprecia Israel, apenas que ainda mantem fachada devido a certos acordos entre eles. Mas cairá sobre Jerusalém um avião espião americano, que não deveria estar ali, e as relações entre os dois serão abaladas para sempre. É o sinal de que as tropas de Gog e Magog precisam para atacar por terra, uma vez que não o podem atacar por bomba atômica, pois dada ao diminuto espaço territorial, mataria também milhões de palestinos ali residentes e de povos amigos, das nações ao redor.

E efetivamente, por ser o espaço territorial muito pequeno, acabará acontecendo o que os profetas antigos anunciaram: os que atacam acabarão por atirar-se uns contra os outros, causando a maior mortandade. Isarel levará sete meses para enterrar os mortos, enchendo um vale de cadáveres. Isso é bíblico, é real, ainda veremos acontecer, porque é por ali que começa o Armagedom.

FONTE

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Militares, políticos e analistas se manifestam contra suposto plano.
Para ex-ministro, ataque de Israel ao Irã seria ‘altamente perigoso’.

Premiê israelense Netanyahu com o ministro da Defesa Ehud Barak. (Foto: Getty Images)

Premiê israelense Netanyahu com o ministro da Defesa Ehud Barak. (Foto: Getty Images)

Especulações sobre um possível ataque de Israel ao Irã provocaram uma onda de duras críticas e alertas no país contra a eventual medida.

O assunto tem tido grande destaque na mídia local, em particular depois de uma reportagem no jornal israelense Yediot Ahronot, assinada porum dos mais respeitados jornalistas do país, ter dito que o premiê, Binyamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak, têm um plano para atacar as instalações nucleares do Irã.

Vários políticos, analistas e militares se manifestaram contrários ao plano. Segundo a imprensa, todos os chefes das forças de segurança do país, entre eles o chefe do Estado Maior, general Benny Gantz, e o chefe do Mossad, Tamir Pardo, também são contra um ataque ao Irã.

O ministro do Interior, Eli Ishai, que se opõe ao plano, disse que ‘não consegue dormir’ por causa da possibilidade de Israel atacar o Irã. A declaração de Ishai foi vista como um sinal de que o plano existe, pois o ministro faz parte do gabinete de segurança do governo.

O ex-ministro da Defesa Binyamin Ben Eliezer disse à radio estatal de Israel que um ataque ao Irã “não seria menos perigoso do que a própria ameaça iraniana” e rejeitou veementemente qualquer plano nesse sentido

Em entrevista à radio estatal de Israel, Eliezer condenou o plano e disse que espera que a “razão vigore”.

Tzipi Livni, líder do partido de oposição Kadima, disse em uma reunião do Parlamento nesta semana que “Netanyahu deve ouvir os conselhos dos chefes das forças de segurança (contra o ataque)”.

Sem apoio
Analistas dizem que o plano poderia der executado “depois de Shalit e antes do inverno”, em referência ao alto nível de aceitação popular de Netanyahu após a libertação do soldado israelense Gilad Shalit e ao fato de que o Exército prefere não realizar operações militares durante o período das chuvas do inverno, entre dezembro e fevereiro.

Netanyahu e Barak não confirmaram nem descartaram a decisão, mas seus últimos pronunciamentos deixaram margem para interpretações que geram preocupação em Israel.

Em uma declaração na terça-feira, Ehud Barak afirmou que Israel “é o país mais forte do Oriente Médio, desde Tripoli até Teerã, e pode vir a enfrentar situações em que terá que defender seus interesses sem o apoio de forças regionais ou de outras forças”.

Segundo Ben Eliezer, um ataque de Israel ao Irã sem a concordância dos Estados Unidos e em uma situação de isolamento diplomático, seria “altamente perigoso” para Israel.

O governo americano enviou vários emissários a Israel para deixar claro que se opõe a um plano de ataque ao Irã.

De acordo com Netanyahu, o programa nuclear iraniano representa uma ameaça “pesada e direta” contra Israel.

O premiê israelense também já afirmou em diversas ocasiões que o significado de uma bomba atômica em poder do Irã seria de um ‘segundo Holocausto’.

Sanções
De acordo com analistas militares, um bombardeio da Força Aérea israelense às instalações nucleares do Irã não poderá destruir o projeto nuclear do país, pois os alvos são numerosos e estão dispersos por todo o território iraniano, alguns deles enterrados profundamente em locais subterrâneos.

Eles afirmam ainda que se Israel bombardear o Irã, milhares de civis israelenses poderão morrer em consequência de um contra-ataque de mísseis iranianos, que seriam disparados principalmente contra a cidade de Tel Aviv.

Um ataque ao Irã, segundo as análises, também teria um amplo impacto em todo o Oriente Médio e afetaria a economia mundial.

O ministério das Relações Exteriores de Israel iniciou uma campanha exortando a comunidade internacional a endurecer as sanções ao Irã.

De acordo com o ministério, “as chances de frear o programa nuclear iraniano apenas com medidas diplomáticas estão se reduzindo”.

Israel sugere a proibição de qualquer transação com o Banco Central do Irã, o boicote ao petróleo bruto do país e sanções contra suas empresas aéreas e marítimas.

No dia 8 de novembro, a Agência Internacional de Energia Atômica deverá publicar um relatório com novas informações sobre o programa nuclear iraniano.

FONTE-G1

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Israel testa mísseis após alerta sobre programa do Irã

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Israel não quer a paz com a Palestina

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Inglaterra intensifica planos para atacar o Irã em meio a temores de Guerra Nuclear

03.11.2011 – O jornal The Guardian diz que Reino Unido está  cada vez mais preocupado sobre o programa iraniano de enriquecimento, e está se preparando para implantar navios de guerra para ajudar os  EUA e Israel a um  possível ataque.

O Reino Unido está a intensificar os seus preparativos para um ataque militar ao Irã, o jornal The Guardian informou nesta quarta-feira. Segundo o relatório, o Reino Unido está cada vez mais preocupados sobre o programa nuclear de Teerã, e se prepara para implantar os navios da Royal Navy nos próximos meses para ajudar a um  possível ataque dos EUA  em instalações-chave no Irã.

O jornal cita altos funcionários que disseram acreditar que o Irã tinha recuperado as suas capacidades tecnológicas que foram gravemente danificados em um ataque cibernético no ano passado. O Irã disse que o worm Stuxnet infectou computadores pessoais de funcionários da usina de Bushehr, mas não os principais sistemas da usina. O New York Times em janeiro passado  informou que o worm foi uma articulação de Israel-EUA em um esforço para minar as ambições nucleares iranianas.

O  Chefe militar do Irã advertiu  nesta quarta-feira que um ataque israelense contra instalações nucleares iranianas de desenvolvimento virá a um preço pesado, segundo a agência iraniana de notícias ISNA.

Respondendo a relatos de que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está tentando ganhar a maioria no gabinete para um ataque ao Irã, o presidente do  Alto Comando Supremo das forças armadas do Irã,  Gen.Hassan Firouzabadi, advertiu Israel e os EUA contra tal movimento .

Enquanto isso, a Força Aérea de Israel continua realizando exercícios abrangentes sobre ataques de longo alcance.

A última iniciativa  desse tipo ocorreu na semana passada na base da OTAN na  Itália, no qual seis diferentes tipos de esquadrões da Força Aérea participou. O exercício foi amplamente coberto em sites ao redor do mundo que se especializam na aviação.

Também na quarta-feira, Israel testou um míssil balístico na base de  Palmahim das Forças terrestres  no centro de Israel. O teste foi parte de uma análise de um novo míssil atualmente sendo desenvolvido pela instituição de defesa. O míssil deixou para trás um rastro de fogo que pode ser visto em toda parte central de Israel.

Leia a notícia completa no – THE GUARDIAN  (em inglês)
http://www.guardian.co.uk/world/2011/nov/02/uk-military-iran-attack-nuclear

Enviado por Wagner Dias  -  www.rainhamaria.com.br

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Nota de  www.rainhamaria.com.br

Diz na Sagrada Escritura:

“Quando os homens disserem: Paz e segurança!, então repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão”. (1Ts 5,3)

“E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras”. (Ap 6,8)

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Premiê israelense quer convencer ministros a atacar Irã, diz jornal

 

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seu ministro da Defesa, Ehud Barak, tentam alcançar a maioria dentro do Conselho de Ministros para atacar instalações nucleares iranianas, informa o jornal Haaretz.

De acordo com uma importante fonte oficial, os ministros que se opõem a um ataque deste tipo têm ligeira maioria e por isso Netanyahu e Barak tentam persuadir os demais.

Recentemente, uniu-se ao grupo que apoia uma ação militar o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, quem até então resistia pelas possíveis repercussões que a operação traria.

Na segunda-feira, Barak negou informações da imprensa de que teria decidido, em conjunto com Netanyahu, atacar o Irã, apesar da oposição dos comandantes das Forças Armadas e dos serviços de inteligência. Ao mesmo tempo, afirmou que é preciso “atuar por todos os meios necessários e não descartar nenhuma opção”.

O “Haaretz” afirma que Netanyahu, Barak e o ultradireitista ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, querem atacar o Irã, mas que os outros principais ministros do gabinete são contrários.

Sebastian Scheiner/Associated Press
Premiê israelense, Benjamin Netanyahu, discursa no Parlamento
Premiê israelense, Benjamin Netanyahu, discursa no Parlamento

Para estes os demais ministros, Israel devem continuar tentando mobilizar os países ocidentais para exercer pressões econômicas contra o Irã, e não pode atacar militarmente o país sem um acordo com os Estados Unidos.

O jornal, que cita ministros e altos funcionários da Defesa e das Relações Exteriores, afirma que o governo israelense considera decisivo um relatório que será divulgado no dia 8 de novembro pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica).

ATAQUE

Israel e as potências ocidentais acusam o Irã de tentar fabricar a bomba atômica, sob a fachada de um programa nuclear civil. Teerã nega que o programa tenha objetivos militares.

O tema do Irã ganhou destaque na sexta-feira depois que o colunista Nahum Barnea do jornal “Yedioth Ahronoth” abordou a questão da pressão interna dentro do governo para lançar um ataque em artigo de opinião sob o título de “Pressão atômica”. O assunto dominou a sessão inaugural de inverno do Parlamento na segunda-feira.

Israel vê o Irã como um dos principais problemas regionais por ameaças do passado feitas pelo presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. “Um Irã nuclear constituirá uma grave ameaça para o Oriente Médio e para o mundo inteiro, e certamente é uma ameaça direta e grave para nós”, ressaltou Netanyahu em seu discurso.

France Presse
Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, discursa a estudantes no Parlamento em Teerã
Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, discursa a estudantes no Parlamento em Teerã

Barak rejeitou a postura de precaução de alguns políticos (muitos do mesmo governo) que advertem sobre as consequências que teria uma guerra com esse país. “Sou contrário a intimidação e ao (argumento) de que Israel pode ser destruído pelo Irã”, sustentou.

RESPOSTA IRANIANA

Um comandante militar iraniano alertou nesta quarta-feira que um ataque israelense a locais de desenvolvimento de tecnologia nuclear terá um preço alto a Israel, de acordo com a agência de notícias locais ISNA.

Hassan Firouzabadi, membro da união dos chefes do Estado Maior das forças armadas do Irã, disse que tanto Israel quanto os Estados Unidos deveriam evitar tomar tal atitude contra o país.

“As autoridades americanas sabem que um ataque militar israelense contra o Irã causará pesados danos aos EUA, tão sérios quanto os danos ao governo de Israel”, afirmou.

FONTE

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Shimon Peres sugere que Israel está perto de ação militar contra o Irã

Presidente israelense aderiu a debate sobre ação militar no país próximo.
Irã está próximo de ‘armas atômicas’, disse, justificando a possibilidade.

O presidente de Israel, Shimon Peres, aderiu nesta sexta-feira (4) ao debate que existe em Israel sobre a conveniência de atacar o Irã, dizendo que a opção militar para impedir a República Islâmica de desenvolver armas nucleares está ficando mais próxima.

Um repórter do Canal 2 perguntou a Peres se “algo está nos deixando mais perto de uma opção militar ao invés da diplomática” e Peres respondeu: “Acredito que sim, estimo que os serviços de inteligência de todos esses países estão vendo o relógio correr, alertando os líderes de que não resta muito tempo.”

O presidente israelense, Shimon Peres, durante visita ao Chipre na quinta-feira (3) (Foto: AFP)O presidente israelense, Shimon Peres, durante visita ao Chipre na quinta-feira (3) (Foto: AFP)

“O Irã está se aproximando das armas atômicas, e no tempo que resta devemos nos voltar par as nações do mundo e exigir que cumpram sua promessa (…) que é a de não apenas aprovar sanções. O que precisa ser feito deve ser feito, e há uma longa lista de opções.”

A mídia israelense publicou nesta semana diversas especulações de que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu estaria buscando um consenso no seu gabinete para bombardear instalações nucleares iranianas.

Os EUA e seus aliados, inclusive Israel, suspeitam que o Irã esteja desenvolvendo armas nucleares, algo que Teerã nega, insistindo que sua intenção é apenas gerar energia para fins pacíficos.

Embora Netanyahu não tenha feito ameaças diretas de ação militar contra o Irã, tanto Israel quanto os EUA sinalizam repetidamente que não descartam o uso da força caso a diplomacia não baste para convencer o Irã a abrir mão do seu programa nuclear.

FONTE

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Ahmadinejad diz que Irã não permitirá agressão
07 de novembro de 2011 

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o seu país está preparada para um eventual conflito armado

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad declarou que Estados Unidos e Israel desejam atacar o Irã para combater a crescente influência da República Islâmica e advertiu contra qualquer agressão ao país, em uma entrevista ao jornal egípcio Al-Akhbar.

“O Irã aumentou suas capacidades e continua progredindo, e por esta razão é capaz de rivalizar com o mundo. Agora Israel e o Ocidente, em especial os Estados Unidos, temem as capacidades e o papel do Irã”, disse Ahmadinejad. “Buscam apoio internacional para suprimir a influência (do Irã). Os arrogantes devem saber que o Irã não permitirá esta agressão”, completou.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) divulgará na terça-feira um relatório sobre o controverso programa nuclear iraniano, em um contexto de ameaça israelense de intervenção militar contra o Irã.

Segundo fontes diplomáticas ocidentais, a AIEA deve publicar na terça-feira um relatório com dados que respaldam as suspeitas sobre o caráter militar do programa nuclear iraniano, apesar dos desmentidos do governo de Teerã, que admite apenas objetivos civis.

FONTE

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Rússia: ataque de Israel ao Irã seria erro muito grave
07 de novembro de 2011

A Rússia advertiu nesta segunda-feira Israel que um ataque contra o Irã seria um “erro muito grave” capaz de provocar mais conflitos e causar vítimas civis. “Seria um erro muito grave com consequências imprevisíveis”, disse o chanceler russo Serguei Lavrov após a ameaça do presidente israelense Shimon Peres de que um ataque contra o Irã é uma opção cada vez mais provável.

“Não pode existir nenhuma solução militar para o problema nuclear iraniano, como não pode existir para nenhum outro problema do mundo contemporâneo”, completou Lavrov. “Qualquer conflito deve ser resolvido exclusivamente por meios aprovados pela comunidade internacional, de acordo com a Carta das Nações Unidas”, destacou Lavrov

FONTE

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Agência Internacional de Energia Atómica

Irã muito perto de conseguir fabricar bomba nuclear, diz AIEA

07.11.2011

FONTE

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EUA e Israel farão exercício militar conjunto com mais de cinco mil soldados

De acrdo com funcionário da Casa Branca, será o maior já realizado entre os dois aliados

06/11/2011

FONTE

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Irã testou mecanismo de ativação de ogiva nuclear

 

O Irã fez testes do mecanismo para ativação de ogivas nucleares e mudou a construção dos seus mísseis balísticos já existentes para que eles possam portar ogivas nucleares, comunicou hoje o semanário londrino Sunday Times.

Os serviços israelitas informam que eles receberam os últimos dados, indicando que o programa nuclear de Teerã tem como objetivo criar armas nucleares, escreve-se no semanário.

O Sunday Times sublinha que o relato da AIEA sobre o programa nuclear do Irã, que se prepara para ser publicado, será evidentemente o momento essencial para mudar a atitude internacional para com Teerã.

FONTE

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Aberto caminho mais curto ao Irã para bombardeiros

 

Com a retirada das tropas americanas do Iraque, provavelmente será cancelado o regime que proibiu efetuar voos sobre o território do país. Segundo a opinião de alguns peritos, esta decisão abre novas e inesperadas perspetivas estratégicas a Israel. O caminho mais curto ao Irã para os bombardeiros israelitas cruza o território do Iraque.

Os iraquianos insistiram em que o acordo sobre a retirada das tropas americanas incluísse um artigo, segundo o qual os Estados Unidos podem, caso o governo do Iraque peça, reagir contra qualquer ameaça à segurança nacional na terra, no mar e no ar. Ainda não se sabe como serão considerados, visto o artigo mencionado, os possíveis ataques israelitas contra o território do Irã e a passagem de aviões de Israel.

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Obama e Sarkozy criticam Netanyahu em conversa confidencial

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Israel discute eventual ataque contra o Irã

 

7/11/2011 10:32,  Por Redação, com DW – de Jerusalém e Londres

Um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a ser lançado nos próximos dias provocou a troca de ameaças entre Israel, seus aliados ocidentais e o Irã. O documento traria a conclusão de que o Irã estaria depositando material nuclear em ogivas e desenvolvendo mísseis. O novo estudo trouxe especulações de que um ataque de forças ocidentais contra o Irã estaria próximo.

Em entrevista ao jornal egípcio Al-Akhbar, publicada nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, advertiu sobre uma ação militar contra o seu país e reiterou que seu programa nuclear tem fins pacíficos. Ahmadinejad declarou que Estados Unidos e Israel buscam apoio internacional para uma intervenção militar.

– O Irã está aumentando suas capacidades e progredindo. Por esta razão, está se tornando capaz de competir em nível mundial. Israel e o Ocidente, particularmente os Estados Unidos, têm medo disto – disse o presidente iraniano.

O presidente de Israel, Shimon Peres, por sua vez, afirma que o Irã é um problema não somente para Israel, mas para todo o mundo. Por isso, segundo ele, o  mundo deve se unir para impedir que o Irã produza armas nucleares. Ao mesmo tempo, ele ressaltou que Israel não deve agir sozinho.

Apoio interno

“Há diversos instrumentos para isto. Sanções econômicas, pressão sobre as exportações de petróleo. Ela (a comunidade internacional) deve assumir a responsabilidade e ver que o Irã é uma ameaça para todo o mundo”, disse Peres à mídia israelense.

Antigos chefes do Mossad, o serviço secreto israelense, têm alertado para o perigo de um isolamento de Israel. Meir Dagan, por exemplo, que já esteve à frente da inteligência do país, chegou a declarar que um ataque militar israelense contra alvos nucleares iranianos seria uma grande estupidez.

– Eu acho que Israel em princípio tem interesse em manter o equilíbrio no Oriente Médio. Nós somos uma pequena gota neste imenso mar árabe, muçulmano, e não temos qualquer motivo para quebrar este equilíbrio – disse o ex-general israelense Amiram Levin, que foi vice-chefe do Mossad de 1998 a 2000.

Conforme especulações da imprensa israelense, o ministro da Defesa, Ehud Barak, estaria tentando apoio do gabinete do governo para um ataque. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanjahu, se mantém calado sobre o debate. Barak, teria participado de encontros em Londres. A imprensa israelense interpretou disso que há planos concretos de ataque.

Reações internacionais

O jornal britânico The Guardian também publicou que o Reino Unido estaria preparando um ataque ao Irã. Barak concedeu entrevista à rede norte-americana de televisão CNN, dizendo que “o Irã decidiu se tornar potência nuclear” e que por isso “é extremamente importante que o mundo se decida a agir contra isso, seja através de diplomacia, sanções ou o que quer que seja”.

O governo iraniano já teria acessado o novo relatório da AIEA. Segundo a agência francesa de notícias AFP, o ministro do Exterior, Ali Akbar Salehi, disse que o estudo traz “alegações falsas”. A Rússia alertou também que um possível ataque contra o Irã possa ser um “engano muito sério”, que levaria unicamente à continuidade do conflito e a mortes de civis.

– Isto poderia levar a consequências incalculáveis – alertou o ministro russo do Exterior , Sergei Lavrov.

A França também se manifestou contra uma eventual intervenção militar ocidental no Irã. O ministro do Exterior, Alain Juppe, disse que as sanções contra o país devem ser reforçadas, mas “tudo deve ser feito para evitar o irreversível” .

– Isso (um ataque militar) poderia desestabilizar completamente a região – acrescentou.

FONTE

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Israel prepara-se para dar uma lição ao Irã

 

A Rússia advertiu Israel de que um golpe militar contra o Irã será um grave erro, capaz de acarretar conseqüências imprevisíveis. Antes disso, o presidente de Israel, Chimon Peres, reconheceu que é mais provável um golpe preventivo contra o Irã do que a solução diplomática da sua questão nuclear.

Israel abriu a frente de batalha contra o Irã na véspera da publicação do informe mais detalhado da Agência Internacional de Energia Atômica, AIEA, dedicado ao programa nuclear do Irã. O informe constata que Teerã possui um programa nuclear militar secreto. Diz-se, em particular, que os especialistas iranianos teriam efetuado a simulação computorizada de ogivas nucleares. Antes disso, os documentos da agência afirmavam basicamente que o Irã produzia materiais nucleares de uso duplo (civil e militar).

Trata-se de uma nova onda de especulações e de mais uma tentativa de utilizar um informe da AIEA, ainda não publicado, a fim de exercer pressão complementar no Irã. Foi assim que Vladimir Avertchev, membro do Conselho para a Política Externa e de Defesa da Rússia, comentou a situação. Depois da publicação do informe, o número de razões capazes de intensificar a pressão pode diminuir sensivelmente, constatou o perito, e acrescentou:

O máximo que se pode esperar são acusações cautelosas de que o programa nuclear do Irã não é suficientemente transparente. Qualquer indicação de que este programa talvez tenha um componente militar vai significar automaticamente o surgimento de uma crise muito séria. Creio que a AIEA não dará passos capazes de provocar esta crise.

A futura publicação do informe da AIEA suscitou uma reação sem precedentes em Israel. O governo discutiu pela primeira vez o plano de um golpe preventivo contra a base militar de Parchin, situada a 30 quilômetros de Teerã, onde estaria a ser desenvolvida a bomba atômica. Anteriormente, semelhantes planos eram discutidos somente por peritos. Além disso, os militares israelitas testaram um novo míssil balístico e treinaram a operação de salvação da população civil contra um golpe balístico com armas de extermínio em massa.

No entanto, o perito do Instituto de Relações Internacionais de Moscou Serguei Drujilovski considera que a posição oficial de Israel é influenciada fortemente pela situação na região em geral.

A razão do nervosismo de Israel é bastante clara – Tel Aviv sente a terra a arder-lhe debaixo dos pés. A julgar pela situação na Tunísia e no Egito, o fator islâmico tem ganhando cada vez mais força no Próximo Oriente. Pode-se afirmar com toda a certeza que a posição anti-israelita dos árabes será cada vez mais veemente. Por isso, Israel necessita desviar agora de alguma maneira a atenção de todos estes processos que se passam no mundo árabe e está pronto a lançar mão de todos os meios para conseguir isso. Se Israel não conseguir alterar a situação no Próximo Oriente de maneira que lhe convenha, a sua situação será agravada sensivelmente.

Aliás, pode ocorrer também que Israel tenha que lutar sozinho pelos seus interesses. Na véspera, a representante oficial do Departamento de Estado Norte-Americano, Victoria Nouland, confirmou que Washington não quer a confrontação militar com o Irã. Mais do que isso: o republicano Ron Paul, candidato à presidência dos EUA, exortou a renunciar à política de confrontação com Teerã. Ele acha que é preciso regularizar a questão nuclear mediante a normalização de relações americano-iranianas.

Teerã reagiu à ameaça de introdução de novas sanções contra o Irã depois da publicação do informe da AIEA declarando que estuda a possibilidade de exportação de tecnologias nucleares. Na véspera, o primeiro ministro da Rússia, Vladimir Putin, admitiu que o Irã venha a aumentar a exportação do gás que será economizado depois do lançamento bem-sucedido da primeira central atômica iraniana em Bucher, produtora de energia elétrica. Esta declaração foi feita na reunião ampliada dos chefes de governo dos países que integram a Organização de Cooperação de Xangai, na qual participaram também observadores de diversos países, incluindo o Irã. Desta maneira, a Rússia deu novamente a entender aos parceiros internacionais que o isolamento internacional de Teerã não corresponde aos interesses gerais da humanidade.

FONTE

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Irã ameaça destruir Israel em caso de ataque

FONTE-r7 e FONTE 2

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Após relatório da ONU, Ocidente quer impor novas sanções ao Irã

Rússia adiantou que barrará medidas adicionais no Conselho de Segurança.
Texto indica que Teerã tem feito esforços para construir bomba atômica.

FONTE

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Irã afirma que vai responder ‘com toda força’ a qualquer agressão

Relatório da agência atômica da ONU diz que país busca arma nuclear.
Teerã desmente que seu programa nuclear tenha objetivo militar.

FONTE

Israel pede ao mundo que detenha corrida do Irã por arma nuclear

Em comunicado, premiê Benjamin Netanyahu diz que país coloca em perigo a paz do mundo e do Oriente Médio

FONTE

Rússia se opõe à adoção de novas sanções contra o Irã

Pressão contra país persa ocorre depois de divulgação de relatório que afirma que Irã é suspeito de desenvolver armas nucleares

FONTE

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, chamou de “mentiroso” o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, durante uma conversa privada com seu colega americano, Barack Obama, de acordo com relatos de jornalistas que ouviram o diálogo.

FONTE

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E se as ameaças de guerra contra o Irão visassem afetar os mercados!

 

IRIB – Israel não tendo os meios reais para atacar as instalações nucleares iranianas, as suas recentes ameaças são puramente retóricas, disse o vice-diretor do Centro de Estudos Internacionais da Universidade Tsinghua, Liu Jiangyong. “Atualmente, os Estados Unidos e Israel não podem fazer uso da força militar contra o Irão. Porque então lançam eles ameaças ociosas?” Disse ele a RIA Novosti num duplex Moscovo-Pequim.

Segundo o especialista, essas ameaças são projetadas para causar um movimento de especulação no mercado financeiro internacional. Conscientes do impacto da situação na Líbia nas bolsas, “alguns lobbys financeiros e petrolíferas americanas” buscam, em conjunto com a entidade sionista, pesar sobre os preços dos contratos a termo.

O especialista também destacou a necessidade de abandonar o uso da força. “É necessário que os países que desenvolvem agora a arma nuclear e aqueles que já a possuem renunciem. E não é o reforço das pressões, mas a concessão a esses países de um status de igualdade em direitos que será eficaz “, concluiu o Sr. Jiangyong…

Fonte: IRIB

via:provafinal

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A incitação à guerra contra o Irã é insuportável

 

10 de novembro de 2011

Nem faz muito tempo que a Líbia foi arrasada pela OTAN e Kaddafi assassinado, a incitação à guerra contra o Irã começa novamente. A mídia dissemina pânico e mentiras sobre um suposto programa de armas atômicas iraniano. É afirmado que Teerã está há um ano da finalização da bomba atômica. Mas isso já nos é dito há mais de 15 anos e sua previsão não se realizou. Na primeira fila da propaganda está a ZDF – a televisão censurada para desinformação, com a segunda mente-se melhor! (ZDF é a segunda emissora de TV estatal alemã – NR).

A ZDF mostrou ontem um gráfico que ilustrava um ataque do Irã contra Israel. Ao invés de trazerem fatos, eles inventam cenários de horror para influenciar negativamente a opinião e manipular contra o Irã.

 

Na sequência o correspondente Christian Sievers repete novamente a mentira de que Ahmadinejad teria ameaçado destruir Israel. Qualquer pessoa informada sabe que o presidente iraniano nunca disse isso e se trata de uma tradução incorreta. Não é através de inúmeras repetições que isso se tornará verdade. Por isso, Sievers, feche seu bico mentiroso!

 

A definição de propaganda é quando se deixa o plano dos fatos e mentiras são inventadas. Göbbels iria se alegrar de seus jovens atuais.

Naturalmente não se consegue muita coisa hoje sem lançar mão da Ameaça Fantasma – NR.

É citado um relatório da IAEA que deve conter novas provas do trabalho do Irã com uma bomba atômica. Mas quando analisamos os detalhes, não há nada de novo lá. Ao contrário, as afirmações apoiam-se numa duvidosa documentação de alguém que se acha importante como informante da CIA, as quais são estampadas como falsas por especialistas independentes. As supostas provas fedem tanto e foram inventadas da mesma forma como as provas sobre as armas de destruição em massa de Saddam Hussein, que nunca existiram, como foi descoberto posteriormente.

O governo iraniano revida veementemente estar interessado numa bomba atômica, mas sim salienta a utilização pacífica da energia nuclear. “Nós não precisamos de nenhuma bomba atômica”, disse Ahmadinejad. O Ocidente exige algo impossível, ou seja, da mesma forma que exigiram algo impossível do Iraque, uma inversão do ônus da prova. Teerã deve provar algo que não fez. Mas já basta apenas a justificativa, o Irã poderia possivelmente estar na posição de construir uma bomba atômica e isso deve ser evitado.

Ah, sim? Mas quantos países estão na condição e poderiam construir uma? A Suíça, Áustria, Holanda, Luxemburgo ou até Liechtenstein. Eu também, qualquer um simplesmente. Os projetos de construção para isso estão na internet. Todos aqueles construtores em potencial estarão ameaçados de uma guerra de agressão? Em um Estado de Direito alguém pode ser condenado após o ato e não antes, apenas porque teoricamente poderia fazê-lo. Todos podem ser assassinos, por isso todas as pessoas devem ser presas preventivamente?

O que sofre naturalmente um silêncio mortal por parte da mídia é que Israel tem 300 bombas atômicas desde os anos 60. Israel é o único país no Oriente médio que possui realmente um arsenal nuclear e assim ameaça seus vizinhos, fora isso ninguém. Além do mais não se menciona a recusa de Israel em permitir que os inspetores da IAEA verifiquem seu programa nuclear e em assinar o Tratado de Não-Proliferação de Armas Atômicas. A mais pura dupla moral está novamente em ação.

Olá, artistas Copy & Past da ZDF, por que vocês não mencionam estes fatos na forma de um relato ponderado. Por que reportam apenas sobre o programa atômico iraniano e se silenciam sobre o israelense? Vocês também assinaram um acordo onde seja proibido publicar alguma crítica contra Israel?

Como nós sabemos, esta inventada ameaça do Irã é apenas mais uma desculpa para uma guerra, pois trata-se de algo completamente diferente. Trata-se dos recursos para dominar a maior reserva de petróleo e gás do planeta. Aos olhos da elite global, não é possível que eles não tenham domínio sobre ela. Eles querem também instalar por lá um governo marionete, como era antigamente sob o regime do Xá. E o Banco Central do Irã também não está sob seu controle. Uma situação impossível, eles acham.

O Irã ameaça a quem? Quem foi atacado pelo Irã nos últimos 70 anos? Ninguém. Os únicos que conduzem uma guerra atrás da outra, bombardeiam países, conquistam, ocupam e nisso tudo assassinam milhões de civis, são o pacífico Ocidente com sua elevada moral e Israel. Estes são os maiores criminosos do mundo e o único perigo para a paz mundial.

Nós precisamos apenas saber que somos governados por psicopatas e genocidas e a grande mídia é seu serviçal. Tudo que dizem é uma gigantesca mentira. Pode-se apenas engoli-la com náuseas e cuspir com vigor. Mas o que eles querem agora não é um mero inofensivo capricho, mas irá se espalhar como um incêndio incontrolável. Um ataque ao Irã pode terminar numa guerra mundial e ter consequências terríveis. Mas para isso estes doidos estão prontos.

Até Meir Dragan, até janeiro deste ano chefe do serviço secreto israelense, o Mossad, alertou há meses a opinião pública sobre um ataque israelita contra o Irã. Com isso ele tenta evitar uma catástrofe. Seus alertas foram rejeitados pelo governo de Benjamin Netanyahu. “nós devemos pensar no dia seguinte”, alertou Dragan.

Ele disse repetidamente que um ataque teria terríveis conseqüências para Israel, um desastre de proporções inimagináveis. Dragan pensa aqui apenas em Israel, mas o que acontecerá com a população civil do Irã? Ou as consequências para todo o mundo? Os favoráveis a tal ataque são psicopatas e deveriam ser indiciados imediatamente pela preparação de uma guerra de agressão e colocados diante dos tribunais.

Além disso eu digo, qualquer um que quer uma guerra a todo custo, deveria a ser o primeiro a pegar em armas e ir até a frente de batalha. Melhor ainda juntamente com seus filhos adultos. Eles deveriam mostrar como são corajosos e repletos de espírito de sacrifício. Quem fala A deve também fazer B. Mas para isso eles são suficientemente covardes, eles se escondem e enviam preferencialmente seus indispensáveis serviçais para morrer por eles como bucha de canhão.

Ao invés do inverno nuclear que o Ocidente lhe ameaça impor, as pessoas em Teerã vivenciam o inverno antecipado. Observem como a vida lá é ruim e primitiva. Apenas carroça puxadas por cavalos e mulas.

Também não vemos nenhum casal passeando de mãos dadas através da paisagem invernal. Não. E uma mulher como meteorologista sendo entrevistada? A nós eles dizem que os iranianos não podem nada e são oprimidos. Mas ela porta um véu. Apenas isso é motivo o suficiente para que o Irã seja bombardeado de volta à Idade das Pedras.

Alles Schall und Rauch, 9/11/2011.

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Irã responderá a ataques dos EUA e de Israel com ‘punho de ferro’

Aiatolá Ali Khamenei alerta ‘inimigos’ de Teerã sobre ação militar contra instalações nucleares

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BASTIDORES: Independência da AIEA é posta em dúvida


Mal foi tornado público, ainda extraoficialmente, em Viena, o mais recente relatório sobre o Irã daAgência Internacional de Energia Atômica (AIEA) tem sua credibilidade posta em xeque.

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EUA armam países do Golfo Pérsico para conter o Irã

Washington enviará caças e bombas a Emirados Árabes e Arábia Saudita para neutralizar eventual ataque Iraniano

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Rumores de Guerra: Eixo EUA-Israel-Qatar contra o Irã

16.11.2011 – A administração Obama está considerando armar Qatar com bombas especiais para penetrar bunkers, levantando a possibilidade de um ataque americano-árabe-israelense contra o Iran.

A força Aérea dos EUA recebeu um carregamento de 30.000 quilos de bombas, seis vezes maiores do que as atualmente em uso, para poderem penetrar bunkers de concreto.

O Irã tem enterrado novas usinas nucleares em áreas montanhosas rochosas e enterrou-as tão profundamente sob o concreto para minimizar os danos de um ataque aéreo, mesmo se as bombas anti-bunker forem usadas.

A Força Aérea começou a receber essas novas bombas em setembro, e a Boeing pode construir até 16 delas, disse um porta-voz militar dos EUA ao Bloomberg News.

O bombardeiro B-2 Stealth vai levar as bombas, o que dá “a capacidade de combate contra alvos de concreto e profundamente enterrados”, segundo a Força Aérea tenente-general James Kowalski.

E a possibilidade é de que Israel está realmente planejando atacar instalações nucleares iranianas.

Se a guerra é necessária, nem Israel nem os Estados Unidos querem atacar sozinhos.

A periodicidade dos relatórios com a entrega do novo “monstro” destruidor de bunker, não pode ser coincidência.
Qatar, parte dos Emirados Árabes Unidos (EAU), também receberá essas bombas.

Qatar é um aliado chave dos EUA e, junto com a Arábia Saudita, teme que o desejo da República Islâmica fosse dominar o mundo muçulmano. iranianos são persas e não se consideram árabes.

Outros Estados do Golfo – Arábia Saudita, Bahrein, Omã, Qatar e Kuwait – se inscreveram com os Estados Unidos para receber mais de US $ 60 bilhões para aviões F-15, bombas e outras armas, incluindo a Joint Direct Attack Munition (JDAM), munições que são guiados por um sistema de orientação de inercial integrada.

A proposta de venda das bombas destruidoras de bunker para Qatar “representa uma forma da administração Obama pretende manter o Irã em cheque”, o Jornal relatou.

Os Emirados Árabes têm interesse em diminuir a ameaça nuclear iraniana – o país persa reivindica soberania sobre três ilhas dos Emirados Árabes Unidos no Golfo Pérsico.

Fonte:: Israel news  e  Blog Sera que somos tolos?

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‘Chegou a hora’ de agir contra o Irã, diz Israel

Ministro da Defesa se nega a descartar eventual ataque militar para deter programa nuclear

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Londres estima que Israel atacará o Irã em cerca de dois meses, diz jornal

Segundo ‘Daily Mail’, fontes do governo britânico prevêm ofensiva até o ‘começo de 2012′

Quarta, 10 de Novembro de 2011, 22h15

LONDRES – Citando fontes da “cúpula do governo” britânico, o jornal Daily Mail noticiou nesta quinta-feira, 10, que, segundo os cálculos de Londres, Israel lançará um ataque ao Irã em aproximadamente dois meses. A informação – qualificada de “duvidosa” pela imprensa israelense – vem à tona um dia após a agência atômica da Organização das Nações Unidas (ONU) lançar seu mais duro relatório contra Teerã, no qual acusa os iranianos de tentar fabricar uma bomba.

Na quinta, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, alertou que um ataque ao Irã pode ter “um sério impacto” involuntário na região. “É preciso ser cuidadoso com as consequências não desejadas (de uma ação contra Teerã). Elas poderiam não só fracassar em impedir que o Irã faça o que quer fazer, mas também ter um sério impacto sobre as forças americanas na região.”

Integrantes do gabinete do primeiro-ministro David Cameron teriam sido avisados para aguardar um ataque de Israel ao Irã “em breve”. “Esperamos que algo aconteça já no natal ou no começo do ano”, teria afirmado uma fonte da Chancelaria britânica, citada pelo Daily Mail. Autoridades britânicas da área de inteligência teriam confirmado a informação.

Há duas semanas, o jornal israelense Yediot Ahronot noticiou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu estava tentando convencer seu gabinete a aprovar um amplo ataque contra instalações nucleares iranianas. Ele teria o apoio do ministro da Defesa, Ehud Barak.

Mas os chefes dos setores de inteligência e das Forças Armadas se oporiam ao uso da força contra Teerã. Em meio às especulações na imprensa, o Irã disse que “o regime sionista mia como um gato quando quer rugir como um leão”. Na quinta, o mesmo Yediot Ahronot colocou em dúvida a “veracidade” da reportagem britânica.

O relatório publicado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) na quarta-feira faz duas acusações principais contra o Irã. Primeiro, o órgão da ONU afirma que iranianos não respeitaram as salvaguardas impostas e não colaboraram totalmente com os inspetores. Segundo, que cientistas iranianos podem estar desenvolvendo uma instalação para testes nucleares, detonadores atômicos e modelos virtuais para ogivas – ações que, se confirmadas, demonstrariam o objetivo militar do programa de Teerã.

Potências divididas

A República Islâmica reagiu furiosamente ao documento da AIEA. Segundo o chanceler iraniano, Ali Asghar Soltanieh, o relatório “não é profissional” e foi “ditado por Washington”. Ele ainda acusou o diretor-geral da AIEA, o japonês Yukiya Amano, de ter violado o estatuto da agência atômica, ao revelar informações que haviam sido passadas pelo Irã sob condição de sigilo.

EUA e países europeus afirmam que o relatório apresentado esta semana deve levar à adoção de medidas adicionais contra o governo iraniano. A União Europeia já estuda a possibilidade de adotar mais medidas unilaterais. Rússia e China, entretanto, já deram sinais de que não permitirão novas sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas contra Teerã.

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