Wendy Wright

NOVA IORQUE, EUA, 20 de janeiro de 2011 (C-FAM) Cidadãos de vários países estão fazendo resistência à expressa ordem de política externa pró-LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) do presidente Obama. Líderes em El Salvador lançaram um site sobre “Obama Está Corrompendo a Política Externa” e estão pedindo ao Senado dos EUA que rejeite a pessoa nomeada para ser embaixadora em seu país.

O presidente Obama anunciou em dezembro que a promoção da conduta lésbica, gay, bissexual e transgênera (LGBT) é política externa prioritária, até mesmo para inspetores militares dos EUA. Ao mesmo tempo, a secretária de Estado Hillary Clinton deu um discurso muito publicado na ONU igualando a condição LGBT com a religião. O Departamento de Estado orientou os embaixadores no mundo inteiro a reconhecerem um “mês de orgulho gay” e divulgou uma lista de “realizações”, inclusive o fato de que uma embaixadora dos EUA publicou um artigo de jornal promovendo a agenda LGBT em favor dos Estados Unidos.

Mari Carmen Aponte, embaixadora temporária em El Salvador, publicou um artigo igualando a desaprovação da homossexualidade à “hostilidade brutal” e “agressão” por parte “daqueles que promovem ódio”. Os salvadorenhos têm a “responsabilidade” de se tornarem promotores das questões LGBT e “informarem nossos vizinhos e amigos sobre o que significa ser lésbica, gay, bissexual ou transgênera”, escreveu ela. O artigo dela saiu num grande jornal salvadorenho, provocando uma explosão de protestos de cidadãos ofendidos.

Quase quarenta líderes de países latino-americanos repreenderam a embaixadora. Numa declaração num jornal salvadorenho, eles acusaram a representante dos EUA de “desprezar nossos profundos valores cristãos, enraizados na lei natural” ao tentar “impor… uma nova visão de valores estrangeiros e bizarros, completamente estranhos à nossa fibra moral, tencionando disfarçar isso como ‘direitos humanos’” com “um ar de superioridade”. A única coisa com que eles concordaram, declararam eles, é que a violência tem de ser repudiada “exatamente como tem de ser repudiada a violência contra os magros, os gordos, os altos ou os baixos”.

Os líderes enviaram também uma carta aos senadores dos EUA protestando contra a nomeação de Aponte. Numa audiência do Congresso em dezembro, o senador Jim DeMint leu a queixa deles e criticou a “presunção de Aponte de achar que representa as opiniões de todos os americanos” em seu artigo. “Gostaria, em nome dos Estados Unidos, de pedir desculpas ao povo salvadorenho e reassegurá-los de que a maioria dos americanos tem os mesmos valores deles”, disse DeMint.

Os salvadorenhos perceberam que a agressão veio de gente acima de Aponte e lançaram um site nesta semana desmascarando que “Obama Está Corrompendo as Políticas Externas”. O site registra a campanha orquestrada por autoridades americanas para promover a homossexualidade, e a contra-campanha feita por latino-americanos.

The Washington Times, um grande jornal de Washington, DC, publicou uma carta de líderes latino-americanos avisando que a promoção agressiva de direitos homossexuais constitui “guerra contra a religião”. O governo de Obama vem colocando pessoas de outros países “nas linhas de frente”, disse a carta, e está “humilhando nossa cultura e insultando nossos valores”. Os líderes escreveram: “Apoiamos os direitos humanos legítimos de todos os nossos cidadãos. Não apoiamos ‘direitos homossexuais’ inventados. Não apreciamos que uma embaixadora de outro país venha e passe sermão em nós. Temos a intenção de defender nossos valores morais e preservar nossas famílias”.

No Paquistão, a embaixada dos EUA realizou, em suas próprias dependências, uma “celebração de orgulho” LGBT em junho que provocou protestos em várias cidades. O líder de um dos comícios disse: “Os Estados Unidos estão desencadeando uma tempestade de valores imorais” e “resistiremos a todo custo”. O embaixador dos EUA na Sérvia promoveu uma parada de direitos homossexuais nesse país em outubro passado que levou a tumultos com um tom explicitamente antiocidental.

Tradução: Julio Severo

Fonte: Friday Fax

Divulgação: www.juliosevero.com
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OBS> Vejam que, pelo menos quanto a este assunto da causa gay, existem ainda certas nações que lutam contra este terrível mal para a humanidade. Eu coloco este texto porque pela primeira vez que, em todos estes anos vejo um articulista mirar e acertar no verdadeiro alvo, no cerne da questão: a diferença entre a pessoa e o pecado dela.

Com toda certeza, a palavra “discriminação” jamais pode ser usada na defesa de qualquer tipo de pecado, seja ele qual for. Estes demônios deste mal insistem em mudar o foco da questão, desviando-o da verdade, criando assim uma mentira imunda, que os servos de satã tentam impor como lei maior. Uma coisa é a integridade física, outra coisa a perversão imoral. Toda causa, como esta, que atenta contra a vida humana, que se posta em prática literalmente exterminaria a humanidade, deve ser condenada, com toda veemência.

Ora, toda pessoa portadora, seja qual for o tipo de sua deficiência – ou que a sociedade maligna considere um diferencial anormal – deve ser protegida pela lei, pois a inviolabilidade pessoal é um direito universal. Não importa como seja a pessoa, seus direitos físicos devem ser mantidos pelas leis, sob pena de desandarmos em nazismos, holocaustos e chacinas.

Assim, toda pessoa física, gordo, ou magro, negro, índio, deficiente físico, menos inteligente, fraco, doente, velho, feio, inválido, mulher, de profissão humilde, de nacionalidade diferente, seja qual for o motivo que certas pessoas malignas evoquem para diminuir, esmagar, humilhar, escarnecer, zombar ou DISCRIMINAR, têm seguramente direito inalienável de proteção legal, e a sociedade está obrigada a tomar medidas em defesa deles. A integridade da pessoa humana é um direito constitucional universal, que nem mesmo as ditaduras têm direito de burlar.

Outra coisa, muito diferente são os pecados cometidos por quem quer que seja: os crimes, as malvadezas, as abominações, a defesa de qualquer das causas que atentem contra a vida, os roubos, o tráfico de drogas, e qualquer coisa que atente contra a moral, contra os princípios pétreos da lei universal e natural, e contra os ditames de uma consciência livre e pura. Nenhuma lei, nenhum princípio, nenhuma regra em defesa destas coisas, atos ou causas pode ser imposta a toda uma sociedade – ainda mais se por uma gritadora e insignificante minoria - sob a bandeira de uma torpe DISCRIMINAÇÃO, muito pelo contrário: tudo isso deve ser abominado e combatido tenazmente, firmemente, sem tréguas, sem descanso, para o bem de toda a sociedade e da perpetuação da própria vida humana.

Se a sociedade aceitar o pecado do homossexualismo como um bem, e mais que isso aceitá-lo acima até do bem comum e da maioria, como algo melhor e superior, terá obrigatoriamente de aceitar também, todo tipo de pecado, do assassinato ao roubo, da corrupção ao tráfico de drogas, do estupro ao aborto, do adultério à prostituição, da eutanásia ao infanticídio, não somente como um direito legal de quem comete tais atos, como se obrigará a impor a toda a sociedade a obrigatoriedade de cometê-los. Neste caso o direito de pecar passa a ser lei, e, portanto, coercitivo, obrigatório.

Ora, tal sociedade, tal civilização, tal raça ou povo, nação, cidade ou estado que chegar ao abismo de legislar a este favor, terá decretada sua morte natural, súbita e terrível, não porque haja um Deus vingador pronto a matar, um cruel dominador capaz de exercitar sua fúria contra indefesos, mas porque os princípios da lei natural, que congregam a essência da vida, que determinam as regras mais elementares do convívio social e estão gravados no coração dos seres humanos, acabariam por fazer tudo explodir em fúrias e ódios. Tal sociedade estará fadada a sucumbir engolfada em sangue, antes mesmo que tais princípios cheguem a vigorar no todo.

O governo maligno do presidente Obama tem tentado impor a todas as nações a chamada agenda gay, e não vejo naquela nação que se levantem forças suficientes para sufocar estes desígnios perversos. Toda nação, que de fato impor estas regras, terá que desaparecer da face da terra, porque assim aconteceu com Sodoma e Gomorra, não podemos fugir de dizer isso. Se nos calarmos, também sobre nossas casas descerá o fogo dos Céus, porque a Escritura é bem clara, quando diz que “são dignos de morte todos aqueles que cometem tais atos, não somente eles, mas também aqueles que os aprovam”. E calar-se significa concordar!

Desta forma, tanto esta agenda maligna, quanto a agenda do aborto, que infelizmente também aqui em nosso Brasil tentam impor serão causa, e muito em breve, das mais terríveis desgraças, onde sofrerão os maus, mas também os bons. Todas as coisas podem ser mudadas pelas orações das pessoas, menos aquelas que estão dispostas na Bíblia. E a palavra que aponta isso, com toda a dureza do seu conteúdo é a de Isaías que diz: se sobrar na terra 1/10 parte, estará um germe santo. Porque somente restará no fim, realmente, 1/10 parte do povo que quer ser santo. E isso tudo, até o final deste ano de 2012, quem viver verá.

Podem espernear os maus! Podem enfurecer-se os defensores destas causas! Podem vomitar todos os verbos envenenados contra o Deus que condena tais atos, porque não podemos fugir da condenação que está na Escritura: nenhum dos que cometem tais atos, ou os aprovar, entrará nos Reino dos Céus, nem estará na Nova Terra, onde nunca mais haverá isso.
  FONTE

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