Profecias Maias – 2012
Depois que coloquei num dos últimos artigos, uma indicação de data final contida no Calendário dos índios Maias, que viveram na Península de Yucatán, no México, pessoas me enviaram textos e profecias daquela cultura, que muito me intrigaram. A maioria dos textos, contendo as explicações dos cientistas atuais, trás uma série de palavras contaminadas, das quais nunca gostei, como: evolução, alinhamento cósmico, nova era, organismo vivo, e outras, que vou deixar fora, digamos, tirando o esoterismo com que eles pretendem tirar Deus do centro de todas as coisas. O que é impossível!
Tirando estas contaminações, e lendo nas entrelinhas, percebi coisas intrigantes que podem nos fazer pensar e repensar nossas vidas. Toda a ciência Maia era baseada no estudo do tempo. Ainda hoje, com todos os instrumentos de medição, computadores e com estes incríveis telescópios, estações espaciais, e satélites, intriga ao homem saber que os índios, com o pouco que dispunham, tinham um calendário 4 segundos mais apurado do que o atual. Eles alinhavam o tempo, entendendo que os ciclos se repetiam, sempre com os mesmos efeitos, com matemática precisão. Eles davam atenção especial ao final de cada um destes ciclos, sempre como um tempo de muita destruição.
Na verdade, seu calendário constava de três calendários entrelaçados. A soma dos três formava um cálculo espantoso do tempo, passado e futuro. O calendário solar anual era formado por 18 tempos de 20 dias, mais cinco dias, portanto, 365 dias. O calendário religioso – Tolkin – era montado dentro de um ciclo de 260 dias, que se intercalava nos anos solares e marcava as festas religiosas. Havia ainda o calendário de conta longa, que media o transcurso das eras. Para eles ainda, haveria na terra cinco ciclos, cada um de exatos 5.125 anos, quatro dos quais já passaram – e todos terminaram de forma destrutiva – e estamos vivendo agora o final do quinto ciclo, que determinaria o final deste tipo de civilização como hoje a vivemos. Eles não dizem que o mundo acaba neste tempo, mas que a partir dali haverá uma grande transformação no ser humano.
Naturalmente que não vou aqui entrar no mérito destas questões, se estas profecias são corretas ou não, entretanto gostaria de traçar um parâmetro entre aquela civilização e a nossa atual, porque de forma impressionante, parece que os Maias previram o seu fim, e não somente isso, que o fim que eles tiveram, se aplica exatamente a nós também. Quero dizer: o que aconteceu com eles, está acontecendo agora conosco, e terminará da mesma forma que ocorreu com eles. Realmente os cientistas que estudam aquela cultura, estão hoje tentados a afirmar que deveríamos voltar nossa atenção para aquele povo, porque nosso fim será igual ao deles se não mudarmos nosso curso. E infelizmente penso que não mudaremos! E para alguns cientistas, ignorar os alertas que eles nos fizeram poderá levar a humanidade atual a um desastre de imensas proporções. E levará sem dúvida!
Claro que é difícil encaixar os calendários de todos os povos. Cada civilização, cada povo, traçou sua história e seu calendário. Cada um deles faz começar sua data num dia qualquer do tempo, e dali dá curso aos seus registros. Por exemplo, o calendário judaico, que estabelece os tempos da Bíblia, começa a 7 de outubro do ano 3.760 a.C, que para os judeus é a data da criação do mundo. Este ano de 2008 corresponde, portanto ao ano 5768 dos judeus (3760 + 2008 = 5768). Já o calendário chinês indica que estamos no ano 4.703. O Calendário egípcio, o primeiro existente, já existia 4 mil anos antes de Cristo. Assim, não é nossa pretensão aqui fazer encaixar estes calendários, porque acima de todos os tempos está o TEMPO de Deus, e deste ninguém conhece a definição.
Assim, é impossível de fixarmos exatamente uma data para qualquer evento, porque tudo depende deste calendário divino. Mas certamente nenhum povo até hoje conseguiu entender os tempos e as eras, com maior precisão do que os Maias. Embora nossa vida na terra não seja regida pelos astros, verdade é que de tempos em tempos ocorrem alterações no ciclo do Universo, e estas alterações provocam mudanças drásticas nas pessoas, e em todos os seres vivos. Baseados nestes ciclos chamados de “katun” os Maias deixaram uma série de sete profecias, as mais incríveis proferidas por um índio chamado “Chalam Balam”, e que nos fazem pensar: De onde este índio tirou todas estas coisas?
A primeira profecia nos diz que no dia 21 de dezembro do ano de 2012, acontecerá uma brusca mudança no comportamento humano, e será o dia do grande Julgamento de Deus. Será o fim da era do medo e da ambição, a era do materialismo e da guerra, a partir do qual o homem passará a viver em harmonia perfeita com toda a natureza, animal e vegetal. Digamos, em harmonia com Deus! Esta profecia encaixa-se em dois ciclos chamados “katun”, um definido por um período de 20 anos que vai de 1992 a 2012, e outro de 13 anos, que vai de 1999, a também 2012. Não se trata então da data final do planeta terra, mas do fim dos tempos de destruição, do último tempo de 5125 anos. Acaso não é este o termo – fim dos tempos – que se anuncia nas Escrituras?
Ora isso se encaixa com tudo aquilo que sempre temos dito. Quem ensinou aos Maias que haveria este final dos tempos? Os registros Maias falam que viveu entre eles um homem branco, de barbas longas, que por muito tempo os ensinou sobre tudo, vindo mais tarde a ir embora pelo mar. Mais que isso, este homem prometeu a eles que voltaria, tanto que, quando o espanhol Cortez chegou, eles imaginaram ser seu antigo instrutor que voltava. Mas o que lhes viu foi a ruína, pois em menos de 30 anos passados, 95% da sua população tinha morrido. E por acaso também os índios do Brasil não falam de que entre eles viveu Pai Sumé, que os ensinou em muitas coisas e até construiu estradas? Intrigante, não é mesmo?
Assim, os Maias afirmaram que este grande ciclo do tempo acontece a cada 5.125 anos, e que o quarto ciclo terminou com um grande Dilúvio. Observando os ciclos e as eras, eles previram que a partir do ano 3.113 AC, data que julgam ter se dado o início de sua civilização e daí contando 5125 anos adiante teremos o encerramento do último grande ciclo, que se dará num sábado, dia 21 de dezembro do ano de 2012. Previram ainda que grandes mudanças se dariam no mundo, a partir do ano de 1992, seriam acentuadas a partir de 1999, quando começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos com nossa própria conduta.
E pergunto: acaso alguém ainda duvida disso? Digamos até que eles acertaram estas previsões baseando-se em alinhamentos planetários e cósmicos!… Importa saber que qualquer pessoa esclarecida entenderá que tudo segue como eles previram. Eles falam inclusive que apareceriam neste tempo, grandes manchas no sol, e vento solar, que causariam as maiores perturbações no clima da terra, com grandes desastres climáticos, previsões que são repetidos nas seis profecias seguintes. Para eles, isso leva sempre o homem também a uma grande mudança de consciência, em busca da perfeição. E penso que, não conhecendo nosso Deus, realmente eles não teriam como explicar de outra forma. E ainda, acaso não é hoje que as palavras dos profetas atuais, suscitados por Deus, que tentam nos despertar para a tenebrosa realidade em que vivemos?
Mencionando ainda o ano de 1999 a 2ª profecia Maia anunciou que o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de agosto deste ano. Naquele dia vimos como um anel de fogo que se recortava contra o céu, foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da terra de quase todos os planetas do sistema solar. Os Maias previram que a partir desse eclipse do sol, o homem perderia o controle de si e viveríamos uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma nova era. O fim dos tempos, para eles, será uma época de conflitos e de grande aprendizagem, de guerras, separações, loucuras que irão gerar por sua vez processos de sofrimento e destruição em todo o planeta.
Segundo eles, neste tempo a humanidade irá se concentrar no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que está fazendo. Tudo isso estaria criando uma instabilidade emocional, dando lugar para o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, com novos modelos de moralidade e de nacionalismo. Então algumas pessoas se tornarão tolerantes e compreensivas, embora no meio do povo se achem também farsantes e aproveitadores, que os haveriam de explorar. Isso se vê hoje nos mercadores da fé das seitas, quanto nos mercadores de consciência, os reformadores da mídia, que pregam a doutrina das trevas.
Os Maias previram que a partir de 1999 começaria a era do “tempo do não-tempo”, onde a humanidade entraria em linha de julgamento, dando a entender a ocorrência do Grande Aviso de Deus, como sempre temos anunciado. Previram eles que os homens seriam então juízes de si próprios, se analisando como num grande salão de espelhos. Mas se anunciam que muitos mudarão a consciência, prevêem também, que outros que por ambição ou frustração culparão os outros ou a Deus pelo que acontecerá. E isso está predito na Bíblia. Tal significa que o céu e o inferno estarão se manifestando ao mesmo tempo e cada ser humano viverá em um ou em outro, dependendo de seu próprio comportamento. Vejam a precisão de tudo!
Sim, tudo isso vemos hoje, não no sentido esotérico da questão, mas como realidade que pulsa e vibra diante de nós. Vemos uma luta furiosa entre o bem e o mal, céu e inferno fúrias pela posse das almas. Na realidade, os textos não trazem nada neste sentido, indicando que os Maias acreditassem na transcendência da alma, que cressem numa outra vida após esta, embora, acreditassem num deus, Ku-kul-kan. Desta forma, eles jamais poderiam prever como nós o fazemos entendendo pelas Escrituras, que depois disso haverá um “Novo Céu e Nova Terra, onde habitará para sempre a justiça”.
A 3ª profecia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa. Acaso não é isso que está acontecendo com aquilo que os cientistas dizem ser o “aquecimento global”? Os Maias disseram que esse aquecimento se dará por vários fatores, sempre tendo o homem como causador de sua ruína. Como sempre temos afirmado! Falam também que muitos transtornos serão gerados pelo sol, que ao acelerar sua atividade pelo aumento da sua vibração, fará aumentar a temperatura do planeta. Será difícil para muitos suportar a destruição que vem.
A 4ª profecia Maia volta a alertar sobre o aquecimento do planeta, causado pela conduta depredatória do ser humano e por uma maior atividade do sol, o que causará o derretimento do gelo dos pólos e geleiras. Os Maias previram que esta seria a forma como o planeta se limparia e teria muitas áreas verdes por todas as partes. Num dos artigos já mostramos que este aumento da temperatura, de certo modo será necessário, pois se por um lado dificulta a vida humana e mata muita gente, por outro lado isso será usado por Deus para limpar a terra, dos milhões de bactérias e germens nocivos que não deverão existir adiante. Eles morrerão de calor! Tudo quando a terra for totalmente limpa de contaminações e dos venenos criados pelo homem.
Sinal dos tempos: vejam a notícia de hoje, dia 28.06.2008 – O Pólo Norte pode perder seu gelo neste verão devido ao aquecimento global, que está reduzindo a calota polar há uma década, algo sem precedentes na atualidade, advertiu nesta sexta-feira o cientista americano Mark Serreze. Exatamente aquilo que previram os “oráculos Maias”, há muitos séculos atrás. Está acontecendo um acelerado processo de degelo das grandes geleiras e dos dois pólos da terra, fruto de ações malignas cometidas pelos homens. Entre elas estourar bombas atômicas nas ilhas do Pacífico, que tumultuaram todo o equilíbrio do clima do planeta. Mais que isso, um grande tumulto está acontecendo nas profundezas dos oceanos, provocando um desequilíbrio geral entre as espécies animais e vegetais. Os monstros das profundezas estão aflorando, e os corais morrendo!
Mais do que isso, em nossos artigos anteriores já colocamos estas coisas. As profecias atuais nos falam de que num determinando momento a terra deverá entrar numa bolha incandescente que viaja pelo espaço, despercebida do homem, e que fará o calor aumentar a níveis capazes de inviabilizar a vida humana em alguns lugares. Falam de um “planeta em fusão” que acabou de perder o equilíbrio, que seria desviado por Deus em parte, porque senão ela iria destruir toda a vida do planeta, animal e vegetal. Sempre, e em todos os momentos, devemos saber que nosso Deus comanda tudo e tudo se dará como Ele planejou desde toda eternidade. Não devemos ter medo então!
De fato, a 5ª profecia Maia diz que todos os sistemas baseados no medo sob as quais está fundamentada a nossa civilização se transformarão simultaneamente com o planeta e com o ser humano, dando lugar a uma nova realidade de harmonia. O ser humano, ao que parece hoje imagina de que o Universo existe só para ele, e que a tudo o que tiver na terra pode ser depredado, impunemente e sem consciência, e riscos. Que deve aproveitar ao máximo “porque acabará tudo mesmo”. Isso parece impregnado na alma humana. Por exemplo, acham que podem retirar do subsolo bilhões de toneladas de petróleo dos ocos profundos da terra, sem que isso abale a estrutura do planeta. E assim também com todos os outros minerais. O que se instalou hoje na terra é o reino da loucura, que está transformando o planeta num verdadeiro queijo suíço, fato que ativa os vulcões e faz troar outras forças da natureza. Forças que se arregimentam para um grande abalo final!
Os Maias alertam também que as combinações humanas falharão, e que também os elementos se revoltarão a um só tempo. É para isso, aliás, que já nos alertava São Pedro em sua segunda carta, prevendo a demolição das estruturas atuais, chegando ao ponto de tudo desagregar-se, pelo anular das leis que regem a matéria e toda a vida. Devido a isso, eles prevêem que toda a estrutura social se desmontará, com a desagregação das famílias, a degeneração da moral e o rompimento de todo o tecido social. Afinal, qualquer pessoa pode perceber isso acontecendo, e cada vez mais de forma acelerada. A moral desce aos abismos da loucura, e a maioria da humanidade acha tudo normal.
A 6ª profecia Maia fala que nos próximos anos surgirá nos céus um cometa cuja trajetória colocará em perigo a própria existência do ser humano. O cometa – Ajenjo como o chamavam – foi também anunciado por várias outras religiões e culturas, por exemplo, na Bíblia, no livro do Apocalipse, onde recebe o nome de “Absinto”. Se o cometa aparecer é possível que sua trajetória o leve a se chocar com a Terra. E como as Escrituras avisam que “cairão estrelas do Céu” – Jesus mesmo previu isso – então não há como duvidar de que estamos no exato ciclo do surgimento deste cometa. Entretanto, como já avisamos em outros artigos, o primeiro que bater na terra não será descoberto pela ciência, até o momento do impacto.
Os Maias sempre estudaram e registraram os eventos do céu, e como nenhum povo até hoje existente conseguiram acertar eventos futuros espetaculares. De fato, eles chegaram a prever com exatidão eventos acontecidos há 26 mil anos e isso sem terem computadores para executar os cálculos. Como fizeram isso a ciência atual desconhece. Na realidade, sobraram apenas quatro dos muitos códices com os registros maias, porque os padres da época, que não entendiam aquela linguagem, achavam que aquilo continha doutrina do demônio, pois se tratava de um povo que oferecia sacrifícios ao sol, dizendo que ele deveria se alimentado de sangue humano. A descrição que um sacerdote da época faz destes rituais é apavorante. Tudo isso foi decifrado por um estudioso alemão chamado Hans Fostermann, em 1885. Mas muito ainda permanece oculto!
Ora, em verdade os padres da época não imaginavam que hoje, com os milhares de abortos que se comete diariamente, a humanidade “moderna” acabaria por ultrapassar os Maias em assassinatos. O que se verifica aqui é que, eles mesmos sentiram que quando uma civilização começa a matar seus filhos, automaticamente acaba por se degenerar e comete como que um suicídio coletivo. Sinal então de que chegamos, de forma inexorável a um ponto sem retorno, que culminará com a ruína da maior parte dos homens.
A 7a profecia nos fala que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, haverá uma incrível transformação na sociedade. Eles avisam que se o homem não refrear sua corrida fatalmente cairá num abismo sem volta. Percebemos isso, pois a humanidade está cega, completamente obcecada na busca do material e pessoal, esquecendo do que é eterno. Isso tudo, segundo eles, levará a humanidade ao final de uma era, da qual restarão muito poucas pessoas, que iniciarão um novo sistema de vida, baseado na tolerância, na paz, no amor entre as pessoas, num mundo totalmente diferente do que vemos hoje.
Segundo os Maias, mudarão todos os sistemas de governo, não havendo mais necessidade de exércitos e de comandos de guerra, porque a nova humanidade, surgida depois da grande hecatombe final, se impregnará de paz, e nunca mais quererá a guerra. É o que falam também as Sagradas Escrituras quando prevêem que os homens irão fazer de suas armas de guerra, instrumentos de trabalho agrícola, e nunca mais se atacarão entre si. Afinal, também segundo os Maias e como prevêem as Escrituras, desaparecerá da terra todo o sentido de diferença nacional, ou de povo e raça, não havendo mais limites nem fronteiras.
Eles prevêem que as artes e ciências irão florescer como nunca, porque a humanidade voltará toda a sua inteligência para construir a civilização do amor. E será de fato incrível este futuro, onde a humanidade viverá como uma grande família, junto com seu Deus. Os Maias afirmam que haverá até mesmo uma mudança na genética das pessoas, que serão como que impregnadas do bem. Tudo isso se pode aprender também das Escrituras, pois não resta dúvida de que sem uma mudança radical, na própria genética do homem, ele sempre irá querer ser um deus de si mesmo, e jamais aceitará o primado eterno do seu amoroso Criador e grande Pai Eterno. Sem esta mudança genética, penso que o homem não teria cura, seria inviável e Deus o teria de eliminar para sempre.
Entrementes, estamos vivendo aquele tempo do não tempo, previsto pelos Maias. Isso para mim significa esta alteração acelerada no correr dos dias, onde Deus fez encurtar os tempos, porque senão o homem não suportaria a carga emocional diária, e na sua fraqueza morreria em massa, de depressão e pavor. Como já expliquei acima, eles previram que nos tempos a partir de 2006 até 2012, haveria um tempo terrível, onde a humanidade mergulharia em verdadeira hecatombe. Nos vídeos que assisti sobre este tempo, traduzi algumas previsões do sacerdote Maia, chamado Chalam Balam…
“Será um tempo de infortúnios, guerras entre líderes e liderados. O povo perderá a fé em seus líderes, que poderão até se maltratados e enforcados. Haverá naquele tempo uma grande abundância de serpentes e uma grande fome. Neste período nascerão poucas crianças”…
Isso está previsto também nas profecias atuais, preditas pela nossa visão de mundo, e não apenas pela visão Maia. Virá proximamente uma sucessão de rebeliões dentro dos países, com grande revolta contra seus líderes, e certamente muitos serão mortos. Falo não somente de líderes políticos e governantes, mas também líderes religiosos. Também se prevê o surgimento explosivo de certos tipos de animais nocivos e peçonhentos, que irão afligir a humanidade por algum tempo. Com o advento da crise, certamente muitos casais procurarão evitar filhos, porque está dito: ai das mulheres grávidas naquele dias!.
“Época de extermínio e destruição, do fim da cobiça, mas de muitas lutas. Tempo de buscar outro lugar para morar. Época de governos maus e enganadores. Muitos morrerão de fome”.
Também isso se verifica com precisão, e podem ver o tipo de governo imoral e enganoso, maligno até, que temos em nosso país. Governo que pugna por todo tipo de lei que, em nome de uma falsa laicidade, pretende afrontar a Lei divina e maior. Eis como buscam a aprovação do aborto, e a implantação da tirania gay. Neste tempo final, com certeza muitas pessoas mudarão de localidade, fugindo das catástrofes, fato que também encontra amparo nas Escrituras: Os homens morrerão de medo, diante do barulho do mar e das ondas… Mar humano, de povos fugindo das guerras que virão! No meio disso tudo a fome, a destruição, a morte da maioria dos homens.
“Neste tempo, a divindade Suprema retornará à terra, anunciando uma nova era, nas relações humanas”.
É exatamente isso que temos anunciado: o retorno iminente de Jesus, sob as nuvens do Céu, para julgar os vivos e os mortos! Ele virá também para implantar aqui a Nova Terra, onde haverá de reinar para sempre a Justiça, sob o comando do próprio Deus. É claro que os exotéricos citam esta “nova era”, como a forma de um mundo laico, que se irá separar de Deus imaginando viver sem Ele, pois satanás também tem seus planos para o futuro da humanidade. Planos de ódio, destruição, escravidão e tormento!
Deus, porém, vencerá e sempre! E nós com Ele! Seu projeto é de amor, e se todas as profecias se cumprirem efetivamente, veremos que a grande aventura humana está para entrar num tempo diferente dos outros tempos. O tempo do não tempo Maia, conforme está previsto no livro de Isaías, especialmente no capítulo 65, 17-25. Vale a pena ler e meditar neste texto e também em outras passagens proféticas, que prenunciam este tempo futuro, onde finalmente reinará a paz na terra, e para sempre. Nosso filhos viverão isso!
O fato é que, para tal acontecer, é preciso que algo gravíssimo estremeça com o ser humano. Sempre tenho afirmado, que para o homem vergar-se, finalmente, e totalmente, sem reservas nem restrições, sem exigências nem dúvidas, humilde e amorosamente, como toda a força de seu coração ao PRIMADO de Deus é preciso que algo espantoso nos aconteça. Algo terrível, avassalador, com experiências tão dolorosas e aterrorizantes que levem a impregnar na alma humana, de forma indelével, a submissão voluntária a Deus, o nosso Pai Criador. Depois delas, NUNCA MAIS o homem dirá que Deus não existe! Ou deixará de amá-LO.
De fato, depois de “passadas todas estas coisas”, o homem jamais irá querer afastar-se de Deus, porque entenderá que longe Dele é somente a ruína, a dor, o sofrimento, a doença, a escravidão e a morte. Porque até mesmo a morte será vencida, Jesus nos prometeu isso, e Ele é fiel. E todos aqueles que estiverem vivos no dia do julgamento, irão viver isso aqui na terra, eles e seus descendentes, enquanto existir o planeta terra.
Temos assim, no exemplo daquele povo desaparecido, um aviso a ser meditado. Eles desapareceram da terra, porque não levaram em conta suas profecias. Também nós hoje estamos em vias de destruição, porque não levamos em conta os avisos que nos são enviados diariamente pelo Céu. Toda a natureza, toda a vida animal e vegetal, dá sinais de que sofre já as dores do parto e isso é prenuncio seguro de que o que foi predito, muito em breve se cumprirá. Se um povo que não acreditava no verdadeiro Deus previu tudo isso, é loucura que os filhos deste Deus verdadeiro ignorem estas profecias.
Terminando podemos afirmar: Como dentre os Maias sobraram apenas alguns poucos indivíduos, que até mesmo perderam a identidade tribal e perderam seus conhecimentos, também a humanidade atual esquecerá sua identidade antiga, esquecerá que foi sempre uma blasfêmia viva, para entrar definitivamente nos tempos de Deus. E restarão poucos vivos! Será um mundo todo diferente, sol e lua diferente, planeta totalmente modificado. E um homem novo! Nossos filhos!
fonte: Recados do Aarão
A terra acabara em fogo. “ou seja no Verão Galáctico”
A cada 22.560 anos sistema solar da uma volta ao redor da via láctea completando assim um ano galáctico, sendo que a cada 5640 anos acontece a mudança climática no sistema solar, como a estações do ano que a cada 4 meses muda com o movimento de translação da terra, outono, inverno primavera e verão.
As profecias maias para 2012 estão corretas no fenômeno mais estão errada nas datas pois nas divisões de tempo ano galáctico não e dividido em 5 ciclo, são apenas 4 como o movimento de translação da terra que a cada 1 ano se divide em quatro estações, o mesmo acontece com o ano galáctico. Resta saber que período nos estamos?
O fenômeno DILUVIO e datado aproximadamente 5.600 ac – corresponde ao ciclo galáctico OUTONO.
A era glacial datada anterior ao DILUVIO – corresponde ao ciclo galáctico – INVERNO.
Quando começará o VERÃO GALACTICO, período em que o sistema solar estará mais próximo do núcleo da via láctea.
Este será o fim dos tempos. A não ser que antes, um cometa venha nus visitar.
Max Eugenio Pires da Costa 01 setembro 2011 SG – Piaui.
Adorei os comentarios, principalmente do Marcelo.Acredito como ele que teremos uma renovação espiritual.O homem vem se tornando mais animal do que humano, não poderemos mais continuar desta forma.Pessoas morrendo de fome, por guerras, por interesses econômicos.Isto é inadimissível.Espero que seja lá o que for acontecer em 2012, aconteça para sacudir a raça humana e faze-la rever seus conceitos distorcidos.Teremos que nos tornar mais humanos,por bem ou por mal.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América LatinaProfecias Maias – 2012
Depois que coloquei num dos últimos artigos, uma indicação de data final contida no Calendário dos índios Maias, que viveram na Península de Yucatán, no México, pessoas me enviaram textos e profecias daquela cultura, que muito me intrigaram. A maioria dos textos, contendo as explicações dos cientistas atuais, trás uma série de palavras contaminadas, das quais nunca gostei, como: evolução, alinhamento cósmico, nova era, organismo vivo, e outras, que vou deixar fora, digamos, tirando o esoterismo com que eles pretendem tirar Deus do centro de todas as coisas. O que é impossível!
Tirando estas contaminações, e lendo nas entrelinhas, percebi coisas intrigantes que podem nos fazer pensar e repensar nossas vidas. Toda a ciência Maia era baseada no estudo do tempo. Ainda hoje, com todos os instrumentos de medição, computadores e com estes incríveis telescópios, estações espaciais, e satélites, intriga ao homem saber que os índios, com o pouco que dispunham, tinham um calendário 4 segundos mais apurado do que o atual. Eles alinhavam o tempo, entendendo que os ciclos se repetiam, sempre com os mesmos efeitos, com matemática precisão. Eles davam atenção especial ao final de cada um destes ciclos, sempre como um tempo de muita destruição.
Na verdade, seu calendário constava de três calendários entrelaçados. A soma dos três formava um cálculo espantoso do tempo, passado e futuro. O calendário solar anual era formado por 18 tempos de 20 dias, mais cinco dias, portanto, 365 dias. O calendário religioso – Tolkin – era montado dentro de um ciclo de 260 dias, que se intercalava nos anos solares e marcava as festas religiosas. Havia ainda o calendário de conta longa, que media o transcurso das eras. Para eles ainda, haveria na terra cinco ciclos, cada um de exatos 5.125 anos, quatro dos quais já passaram – e todos terminaram de forma destrutiva – e estamos vivendo agora o final do quinto ciclo, que determinaria o final deste tipo de civilização como hoje a vivemos. Eles não dizem que o mundo acaba neste tempo, mas que a partir dali haverá uma grande transformação no ser humano.
Naturalmente que não vou aqui entrar no mérito destas questões, se estas profecias são corretas ou não, entretanto gostaria de traçar um parâmetro entre aquela civilização e a nossa atual, porque de forma impressionante, parece que os Maias previram o seu fim, e não somente isso, que o fim que eles tiveram, se aplica exatamente a nós também. Quero dizer: o que aconteceu com eles, está acontecendo agora conosco, e terminará da mesma forma que ocorreu com eles. Realmente os cientistas que estudam aquela cultura, estão hoje tentados a afirmar que deveríamos voltar nossa atenção para aquele povo, porque nosso fim será igual ao deles se não mudarmos nosso curso. E infelizmente penso que não mudaremos! E para alguns cientistas, ignorar os alertas que eles nos fizeram poderá levar a humanidade atual a um desastre de imensas proporções. E levará sem dúvida!
Claro que é difícil encaixar os calendários de todos os povos. Cada civilização, cada povo, traçou sua história e seu calendário. Cada um deles faz começar sua data num dia qualquer do tempo, e dali dá curso aos seus registros. Por exemplo, o calendário judaico, que estabelece os tempos da Bíblia, começa a 7 de outubro do ano 3.760 a.C, que para os judeus é a data da criação do mundo. Este ano de 2008 corresponde, portanto ao ano 5768 dos judeus (3760 + 2008 = 5768). Já o calendário chinês indica que estamos no ano 4.703. O Calendário egípcio, o primeiro existente, já existia 4 mil anos antes de Cristo. Assim, não é nossa pretensão aqui fazer encaixar estes calendários, porque acima de todos os tempos está o TEMPO de Deus, e deste ninguém conhece a definição.
Assim, é impossível de fixarmos exatamente uma data para qualquer evento, porque tudo depende deste calendário divino. Mas certamente nenhum povo até hoje conseguiu entender os tempos e as eras, com maior precisão do que os Maias. Embora nossa vida na terra não seja regida pelos astros, verdade é que de tempos em tempos ocorrem alterações no ciclo do Universo, e estas alterações provocam mudanças drásticas nas pessoas, e em todos os seres vivos. Baseados nestes ciclos chamados de “katun” os Maias deixaram uma série de sete profecias, as mais incríveis proferidas por um índio chamado “Chalam Balam”, e que nos fazem pensar: De onde este índio tirou todas estas coisas?
A primeira profecia nos diz que no dia 21 de dezembro do ano de 2012, acontecerá uma brusca mudança no comportamento humano, e será o dia do grande Julgamento de Deus. Será o fim da era do medo e da ambição, a era do materialismo e da guerra, a partir do qual o homem passará a viver em harmonia perfeita com toda a natureza, animal e vegetal. Digamos, em harmonia com Deus! Esta profecia encaixa-se em dois ciclos chamados “katun”, um definido
Gostaria de saber se está próximo mesmo algo muito ruim para a Humanidade (não exatamente o “fim do mundo”), se vai haver mesmo grandes inundações e, portanto, se eu, morando no Rio de Janeiro, devo sair, me mudar, e até quando… Se alguém puder me orientar, eu agradeço muitíssimo…
Charles,Jesus Cristo é o mesmo ,ontem,hoje e sempre.Quem tem Jesus e Maria não tem nada a temer.E onde os encontramos?Nos sacramentos(missa e confissão),na oração(terço e oração em comunidade),na leitura da Bíblia.
Ora, ora ora pelo visto todos que aqui deixaram seu recado sentem uma pontinha de medo e acredito também, que uma certa curiosidade para realmente saber se um dia tudo acabará, como irá ser…de que maneira…por onde surgirá…Preparados espiritualmene? Quem está. Podem ter certeza que menos, bem menos de 1% de toda a população mundial está. Somos seres egoístas, pequenos e mesquinhos perante o universo, todo o nosso conhecimento não é absolutamente nada do que ainda precisamos aprender. Se querem realmente entender o presente é preciso desvendar o passado, feito isto compreenderemos perfeitamente o que nos espera no futuro, afinal sabemos muito pouco de quase nada nesse mundo.
Lendo essas profecias dos Mais eu ri muito, qual a dificuldade de acertar eclipse? quase todos os povos antigos fazia isso. Dizer que as catastrofes estão piores agora! Pela amor de Deus haja paciência.
Outra coisa: >porque de forma impressionante, parece que os Maias previram o seu fim, e não somente isso, que o fim que eles tiveram, se aplica exatamente a nós ..
R = Mortos pelos Espanhóis?
Lendo essas profecias dos Mais eu ri muito, qual a dificuldade de acertar eclipse? quase todos os povos antigos fazia isso. Dizer que as catastrofes estão piores agora! Pela amor de Deus haja paciência.
No ano 2000 o fim do mundo era quase uma certeza. Todos os papagaios que apregoam a destruição, a morte gratuita, a vingança e o ódio (incluo nestes as religiões e os fanáticos) já esfregavam as mãos de uma “felicidade” doentia pelo fim dos tempos que se aproximava. Afinal, já estamos em 2009 e para seus desgostos nada (sublinho), mesmo nada aconteceu. Agora falam das profecias dos Maias. Bem… se analizarmos apenas 100 anos de nossas vidas (refiro-me ao século 20), aconteceram mais atrocidades neste planeta que talvez séculos e séculos de vivência humana. Duas guerras mundiais (não foi apenas uma), repito, duas guerras mundiais, a morte cruel de inocentes pelos alemães e mais tarde pelos próprios Americanos em Hiroxima e Nagasaki, doenças como o HIV-SIDA (AIDS), ébola, terrorismo… sei lá, tantos tristes acontecimentos que de facto foram uma vergonha para nós, humanos. No entanto, nunca as pessoas começaram a viver tanto tempo, foram descobertas formas de prolongar a vida, começámos a poder comunicar e expressar o que nos vai na alma, regimes coloniais acabaram, escravatura em muitos países, houve um desenvolvimento na nossa própria consciencia sobre muitos dos erros que se cometeram. Estamos um pouco melhores do que estavamos em 1900. Precisamos de melhorar muita coisa é certo, mas é inegável que muita coisa mudou para melhor. Mas agora dizem-me: “E as doenças e as guerras que existem agora? O terrorismo, o 11 de Setembro, etc, etc…?” Se analizar-mos o que foram os 200000 anos de história da humanidade repararão que isso sempre existiu. Às vezes mais, outras vezes menos. Revolução francesa, descobrimentos e subjugação de inocentes ao jugo dos poderosos, terramotos terríveis, destruição de cidades inteiras (Pompeia por exemplo), maremotos (Lisboa 1755 em que destruiu a cidade quase toda), inquisição, doenças terríveis como a peste, mortes inexplicáveis porque a tecnologia e conhecimentos nesses tempos não permitia melhor, tantas, tantas coisas más. No entanto, o mundo não acabou. Sofreu alguns abanões, é verdade, mas não acabou. Em relação aos Maias, eles pelos vistos até fizeram as contas certas no que diz respeito ao calendário. É inegável! Mas só estão a fazer parte das contas. Em 200000 anos de existência da humanidade, quantos ciclos semelhantes a este já se passaram? O que aconteceu com a humanidade? Ficámos melhores, piores ou mais ou menos tudo na mesma? É disto que se trata! Nem os cientistas sabem bem o que poderá acontecer, mas estamos só a 2 ou 3 anos desse hipotético fim… Será que se notássem que algo de muito grave pode aconter, a comunidade científica não teria já mais dados e dado intruções para nos prepararmos? Acho que o fariam. Isto que tanto se fala vai ser exactamente uma patétice. Os efeitos do sol na terra serão alguns, admito, mas nada mais que isso (para o desgosto dos que queriam MESMO que o mundo acabásse). Acredito que muitas destas supostas seitas irão acabar porque a “profecia” não se vai confirmar. Será tal e qual o que se passou quando passámos para o 3º milénio. Tentem ser pessoas melhores, mas sem estas histórias de bruxas e duendes. Abraços
É a partir de 2010 teremos 3 anos para a nova ERA.Veremos o fim do medo que significa o fim das moedas ,do Sistema Econômico Mundial,o fim dos governos corrúptos,o fim da cobiça e da avareza,o fim do terrorismo.
Veremos tambem o fim das religiões que pregam um Deus vingativo e sem perdão.
Veremos tambem o fim dos pastores e padres que são lobos em pele de cordeiro(os pedófilos e tarados sexuais).
Veremos tambem o resultado da destruição da natureza e sua consequências…
Veremos o arrependimento dos humanos com a falta de amor para com os animais e criaturas de Deus…
Veremos o jugamento da conciência de cada um com seus atos egoistas.
Veremos tambem o fim da hipocrisia de muitos ,que se dizem “santos” que vão a igreja todas as semanas,mais não segue o que Jesus ensinou ,amar a Deus sobre todas as coisas.
Para isto tem que se desapregar das coisas materiais e do domínio sobre o próximo(filho,filha,marido esposa),fim do ciúme, do desejo (sexual,material e posse).
Fim do egoismo e da intolerância pessoal.
Fim do apego a família e ao corpo,a vaidade…
Ai sim que a humanidade recebera´a nova ERA,depois das pedradas na conciência…
Veremos….
Com base no que podemos ler em sites que tratam sobre as teorias de 2012, não sei ainda se acredito que realmente algo possa acontecer, talvez passe esta data assim como outras tantas (1999/2000…) sem nada acontecer, mas tenho alguns temores e creio que acontecerá o seguinte:
- gradativamente a atividade solar está se intensificando, isto pode ser constatado no site Soho que fotografa diariamente o sol; sabe-se também que é cientificamente provado que estaremos passando por uma área na via láctea (equador da via láctea) em 21/12/2012, pode ser verificado no equador da terra que bem no centro as forças magnéticas se anulam, no lado norte a água quando desce no ralo gira em uma direção e no sul gira na direção contrária; minha teoria é de que nesta passagem pelo “equador” da galáxia devido ao possível abalo nas forças magnéticas da terra e talvez a troca de pólos estejamos suscetíveis e considerando que poderemos estar em meio à uma alta atividade solar poderíamos estar sofrendo as descargas elétricas e caloríficas com muita intensidade.
Sobre a decadência da civilização maia:”A civilização Maia, quando sofreu a invasão espanhola, já estava em decadência por diversos motivos discutidos entre historiadores. Iremos trabalha-los agora. Um dos problemasl que levou a degradação das cidades Maias defendido aqui é a agricultura.
Com modo de produção tributário, era necessário retirar da terra o alimento para o sustento e manutenção da classe-Estado. Tendo em vista que o solo da planície do Yucatan era pobre foi necessário aplicar uma rotatividade de plantios, para possibilitar o descanso da terra. O problema que aí encontramos foi o grande crescimento populacional.
A exigência de novas terras para cultivar, no Novo Império, provocou a crise do sistema e a guerra, como forma de estender o controle das cidades sobre um território maior. Com a guerra entre as cidades-Estado a civilização Maia entrou em decadência.
Segundo alguns houve outros fatos que só pioraram a situação da população além das guerras como terremotos e pestes, mas estes fatos usados para explicar a decadência giram em torno do aqui demonstrado: a falta de terras para o cultivo. Assim a dominação espanhola foi facilitada pela decadência das cidades Maias, que já estavam abaladas.
“
Por aí se tiramas conclusões…..
Religião maia:”Os deuses maias possuíam uma natureza antropomorfa, fitomorfa, zoomorfa e astral. A figura mais importante do panteão maia é Itzamná, deus criador, senhor do fogo e do coração. Representa a morte e o renascimento da vida na natureza. Itzamná é vinculado ao deus Sol, Kinich Ahau, e à deusa Lua, Ixchel, representada como uma velha mulher demoníaca. Alguns pesquisadores acreditam que seu nome deriva das palavras com as quais supostamente se definiu ante os homens: “Itz en Caan, itz en muyal” (“Sou o orvalho do céu, sou o orvalho das nuvens”). Porém, também parece significar ‘Casa da Iguana’.
Segundo esta idéia, haveria quatro Itzamnás, correspondentes às quatro direções do Universo. Quatro gênios ou divindades, os Bacabs, por outro lado, aparecem sustentando o céu, identificados com os quatro pontos cardeais, que por sua vez estão associados a quatro cores simbólicas (Leste,vermelho; Norte, branco; Oeste, preto; Sul, amarelo), uma árvore (a seiva sagrada) e uma ave. Segundo a versão de alguns povos maias, seria filho de Hunab Ku, ser supremo e todo-poderoso.
Chac, que se destacava pelo nariz comprido, ocupava o lugar de deus da chuva e costumava aparecer multiplicado em chacs, divindades que produzem a chuva esvaziando suas cabaças e jogando machados de pedra. As uo (rãs) são suas companheiras e agem anunciando a chuva. O jovem deus do milho, Ah Mun estava relacionado com a vegetação e com o alimento básico; freqüentemente brigava com o deus da morte, Ah Puch, Senhor do nono inferno. Outras divindades associadas às trevas e à morte são Ek Chuah, deus negro da guerra, dos mercadores e das plantações de cacau, e também Ixtab, deusa dos suicídios.
A semelhança e os contatos entre a cultura maia e a asteca explicam a aparição entre os maias da Serpente Emplumada (Quetzalcoatl), que recebe o nome de Kukulcan em Yucatán e de Gucumatz nas terras altas da Guatemala
“
Os maias foram os povos mais violentos da civilização americana,senão de todos os tempos e todas as épocas e lugares.Arrancavam os corações ainda palpitando de suas vítimas humanas.Eram mais de 10.000 pessoas mortas por ano para este fim.Pessoas eram raptadas para serem oferecidas em sacrifício.E por causa de um pressuposto avanço desta civilização na área de astronomia,vou considerá-la mais boa que má?De maneira alguma.Ainda mais que este interesse por “astronomia” era com interesse religioso de adoração.Então ,para mim,todas estas profecias maias provém do maligno mesmo.Talvez o demônio queira mesmo que aconteça um cataclismo em 2012 e saiba que isto vai acontecer, mas com certeza Deus intervirá,caso isto aconteça.Devemos crer em novos céus e nova terra, e que a palavra final é do bem.Sobre os maias,eles
não foram queimados e nem desapareceram .Contrariando a crença popular, o povo maia nunca “desapareceu”, pois milhões ainda vivem na mesma região e muitos deles ainda falam até alguns dialetos da língua original.
O primeiro contato entre espanhóis e maias foi relatado assim:
“Ao desembarcar dos navios os espanhóis horrorizaram-se, pois o sacerdote local acabara de praticar um sacrifício, e as paredes, assim como os cabelos do sacerdote, estavam ensopados de sangue (e era preceito rigoroso que não se os podia limpar). O mal estar deve ter ficado explícito e o sacerdote, convocando um grande número de guerreiros, fez os espanhóis entenderem que não eram benvindos: acenderam uma pequena fogueira deram a entender que se eles não se fossem até o fogo se extinguir, iria haver violência.
Cautelosa a tripulação retirou-se e rumou mais para o sul até Champoton onde desembarcaram pois a provisão de água dos navios tinha se acabado e era necessário renová-la. Tentando encher suas pipas e vasilhas num poço do maias, estes os hostilizaram e atacaram por dias a fio, flexando-os a distância do fio das espadas e dos tiros de mosquetes, que já não os assustavam.
Sem outra alternativa, os espanhóis romperam o cerco e fugiram em direção aos navios, abandonando as vasilhas de água. Na fuga, os batéis emborcaram e os espanhóis seguiram meio a nado, meio agarrados aos escombros, e depois foram resgatados.
Da centena de homens do início da expedição, neste embate cinqüenta foram mortos e os que não tiveram suas gargantas cortadas com espadas de madeira encravadas de sílex foram capturados para servirem a futuros sacrifícios, e todos os demais ficaram feridos a exceção de um único soldado que surpreendentemente saiu ileso.
O próprio cronista Bernal Diaz de Castilhos, então com 25 anos, havia levado três flechadas, e o chefe da expedição, Hernandes de Córdoba, veio a falecer das complicações dos ferimentos daqueles combates.
Feitos ao mar sem água potável, com pesadas baixas mas com um punhado de ouro, estes primeiros conquistadores foram o estopim para futuras expedições de outros tantos aventureiros. Assim se iniciava a conquista dos estados maias
Marcelo,
Gostei muito do artigo mas para este seu último comentário, não acredito que a Igreja tem muito a pedir perdão pelas ‘supostas barbaridades”. Se os maias sacrificavam pessoas, cultuavam a morte e o demônio bem disfarçado em seus deuses, qual seria o problema em queimá-los em fogueiras? Se alguém não aceita uma religião de amor até seus inimigos e mata pessoas inocentes, não é uma barbare jogá-los na fogueira. Vários religiosos e religiosas foram obrigadas a sair de seus mosteiros e conventos pelos nazistas que debochavam e diziam: ‘ se Deus existisse eu não estaria aqui”, e ainda por cima foram mandados para campos de extermínio e trabalho escravo. Não existiram barbaridades na Idade Média. E que hereges, bruxos e etc queimem na fogueira.
Ola Angélica,que eu sei é que os missionários espanhois,mataram milhares de índios Maias em fogueiras humanas,foi uma barbare danada,pois aqueles que não aceitavam o cristianismo e a igreja Católica era chicoteado e queimado em fogueiras…
Acredito que todos foram torturados pelos missionários sem compaixão nenhuma.
São responsáveis pelo maior massacre comparado ao holocausto nazista.
A igreja Católica tem muito a pedir perdão pelas barbaridades da idade média…
Tanto aqui no Brasil como em toda a America Latina….
Bom o último Papa esta´ai e tera´que fugir do Vaticano…
O bom pagará pelos pecadores…
Realmente uma pena….
E os maias tinham vários deuses.Os deuses maias não eram entidades separadas como os deuses gregos. Também não existia a separação entre o bem e o mal e nem a adoração de somente um deus regular, mas sim a adoração de vários deuses conforme a época e situação que melhor se aplicava para aquele deus.
Em 1531, os missionários espanhóis franciscanos e dominicanos evangelizavam os índios maias e astecas no México, e tinham muita dificuldade nessa missão porque esses índios eram idólatras e ofereciam aos seus muitos deuses sacrifícios humanos de milhares de rapazes e de virgens, nos altos das muitas pirâmides que podem ser visitadas ainda hoje no México. Um sacerdote cortava fora o coração de vítima, com uma faca de pedra pouco afiada e o oferecia aos deuses.
Nesse ano a Virgem Mãe de Deus apareceu ao piedoso índio São João Diego, na colina de Tepeyac, perto da capital do México. Com muito carinho ela pediu que ele fosse ao bispo pedir-lhe que nesse lugar construísse um Santuário em sua honra. D.João de Zumárraga, primeiro bispo do México, franciscano, vindo da Espanha, retardou a resposta a fim de averiguar cuidadosamente o ocorrido. Quando o índio, movido por uma segunda aparição e nova insistência da Virgem, renovou suas súplicas entre lágrimas, ordenou-lhe o bispo que pedisse a Nossa Senhora um sinal de que a ordem vinha realmente da grande Mãe de Deus.
Então Nossa Senhora enviou ao Bispo o conhecido sinla milagroso das rosas. Ela disse ao índio: “Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é o meu embaixador e merece a minha confiança… Quando chegar diante do Bispo, desdobre a sua tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém só na presença do bispo. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omitindo…”
Essas rosas só davam em Castela na Espanha, de onde era procedente o bispo. João Diego obedeceu e, ao despejar as flores perante o bispo, eis que surge no seu manto a linda pintura milagrosa de Nossa Senhora tal como ela lhe apareceu. O bispo acompanhou João ao local designado por Nossa Senhora.
O ícone de Nossa Senhora de Guadalupe é repleto de sinais milagrosos. Até hoje os cientistas não conseguem explicá-lo. Não sabem que produto tingiu o manto; não é deste mundo. A fama do milagre espalhou-se rapidamente por todo o território. Os cidadãos, profundamente impressionados por tão grande prodígio, procuraram guardar respeitosamente a santa Imagem na capela do paço episcopal. Mais tarde, após várias construções e ampliações, chegou-se ao templo atual.
Em 1754, escrevia o papa Bento XIV: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros; uma Imagem estampada numa tela tão rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da Igreja tão facilmente como através de um filó; uma Imagem em nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem no brilho de suas cores, pelas emanações do lago vizinho que, todavia, corroem a prata, o ouro e o bronze… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação.”
A partir das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe os missionários passaram a evangelizar os índios em massa; mais de sete milhões foram batizados em poucos anos e o México é hoje o país que mais católicos têm (94% da população).
Em 1910 o Papa S. Pio X proclamou Nossa Senhora de Guadalupe “Padroeira da América Latina”, e em 1945, o Papa Pio XII a proclamou “Imperatriz da América Latina”. Há hoje, infelizmente, uma mentalidade muito errada em nossos meios acadêmicos que quer ver na civilização asteca algo melhor que nossa atual civilização cristã; nada mais triste. A turma do “politicamente correto”, inclusive os adeptos da perigosa teologia da libertação, quer desprezar os missionários espanhóis, que “impuseram uma religião estrangeira sobre os inocentes nativos que encontraram.” Inocentes nativos?
As grandes sociedades asteca e maia foram construídas com base na conquista de povos não-astecas e não-maias, com a mão-de-obra escrava e o assassinato ritual daqueles escravos. Seus elogiados canais e magníficos templos foram construídos por escravos. Estas culturas se mantiveram baseadas no medo. Quem se indispusesse com os sacerdotes, pagos pelo Estado; tinha seu coração arrancado fora. Numa única cerimônia os astecas cortaram fora os corações de 10 mil virgens obtidas com o seqüestro de moças e meninas dos povoados vizinhos. Esses corações eram oferecidos aos deuses. (cf. “Astecas eram escravocratas e genocidas”, William A. Hamilton, escritor e colunista, artigo para a “USA Today”). Nelson Ascher, jornalista Integrado à equipe de articulistas da “Folha de São Paulo”, no seu artigo Canibalismo dos Astecas”, diz entre outras coisas que:
“Sabe-se que o centro da religião asteca era a sacrifício humano, mas a escala em que era realizado aponta para urna realidade ainda mais sinistra. Segundo palavras do padre espanhol Sahgun, o mais minucioso historiador de então da civilização indígena do México, pode-se ver a descrição do sacrifício humano no topo das pirâmides: a vítima, segura por quatro sacerdotes, tinha o peito aberto por um quinto com uma faca de obsidiana, e seu coração pulsante arrancado -, após ser o cadáver arrojado escada abaixo culminava com um singelo: “Después, lo cocian Y lo comian’ (Depois cozinhavam-no e comiam)”.
“Carne humana era muito apreciada com tomate nativo da região, e provavelmente temperada com chili. Num festival de quatro dias, em finais do século 15, os astecas teriam “abatido” vinte mil prisioneiros. Parece que este era também o consumo anual médio só na capital.”
“Os astecas inclusive promoviam suas numerosas guerras com a única finalidade de capturar prisioneiros para seus rituais sofisticados que incluíam, em um de seus meses, o esfolamento após a qual os sacerdotes se vestiam com as peles das vítimas.”
Podemos chamar isso de civilização?
Infelizmente essas cruentas práticas dos maias e astecas são acobertadas, enquanto as práticas dos espanhóis são anunciadas aos quatro ventos. Mostram-se em planetários os feitos dos astecas e maias no campo da astronomia, mas as o assassinato ritual e rotineiro de milhões de pessoas é maliciosamente encoberto.
Como pode uma “civilização” desta ser melhor do que o Cristianismo, que prega amor até aos inimigos? É um contra senso; uma grande incoerência. Por isso a chegada de Fernando Cortez em 1521 no México e os esforços para converter os povos indígenas ao cristianismo são tratados com desdém.
O Papa Bento XVI no seu discurso de abertura do V CELAM, em Aparecida, falou da importância da evangelização da América Latina que começou com Cristóvão Colombo em 12 de outubro de 1492. Ele disse:
“O anúncio de Jesus e de seu Evangelho não supôs, em nenhum momento, uma alienação das culturas pré-colombianas, nem foi uma imposição de uma cultura estranha”.
“Para os povos pré-colombianos, a evangelização significou conhecer e acolher a Cristo, o Deus desconhecido que seus antepassados, sem sabê-lo, procuravam em suas ricas tradições religiosas. Cristo era o Salvador que desejavam silenciosamente”.
“Significou também ter recebido, com as águas do batismo, a vida divina que os fez filhos de Deus por adoção; ter recebido, além disso, o Espírito Santo que veio a fecundar suas culturas, as purificando e desenvolvendo os numerosos germens e sementes que o Verbo encarnado tinha posto nelas, as orientando assim pelos caminhos do Evangelho”.
“A utopia de voltar a dar vida às religiões pré-colombianas, separando as de Cristo e da Igreja universal, não seria um progresso, a não ser um retrocesso. Em realidade seria uma involução para um momento histórico ancorado no passado”.
É verdade que houve muitos erros e abusos por parte dos espanhóis que para cá vieram; muitos saíram das prisões na Espanha; mas o Evangelho livrou o México da barbárie asteca e maia. E isso graças a Nossa Senhora de Guadalupe, Aquela que “esmaga a cabeça da serpente”, e aos valorosos franciscanos e dominicanos. (Do blog do professor Felipe Aquino)
Sobre as profecias Maias
Todos os anos, milhares de pessoas invadem Chichen Itza para observarem um estranho fenômeno. As 15:00 horas do equinócio da primavera e do outono, o jogo de luzes forma a sombra de uma serpente sobre a escada que se encontram com sua cabeça esculpida na base da pirâmide de Kukulcan . Para muitos esta serpente é um alerta para uma catástrofe que está prestes a acontecer. Os cientístas não sabem o significado da serpente. O que sabem é que é preciso ter muito conhecimento científico para construí-la. Lembre-se que ela foi erguida a mais de mil anos. “Esta silhueta simboliza a serpente descendo do céu para o plano de existência terrestre e entrando no final do dia nas profundezas”. diz o Dr. Alen F. Chase – Professor de Antropologia da Universidade Central da Flórida. O conhecimento avançado do templo e espaço culminou na construção da pirâmide de Kukulcan, nome da divindade suprema dos maias. Kukulcan é na verdade um calendário tridimensional. “A pirâmide de Kukulcan é um zigurate de pedra de quatro lados que na verdade é um calendário. Somando os 91 degraus de cada lado mais a sua plataforma, o total é 365 dias, como os dias do ano. O incrível é que os maias ergueram a pirâmide de modo que no equinócio o sol atinja a face norte criando a sombra de um serpente gigante.”, diz Steven Alten.
Em 1880 um estudioso alemão começou a estudar o código detalhadamente. Conseguiu decifrar os hieróglifos e ver a visão que os maias tinham do futuro e do universo. Os especialistas logo descobriram que o códice continha uma série de previsões astronômicas. Os eclípses e ciclos lunares e venusianos estavam claramente representados. Era um diagrama da atividade galáctica que se estendia por milhares de anos no futuro. Eles também perceberam que o código apresentava um calendário, Demorou mais de século para desvendar o calendário na qual as profecias se baseiam, Ainda incompleto, o minucioso trabalho de decifrar o Códice de Dresden e compará-lo as incrições maias nos monumentos continua. A maior certeza até agora que os cientístas chegaram é que os maias eram obsecados pelo tempo e tinham uma visão muito diferente da nossa. Para eles o tempo era cíclico. Algo que aconteceu no passado certamente voltará a acontecer continuamente. Para nós o tempo é linear.
Sinceramente,não me deixo inflenciar por estas profecias não.Vários astrônomos atuais dizem que já aconteceram estas mesmas conjunções antes e que nada anormal aconteceu.
Acredito que as explosões solares previstas para 2012 podem ocasionar alguns problemas nos satélites e nas comunicações ,mas estas conjunções não..
Ola Angélica,ha´um equívoco seu sobre os Maias,eles não adoravam a serpente e sim o Sol.
A serpente ,para eles era o mal a qual tentavam influenciar para não sofrerem de fome ,enchentes e outras necessidades.
Eles foram perfeitos nas suas projeções climáticas e fatores da natureza.
Não é Deus que vai subjugar o homem e sim a natureza.
Deus só vai permitir os acontecimentos,pois pelos informes espirituais,isto ja´está em curso, e uma vez em processo ,naõ ha´volta…
Muito bom,ate´que apareceu uma mensagem verdadeira e objetiva com uma análise inteligente e fiel aos acontecimentos e escrituras.
As profecias maias para 2012 se baseiam na posição dos astros (astrologia) e na conjunção astrológica do sol e da lua com os outros planetas.Devemos lembrar que eles adoravam os planetas e eram astrólogos antes de serem simples astrônomos e adoravam também uma serpente (Ìdolo) e que nossa Senhora apareceu em Guadalupe pisando a cabeça desta serpente (Guadalupe significa aquela que pisa a cabeça da serpente) e o dia dela é 12 de dezembro.Acho que Maria pode cancelar estas profecias maias que podem levar ao pânico e á confusão,já que eles tambérm falam de ovni’s,além da astrologia.A meu ver, Medjugorje é a referência mais correta para sabermos quando acontecerão os fatos mais significativos até os novos céus e a nova terra.Não devemos temer,se cremos em Deus como Pai,Jesus como Redentor e Maria como mãe.