Questões em torno do Terceiro Segredo de Fátima

Published on dezembro 31, 2009 by   ·   No Comments

Os textos comentados aqui estão disponíveis no site do Vaticano (www.vatican.va)

Nunca vi tanta harmonia, tanta unanimidade, nas impressões colhidas aqui e ali sobre a divulgação do Terceiro Segredo de Fátima pelo Vaticano. Não conheço ninguém que tenha dado seu assentimento  religioso a este ato oficial de Roma. E quando digo “aqui e ali” não quero dizer nas esquinas das ruas. Recebi textos do Canadá, falei ao telefone com um padre do Chile, soube de reações de bispos americanos, conversei com pessoas da Tradição assim como do Progressismo. No mínimo, acharam tudo meio esquisito. Alguns acham que é tudo mentira, muitos consideram que o texto revelado não tem peso para que fosse mantido em segredo pela Virgem Maria. Um padre escreveu que o texto é esse, mas a interpretação do Vaticano é absurda, propondo ele a sua interpretação. Ou seja, as explicações divergem, mas todos concordam que há muitas questões sem resposta.

Achei que valeria a pena propor aqui algumas destas questões, de modo a clarificar um pouco o pensamento o mais objetivamente possível, sem ter a pretensão de propor uma lista completa de dúvidas, sem procurar também responde-las sem ter elementos para isso.

QUESTÕES RELATIVAS AO TEXTO

1) Porque razão o texto ora apresentado não se encaixa, nem quanto à letra nem quanto ao sentido, na frase iniciada por Irmã Lúcia na sua 4ª Memória, e deixada em suspenso: «Em Portugal se conservará sempre o dogma da fé; etc. …Isto não o digais a ninguém.»

2) Na 3ª Memória, Irmã Lúcia narra duas visões que Jacinta teve do Papa. Estas visões são muito parecidas com a visão descrita no texto publicado agora. Eis o relato da 3ª Memória: «Não sei como foi! Eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mão na cara a chorar. Fora de casa estava muita gente, e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas, e diziam-lhe muitas palavras feias.» E mais adiante Lucia narra outra visão de Jacinta: «Não vês tanta estrada, tantos caminhos e campos cheios de gente, a chorar com fome, e não têm nada para comer?! E o Santo Padre numa igreja, diante do Imaculado Coração de Maria, a rezar?! E tanta gente a rezar com ele?! Passados alguns dias perguntou-me: Posso dizer que vi o Santo Padre e toda aquela gente? – Não. Não vês que isso faz parte do segredo?! Que por aí logo se descobria?! – Está bem; então não digo nada.»

Ora, se estas visões de Jacinta foram narradas por Irmã Lúcia, fica difícil compreender porque a outra não podia ser, visto que descrevem o mesmo ambiente de sofrimentos e perseguições e visto que Lúcia afirma, na entrevista com Mons. Bertone, que Nossa Senhora não lhes disse o nome do Papa. Isso também nos inclina a pensar que haja um algo a mais complementando este texto, que tenha sido omitido e que explicaria o segredo no seu conjunto.

3) Porque as aspas na frase: “Algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” …. “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. O texto parece truncado.

QUESTÕES SOBRE O COLÓQUIO COM Mons. BERTONE

Este texto, nitidamente, tem por objetivo dar um ar de legitimidade ao texto do Segredo.

4) É afirmado, no 5º parágrafo que «A Irmã Lúcia concorda com a interpretação segundo a qual a terceira parte do “segredo” consiste numa visão profética, comparável às da história sagrada.» Não era difícil obter esta declaração dela. Bastava lhe fazer uma pergunta abrangendo somente uma parte do segredo (a divulgada).

5) No mesmo parágrafo: «Ela reafirma a sua convicção de que a visão de Fátima se refere sobretudo à luta do comunismo ateu contra a Igreja e os cristãos, e descreve o imane sofrimento das vítimas da fé no século XX.» Isso também não era difícil ela afirmar, pois a “visão de Fátima” é muito mais do que o terceiro segredo. A segunda parte do segredo insiste muito sobre isso. Só que ela foi revelada desde a 3ª Memória, em agosto de 1941. Mais uma vez não se entende porque esconder a continuação, se a perseguição pelo comunismo já havia sido revelada. Além disso, seria o caso de se perguntar porque razão, tendo conhecimento dessa revelação sobre os males do comunismo, os chefes da Igreja insistiram tanto em não condená-lo no Concílio Vaticano II, derrubando todas as tentativas dos bispos que pediram esta condenação (cf. Dom Marcel Lefebvre, Do Liberalismo à Apostasia, Ed. Permanência, 1991, pag. 231). Durante décadas os católicos sofreram com padres e bispos comunistas, diante do silêncio total do Papa e das autoridades do Vaticano, um verdadeiro escândalo. Agora eles querem aliviar o lado deles jogando toda a culpa no comunismo. Assim fica fácil.

6) O sétimo parágrafo é magistralmente construído… para enganar: o prelado diz que o Papa é “ferido de morte e cai por terra”? O texto publicado não diz isso, e sim que o personagem é morto por vários tiros e setas de soldados, o que é bem diferente de um Papa levar um tiro disparado por um homem perdido no meio da multidão. Mas a enganação não para aí. Mons. Bertone dá umas marteladas na frase e consegue fazer dela um labirinto lógico. Eis o resultado: «Quanto à passagem relativa ao Bispo vestido de branco, isto é, ao Santo Padre que é ferido de morte e cai por terra, a irmã Lúcia concorda plenamente com a afirmação do Papa: “Foi uma mão materna que guiou a trajetória da bala e o Santo Padre agonizante deteve-se no limiar da morte”. O texto azul é falso, como já vimos. É uma invenção de Mons. Tarcisio Bertone. O texto em vermelho pode ser verdadeiro, ou seja, Irmã Lúcia concordaria que a bala atirada em João Paulo II foi guiada por uma mão materna e evitou a morte deste Papa. A ligação dos dois textos é que não existe, e para esconder o absurdo da frase, o enviado do Papa acrescentou, entre as duas, este membro: – como logo perceberam os pastorinhos durante a visão – Com isso o passe de mágica é feito e todos passam a acreditar que irmã Lúcia interpreta a visão como sendo o atentado sofrido por João Paulo II. Bravíssimo, monsenhor!

7) O parágrafo seguinte também é estranho. Foi escrito para calar a boca de todos os que relacionam o terceiro segredo com o Concílio Vaticano II. A explicação atribuída à irmã Lúcia é contraditória: começa dizendo que a data é uma interpretação subjetiva sua (“segundo intuição minha”) e depois diz que não cabe a ela interpretar. Mas vamos ao mérito da questão: Vários especialistas sobre Fátima escreveram sobre esta data.

O bispo de Leiria, ao receber o texto de irmã Lúcia, podia lê-lo imediatamente e divulgá-lo se achasse conveniente. Testemunha isso o Cônego Galamba, conselheiro e amigo de Dom José da Silva: «Lúcia disse apenas que podia-se revelá-lo imediatamente se o bispo mandasse, mas ela não disse que ele devia faze-lo imediatamente. As datas para fazer a revelação foram determinadas  após uma conversa entre o bispo e Lúcia» (citado pelo Pe. Alonso, La Verdad sobre el Secreto de Fatima, pag. 40). Irmã Lúcia manifestou seu interesse em conversar com o Papa (Pio XII), mas não conseguiu. Por isso, ficou entendido entre Lúcia e o bispo, Dom José da Silva, que o segredo seria divulgado em 1960. Isso é confirmado pelo Cônego Galamba: «Quando o senhor bispo recusou  abrir o envelope, Lúcia fez ele prometer que seria aberto definitivamente e lido ao mundo quando ela morresse ou em 1960, o que ocorresse primeiro.» (op. cit. pag.40). Outro grande especialista, autor de vários livros sobre Fátima, o Cônego Barthas escreve: «Quando será revelado o terceiro elemento do segredo? Já em 1946, a esta pergunta, Lúcia e o bispo de Leiria me responderam uniformemente, sem hesitação e sem comentários: “Em 1960″. E como eu levei a audácia até perguntar porque era preciso esperar até lá, obtive como toda resposta, de um como de outro: “Porque Nossa Senhora quer assim”.» (cf. Barthas, Merveille du XX. siècle, pag. 83, Fátima Editions, 1952).  O Cardeal Ottaviani, pró-Prefeito do Santo Ofício, esteve com Irmã Lúcia, no Carmelo de Coimbra, em 17 de maio de 1955. Perguntou porque esta data, e ela respondeu: «Porque então parecerá mais claro» (cf. La Documentation Catholique, 19 de março de 1967, col.542)

Estas citações mostram que Lúcia tinha uma preocupação real em que não passasse desta data a revelação do segredo. Ela não sabia bem porque, mas foi levada a determinar esta data como limite. No texto desta conversa com Mons. Bertone, tem-se a impressão que podia ser em qualquer data depois de 1960: “agora pode-se compreender melhor”. Esta frase não corresponde ao que as testemunhas acabam de nos contar.

COMENTÁRIO  SOBRE O COMUNICADO DO CARDEAL ANGELO SODANO

Este texto do Cardeal Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, foi difundido durante a visita de João Paulo II a Fátima, em maio último. O Cardeal afirma que o texto do segredo é de caráter simbólico, mas determina com muita segurança  que o Papa em questão é João Paulo II: «Também ele … cai por terra como morto sob os tiros de uma arma de fogo». A mesma enganação que já constatamos no texto da visita de Mons. Betone à Irmã Lúcia. Só mais sutil. Também interpreta como quer o texto ao afirmar que o que é descrito no segredo pertence ao passado. Como ele sabe?

QUESTÕES SOBRE O COMENTÁRIO TEOLÓGICO (Ratzinguer)

8) Se as revelações de Fátima são “privadas”, como explica o início do texto do Card. Ratzinguer, então aplica-se a elas os critérios citados por Ratzinguer, quanto à aprovação da Igreja: – Cabe ao Magistério da Igreja determinar a) se é de acordo com a fé e os costumes – b) se deve ser divulgada – c) se os fiéis podem dar sua adesão. Isso exclui do papel do Magistério da Igreja a interpretação da mensagem. Irmã Lúcia, se disse que a interpretação cabe a Igreja, não acertou. Se assim fosse, a mensagem de Fátima faria parte da revelação pública, e não privada. A interpretação de uma visão privada cabe à pessoa que a viu! E a própria Irmã Lúcia passou todo este século XX interpretando o que Nossa Senhora lhe disse ou mostrou. Assim para a devoção dos 5 primeiros sábados, onde a vidente explicou exaustivamente como se deveria realizá-la; assim para as consagrações da Rússia, nunca realizadas corretamente pelos papas; assim para a oração “Ó meu Jesus, perdoai-nos etc.” quando acharam que tratava-se das almas do Purgatório, além de outras interpretações que não cito. Mais um sinal de que este encontro com Irmã Lúcia não foi muito bem narrado por Mons. Bertone.

9) O texto do Cardeal sobre as características da revelação privada ou sobre o aspecto psicológico da visão chegam a ter algum valor e profundidade. É pena que o Cardeal acaba escorregando em armadilhas do subjetivismo, com afirmações bem próprias dos modernistas.

10) Começa a interpretação do segredo. “Perceber os sinais do tempo significa compreender a urgência da penitência, da conversão, da fé”. Corresponde ao que ele escreveu mais acima sobre “sinais do tempo”, reconhecer a presença de Cristo em cada período de tempo. No fundo tudo se resume numa visão teilhardiana, como ficará mais claro adiante.

11) A interpretação do Cardeal Ratzinguer sobre a visão de Deus “como num espelho” não corresponde ao que diz a própria Lúcia. Para o Cardeal, o espelho significa visão confusa. Mas não é isso que Lúcia quer dizer, é justamente o contrário, como mostra esta passagem da 4ª Memória: «Foi ao pronunciar estas últimas palavras que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que nos penetrava no  peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos» O texto revelado agora diz quase a mesma coisa: «E vimos n’uma luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho que lhe passam por diante».

12) O marxismo velado e a influência clara de Teilhard Chardin do Cardeal começa a mostrar-se: “A montanha e a cidade simbolizam o lugar da história humana: a história como árdua subida para o alto, história como lugar da criatividade e convivência humana e simultaneamente de destruições pelas quais o homem aniquila a obra do seu próprio trabalho. A cidade pode ser lugar de comunhão e progresso, mas também lugar de perigo e da ameaça mais extrema.» A este historicismo, o Cardeal dará alguns toques de cristianismo: «No cimo da montanha está a cruz: meta e ponto de orientação histórica. Na cruz a destruição é transformada em salvação; ergue-se como sinal da miséria da história e como promessa para a mesma».  Mais uma varinha de condão. Tudo é história, meta, lugar, subida. A visão seria, então, símbolo do século XX. O bispo vestido de branco, já nem é mais João Paulo II, o papa do atentado, agora são todos os papas do século: «Nesta imagem pode-se ver representada a história de um século inteiro» e adiante: «Na árdua subida da montanha, podemos  sem dúvida ver figurados conjuntamente  diversos Papas, começando de Pio X até o Papa atual» Que o Cardeal me perdoe, mas tudo isso é completamente estrangeiro ao conjunto do segredo que Nossa Senhora revelou às três crianças de Fátima.

13) Se a visão dos anjos recebendo o sangue dos mártires foi produzida pela lembrança da irmã Lúcia “dos livros de piedade e cujo conteúdo deriva de antigas instituições de fé” então não estavam lá, no que Nossa Senhora mostrou. É fruto do subjetivismo de Lúcia, por mais que o Cardeal tenha se esforçado em dizer que não pensa isso. E o que significa “antigas instituições de fé”? Parece o jogo do “sinais do tempo” em ação. Antigamente falava-se de “sinais dos tempos” como os anúncios precursores do fim do mundo. Mas o Concílio Vaticano II “redescobriu” os “sinais do tempo” (no singular). São as “instituições” que marcam a fé de cada tempo. Como é que funciona a mente modernista? O próprio Cardeal Ratzinguer disse à Mgr. Lefebvre que o Syllabus, de Pio IX, foi muito bom, mas naquela época. Para o Cardeal as “instituições” de hoje foram “renovadas” com Vaticano II, e o Syllabus já não se aplica mais. Ora, este documento de Pio IX é uma lista das solenes condenações dos erros doutrinários. Para um modernista como Ratzinguer, tudo evolui, o dogma, a doutrina, e a condenação dos erros contrários a esta doutrina perene da Igreja. A regra da evolução são os sinais do tempo. O tempo atual é marcado pelos sinais do diálogo, do ecumenismo, da igualdade de todos os credos. Ainda bem que Nossa Senhora não é modernista e apresenta aos seus filhinhos as instituições perenes da nossa fé: os anjos recolhendo o sangue dos mártires e regando os que se aproximam de Cristo Crucificado (a Missa?) nestes tempos terríveis de fim de mundo em que vivemos.

14) “Devemos supor que os acontecimentos parecem pertencer ao passado”. Isso diz o Cardeal. Como ele chega a esta conclusão eu não sei e não entendo. O texto fala com certa clareza de um homem importante, vestido de branco, bispo. Pode ser o papa, mas pode ser um bispo. Este bispo e os que o acompanham morrem sob tiros de soldados. Qual o critério que eles adotam para dizer que se trata de fatos passados? Se a interpretação deve seguir de perto o que Irmã Lúcia sempre apresentou nas  demais visões que teve, então devemos esperar por uma realidade futura, sim, mas que só poderá ser compreendida quando o mistério que se esconde por detrás dessa divulgação for revelado. Não se trata de ser curioso e esperar revelações apocalípticas. Trata-se, isso sim, de receber do céu o consolo de ver apontado o erro terrível que os três últimos papas impuseram à Igreja, com o Concílio Vaticano II, que justamente estava para começar em 1960. Todas as pessoas que disseram algo sobre o terceiro segredo, depois de terem lido, concordam em afirmar que trata-se da crise da fé. Inclusive o próprio Ratzinguer. Não conheço ninguém  “desiludido”. Conheço, isso sim, todos perplexos diante de tanta enganação, de tantas dúvidas sérias levantadas por um texto que nem de longe parece ser completo. E tem mais. Se formos ler a correspondência de Irmã Lúcia fartamente publicada ao longo do século XX, veremos que ela sempre mostrou o lado apocalíptico dos segredos de Fátima (cf. Edições Loyola, O Segredo de Fátima). Ela, Lúcia, sempre acentuou o castigo terrível que estava prestes a cair sobre os homens. Ao desdenhar das almas simples  que sabem que a hora é de perda da fé, falência da autoridade da Igreja, o Cardeal condena a própria irmã Lúcia e, no fundo as próprias revelações da Virgem de Fátima.

Se fosse a história, se fosse o passado, se for a oração e a conversão, como pretende o Cardeal, então não se explica porque a proibição de se publicar, de se dizer. Toda a mensagem de Fátima fala de penitencia e oração… Aí a Virgem Maria resolveu brincar de esconde-esconde com seus filhos e inventou uma parte da mensagem, bem floreada e simbólica, mas dizendo a mesma coisa das outras, só para os homens terem com que se divertir ao longo do século XX. Parece que estou brincando, mas é a lógica (ou a falta de lógica) da interpretação dada pelo Vaticano que me leva a essa conclusão per absurdum.

Cabe terminar lembrando que estas autoridades perversas que manipulam já há muito tempo nosso tesouro, nossa fé, estão chegando às raias da demência: depois de terem destruído a fé no coração dos pequeninos, inventando uma missa protestantizada e corrompendo todos os ritos sagrados da Igreja, sua oração, seu modo de agir, seu comportamento, agora estão manipulando o que Nossa Senhora tem de mais caro, que é seu Coração Imaculado dado como “última tábua de salvação” para os homens, no dizer de irmã Lúcia. Não fazem o que Nossa Senhora pediu e ainda ridicularizam as almas piedosas que sabem que Nossa Senhora não esconderia as verdades do terceiro segredo se não fosse algo de muito sério e preciso. A nós cabe uma oração cheia de confiança, pedindo à Virgem de Fátima que destrua as ciladas armadas por seus inimigos, inimigos da Cruz de Cristo, inimigos da Santa Igreja, e não permita que esta situação permaneça por muito tempo.

Dom Lourenço Fleichman OSB

2 de Julho de 2000. Festa da Visitação de Nossa Senhora

fonte: http://www.permanencia.org.br/revista/Crise/segredo.htm

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