Como e quando surgiu o Catolicismo

Published on dezembro 30, 2009 by   ·   1 Comment
Por Dom Estêvão Tavares Bettencourt, OSB

Fonte: Revista “Pergunte e Responderemos” – Março de 2006

Em síntese: O autor de um panfleto anticatólico afirma que o Catolicismo teve origem no século IV, quando o Imperador Constantino deu liberdade aos cristãos. Estes então terão adotado crenças e costumes pagãos, que, mesclados ao Evangelho, redundaram no Catolicismo atual. As páginas subseqüentes demonstram a inconsistência de tais alegações.

O pastor Joel Santana é o autor de uma coletânea de agressões ao Catolicismo passionais e fundamentadas em falsas premissas que tornam inconsistentes os argumentos aduzidos. Consideraremos, nas páginas subseqüentes, quanto Santana alega no tocante “à origem” do Catolicismo.

Vejamos precisamente qual é a tese do autor:

Joel Santana julga que a princípio havia diversas comunidades cristãs ou igrejas avulsas. No século IV ou em 313 o Imperador Constantino deu a liberdade aos cristãos, que então se uniram numa Federação de Igrejas, na qual o Bispo de Roma tomou a chefia. Nessa ocasião o contato mais assíduo com instituições pagãs levou os cristãos a adotar crenças e práticas pagãs; daí resultou o Catolicismo, que é, segundo Santana, “paganismo gospel”, “cristianismo paganizado” ou “paganismo cristianizado”. Esta afirmação confere ao panfleto um tom de arrogância e sarcasmo.

A propósito teceremos cinco observações.

 

QUE DÍZER?

  1. Retificando

Em 313 Constantino não fez do Cristianismo a Religião do Estado, como alega Santana, mas apenas deu-lhe a liberdade para se expandir. O Imperador Teodósio l foi quem no ano de 380 oficializou o Cristianismo como Religião do Estado, ao contrário do que alega o autor em foco.

Seria preciso documentar a afirmação de que o filho (anônimo?) de Constantino mandou matar os adoradores de ídolos. Aliás, para dar base à tese de que no século IV o Cristianismo se paganizou, J. Santana cita “a Escola Pastoral Catequética da Arquidiocese do Rio de Janeiro e sua apostila”, onde se leria que “muita coisa surgiu de errado quando o poder temporal passou a mandar em certos setores da Igreja”. – Na ver­dade, tal arquidiocese não tem Escola dita “Pastoral Catequética” nem se encontrou nos documentos oficiais da arquidiocese frase igual ou se­melhante à citada. Pode esta ser obra de um diocesano não credenciado pela arquidiocese.

Santana se apoia em autores (muitas vezes, protestantes) que ci­tam de terceira ou quarta mão.

2. O primado de Pedro

Não resta dúvida de que já nos escritos do Novo Testamento o Apóstolo Pedro ocupa lugar de preeminência. É o Apóstolo mais citado: 171 vezes, ao passo que o segundo citado é João, cujo nome ocorre 46 vezes. Mais ainda:

a) Pedro é o primeiro que Jesus chama e envia: Mc 1, 16-20; Mt4, 15s; Lc5, 1-11;

b) na lista dos Apóstolos é sempre o primeiro, ao passo que Judas é o último: Mt 10, 2-4; Mc 3, 16-19; Lc 6, 14-16; At 1, 13.

c) a vocação de Pedro está associada a uma mudança de nome; ver Jo 1, 41s; Mc 3, 16; Lc 6, 14; Mt 16, 18. Jesus lhe dá o nome de Kephas, Rocha. Na antiguidade o nome exprimia a realidade íntima do respectivo sujeito. No Antigo Testamento Deus mudou o nome de Abram para Abraham (Gn 17, 5) o de Sarai para Sara (Gn 17, 16), ode Jacó para Israel (Gn 32, 29). De cada vez a mudança implicou uma promessa…, promessa que dizia respeito aos fundamentos do povo de Deus. Ao trocar o nome de Simão pelo de Kephas (Rocha), Jesus quis significar que, no novo povo de Deus, Pedro teria o papel de fundamento sólido como a rocha.

Muito significativo são os textos de Mt 16, 13-19: (a promessa do primado); Lc 22, 31 s (a oração de Jesus por Pedro, designado para con­firmar seus irmãos na fé) e Jo 21, 15-17 (a entrega do primado: “Apas­centa…”).

Passando agora para a antiga literatura cristã, observamos:

Não se pode esperar encontrar nos primeiros séculos um exercício do Papado (ou das faculdades entregues por Jesus a Pedro e seus su­cessores) tão nítido quanto nos séculos posteriores. As  dificuldades de comunicação e transporte explicam que as expressões da função papal
tenham sido menos freqüentes do que em épocas mais tardias. Como  quer que seja, podemos tecer a história do exercício dessas funções nos seguintes termos:

A Sé de Roma sempre teve consciência de que lhe tocava, em rela­ção ao conjunto da Igreja, uma tarefa de solicitude, com o direito de intervir onde fosse necessário, para salvaguardar a fé e orientar a disciplina das comunidades. Tratava-se de ajuda, mas também, eventualmente, de inter­venção jurídica, necessárias para manter a unidade da Igreja. O funda­mento dessa função eram os textos do Evangelho que privilegiam Pedro1, como também o fato de que Pedro e Paulo haviam consagrado a Sé de Roma com o seu martírio, conferindo a esta uma autoridade singular.

Eis algumas expressões do primado do Bispo de Roma:

1) No século II houve, entre Ocidentais e Orientais, divergências quanto à data de celebração da Páscoa. Os cristãos da Ásia Menor que­riam seguir o calendário judaico, celebrando-a na noite de 14 para 15 de Nisã (daí serem chamados quatuordecimanos), independentemente do dia da semana, ao passo que os Ocidentais queriam manter o domingo como dia da Ressurreição de Jesus (portanto, o domingo seguinte a 14 de Nisã); o Bispo S. Policarpo de Esmirna foi a Roma defender a causa dos Orientais junto ao Papa Aniceto em 154; quase houve cisão da Igre­ja. S. Ireneu, Bispo de Lião (Gália) interveio, apaziguando os ânimos. Finalmente o Papa S.. Vítor (189-198) exigiu que os fiéis da Ásia Menor observassem o calendário pascal da Igreja de Roma, pois esta remonta­va aos Apóstolos Pedro e Paulo.

Aliás, S. Ireneu (f 202 aproximadamente) dizia a respeito de Roma: “Com tal Igreja, por causa da sua peculiar preeminência, deve estar de acordo toda Igreja, porque nela… foi conservado o que a partir dos Após­tolos é tradição” (Contra as Heresias 3, 2).

 

Muito significativa é a profissão de fé dos Bispos Máximo, Urbano e outros do Norte da África que aderiram ao cisma de Novaciano, rigorista, mas posteriormente resolveram voltar à comunhão da Igreja sob o Papa S. Cornélio em 251: “Sabemos que Cornélio é Bispo da Santíssima Igre­ja Católica, escolhido por Deus todo-poderoso e por Cristo Nosso Se­nhor.. Confessamos o nosso erro… Todavia nosso coração sempre este­ve na Igreja; não ignoramos que há um só Deus e Senhor todo-poderoso, também sabemos que Cristo é o Senhor…; há um só Espírito Santo; por isto deve haver um só Bispo à frente da Igreja Católica” (Denzinger-Schõnmetzer, Enchiridion 108 [44]).

O Papa Estevão l (254-257) foi o primeiro a recorrera Mt 16, 16-19, ao afirmar, contra os teólogos do Norte da África, que não se deve repetir o Batismo ministrado por hereges, pois não são os homens que balizam, mas é Cristo que batiza.

A partir do século IV, o recurso a Mt 16, 16-19 se torna freqüente. No século V, o Papa Inocêncio l (401-417) interveio na controvérsia mo­vida por Pelágio a respeito da graça; num de seus sermões S. Agostinho respondeu ao fato, dizendo: “Agora que vieram disposições da Sé Apos­tólica, o litígio está terminado (causa finita est)” (serm. 130, 107).

No Concílio de Calcedônia (451), lida a carta do Papa Leão l, a assembléia exclamou: “Esta é a fé dos Pais, esta é a fé dos Apóstolos. Pedro falou através de Leão”.

O Papa Gelásio l declarou entre 493 e 495 que a Sé de Pedro (romana) tinha o direito de julgamento sobre todas as outras sedes epis­copais, ao passo que ela mesma não está sujeita a algum julgamento humano. Em 501, o Synodus Palmaris de Roma reafirmou este princí­pio, que entrou no Código de Direito Canônico: “Prima sedes a nemine iudicatur - A sé primacial não pode ser julgada por instância alguma” (cânon 1629).

É de notar, porém, que a preeminência do Bispo de Roma encon­trou certas dificuldades, pois em Bizâncio (Constantinopla) reinava o Im­perador com tendências cesaropapistas. Já Constantino o Grande (306-337) era tido como “o 13° Apóstolo”; seus sucessores intervinham em questões de teologia e disciplina da Igreja, como se fossem encarrega­dos de vigiar em prol do bem das comunidades cristãs. Não obstante, por duas vezes o Imperador Bizantino mandou buscar violentamente o Bispo de Roma (o Papa) para que em Bizâncio assinasse uma fórmula de fé redigida pelo monarca; este parecia consciente de que, sem a aprovação do Papa, não teriam valor as suas intervenções teológicas: a primeira vez ocorreu em janeiro de 547, quando Justiniano mandou raptar o Papa Vigílio para que em Constantinopla assinasse a condenação dos Três Capítulos (escritos de Teodoro de Mopsuéstia, lbas de Edessa e Teodo-reto, tidos como nestorianos); o Papa resistiu, e passou mais de sete anos em Constantinopla, sofrendo pressões por parte do Imperador. A segunda vez ocorreu sob o Imperador Constante II: em 653, mandou prender o Papa Martinho l em Roma e levá-lo para Constantinopla, por­que se opunha à heresia monotelita (em Jesus haveria uma só vontade: a divina); o Papa foi julgado diante do Senado por alta traição; depois de sofrer humilhações e maus tratos, o Papa Martinho l foi exilado para o Quersoneso (Criméia), onde morreu.

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O Ocidente ficou isento de cesaropapismo, pois a sede de Roma fora abandonada pêlos Imperadores. Em compensação, o papel do Bis­po de Roma, como pai espiritual e tutor da ordem pública, foi sendo mais e mais reconhecido; o Bispo de Roma tornou-se o baluarte da paz no Sul da península Itálica. Desta maneira evidenciou-se com certa facilidade a função primacial do sucessor de S. Pedro ao qual em 756 foi reconheci­da a soberania do Estado Pontifício. Foi-se dando uma centralização cres­cente do governo da Igreja, sendo expoentes da mesma os Papas Gregório VII (1073-1085), que se empenhou por libertar a Igreja da inge­rência do Imperador da Alemanha; Inocêncio III (1198-1216), que tam­bém lutou pela liberdade da Igreja frente ao poder civil; e Bonifácio VIM (1294-1303), jurista, que defendia a teocracia pontifícia num momento da história em que os monarcas tendiam a afirmar teses nacionalistas.

3. Jesus Cristo Único Mediador

Escreve Joel Santana:

“O homem é pecador e Deus é justo… Jesus desceu do céu para cumprir a pena em nosso lugar. Ele é o nosso substituto. Por isto fica quitado com Deus quem apela para o seu sacrifício substitutivo. O sacri­fício do Senhor não expia os nossos pecados apenas parcialmente, pois está escrito que o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (Uo 1, 7). Precisamos informar aos católicos que aceitar Cristo como Salvador é mais do que crema sua existência… é mais do que cumprir normas… é, sim, fazer do seu sacrifício nossa tábua de salvação, nosso único recurso salvífico, nosso argumento forte diante de Deus…

 

A grande maioria dos católicos não sabe que a Igreja Católica nega a totalidade e instantaneidade do perdão de Deus em Cristo… Os cléri­gos rezam Missas pêlos mortos do imaginário purgatório, distribuem in­dulgências, determinam penitências, etc… A Igreja nega o perdão, nega o Evangelho”.

 

O autor de tais linhas está profundamente enganado. Atribui a Igre­ja Católica atitudes que lhe são estranhas, pois a Igreja nunca negou a totalidade e a instantaneidade do perdão obtido por Cristo. Os dizeres do pastor são o eco da falsa solução que Lutero deu a um problema pessoal seu.

Com efeito; Lutero entrou na Ordem de S. Agostinho para cumprir um voto feito a santa Ana. No convento aplicou-se à observância da Regra e à mortificação dos impulsos desregrados; contudo não conseguia livrar-se da cobiça desordenada – o que o afligia profundamente, pois tivera uma educação severa, que lhe impingia a idéia de um Deus punitivo ao extremo. Acabou resolvendo seu problema professando a famosa senten­ça: “Peca fortemente, mas acredita mais fortemente”. Bastaria a fé em Jesus Salvador; Ele assumiu nossa condição de pecadores e se ofereceu ao Pai para nos reconciliar com Deus. Quanto a nós, permanecemos pe­cadores (a cobiça desregrada já seria pecado; estamos vendidos ao peca­do, conforme Lutero); todavia Jesus nos cobre com seu manto de justiça,  que nos faz passar diante do Pai como justos, embora em nosso íntimo sejamos pobres pecadores: recebemos assim uma justiça (santidade) fo­rense ou o direito de entrar no céu sem estar puros de todo resquício do pecado. Basta crer na mediação jurídica de Jesus em nosso favor.

Esta solução que Lutero encontrou para o seu problema pessoal, ele a transmitiu aos seus seguidores, que a professam até hoje. Não corresponde ao que o Cristianismo sempre professou e é professado até nossos dias pela Igreja Católica.

Na verdade, a Redenção realizada por Cristo foi total e instantâ­nea, mas ela é mais do que um bilhete de entrada na ceia da vida eterna dado a um homem sem a veste nupcial ou a um pecador portador das manchas do pecado; é mais do que uma habilitação jurídica. Ela produz em nós, mediante os sacramentos, uma nova criatura, que tende a se formar na medida em que a velha criatura é mortificada (cf. Ef). Essa formação da nova criatura não se faz apenas mediante a fé do crente, mas requer boas obras ou o exercício do amor, como incute o Apóstolo São Tiago; uma fé inerte é morta, assemelha-se à do demônio, que crê, mas estremece (cf. Tg 2, 19). O Apóstolo São Paulo compara sua vida à do atleta, que de tudo se abstêm para ganhar uma coroa perecível, ao passo que ele aspira a uma coroa imperecível; (cf. 1Cor 9, 24-27). É indispensável esse esforço do cristão que crê. Todavia está claro: tal luta é sustentada pela graça de Deus, pois sem Jesus nada podemos fazer (cf. Jo 15, 5). É o próprio Cristo quem nos dá a graça de colaborar. Com isto Ele nada perde da sua missão de único Salvador, como o mestre nada perde de sua sabedoria quando a comunica com os discípulos, ao contrário, o mestre assim se enaltece, pois eleva seus discípulos a uma nova dignidade. A obra redentora de Cristo não é repartida, mas fica sen­do única, que quer agir ora diretamente, ora indiretamente (suscitando a cooperação da criatura).

Também se deve dizer que nem os Santos – invocados pêlos fiéis católicos – fazem concorrência a Jesus Cristo, pois a intercessão em favor dos irmãos é também graça que o Senhor Jesus concede, de modo a ser sempre Ele a única fonte de todo bem e de toda a salvação.

Em conseqüência verifica-se que é falsa a alegação proferida por J. Santana segundo a qual a Igreja Católica derroga à suficiência e uni­versalidade da obra redentora de Cristo.

4. Somente a Bíblia?

Santana afirma seguir somente a Bíblia… A isto respondemos em duas etapas:

a) Os católicos dizem que são 73 os livros canônicos (compreen­dendo os sete deuterocanônicos), os protestantes replicam que são 66 apenas. Pois bem, queira o irmão dirimir a dúvida citando o versículo bíblico que a dissipe…

b) A prova mais evidente de que não seguem somente a Bíblia está no fato de que os protestantes, embora utilizem todos a mesma Bíblia, não constituem uma só Igreja, mas se repartem em centenas de comuni­dades eclesiais. Como? E por quê? – Isto não ocorre porque a Bíblia varie de comunidade a comunidade, mas porque cada qual destas, além da Bíblia, segue a tradição iniciada pelo respectivo fundador (Lutero, Calvino, Knox, Wesley, Ellen Gould White…); por isto há quem batize crianças e quem não as batize; há quem observe o sábado e quem ob­serve o domingo; há quem reconheça uma hierarquia com “bispos” e há quem não a reconheça…

Se seguissem somente a Bíblia, os protestantes não estariam divi­didos como hoje estão.

O princípio do “livre exame da Bíblia” é a chave desse esfacela­mento, pois fomenta o subjetivismo (“eu tenho para mim que…”), que vai longe, levado pêlos sentimentos e a imaginação.

Ademais é de notar que a Bíblia como tal é uma Palavra que não se interpreta a si mesma, mas permite ser estraçalhada por quem a lê. A palavra oral é o meio originário e eficaz para transmitir o sentido autêntico da palavra escrita. Isto é tão verídico que os protestantes, por mais que queiram seguir somente a Bíblia, não conseguem evitar a existência de uma tradição extra-bíblica oriunda do respectivo fundador de comunidade.

5. Afinal quando começou o Catolicismo?

 

O Catolicismo, ou seja, a corporação dos que são chamados a vivenciar a fé apregoada por Jesus Cristo; começou no século l, com a fundação da Igreja pelo próprio Cristo, cf. Mt 16, 18: “a minha Igreja”) e Mt 28, 18-20 (“a todos os povos”).

Conseqüentemente a expressão “Igreja Católica” já se encontra nos escritos de Santo Inácio de Antioquia (t 107 aproximadamente), onde se lê:

“Onde quer que se apresente o Bispo, aí esteja também a comuni­dade, assim como a presença de Cristo Jesus nos assegura a presença da Igreja Católica” (Aos Esmirnenses 8, 2).

 

Vê-se, pois, que o que ocorreu no século IV, foi a manifestação do Catolicismo sob novas formas que a liberdade lhe proporcionou a fim de cristianizar o paganismo e não para paganizaro Cristianismo, como será dito no próximo artigo deste fascículo.


1 Cf. Mt 16, 16-19; Lc 22, 31s; Jo 21, 15-17     Transmissão: Jaime Francisco de Moura


Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).

Para citar este artigo:

BETTENCOURT, Dom Estêvão Tavares. Apostolado Veritatis Splendor: COMO E QUANDO SURGIU O CATOLICISMO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/3567. Desde 03/04/2006.

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Readers Comments (1)
  1. JOSÉ TEOTONIO MACIEL disse:

    É uma babaquisse atrás da outra, debate religioso acerca de existeência de
    Deus e a mesma coisa dos comentarista futebólisticos os quais , no final dos debates não chegal a lugar nenhum. Se Deus fosse realmente aquilo que se diz ser, com certeza não haveria tantas discursão em entorno. isso não passa de um produto do medo inerente ao ser humano.


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