Vulcão Yellowstone pode estar acordando

Published on janeiro 28, 2011 by   ·   2 Comments
Parece que o planeta está revoltado em 2011, mas dessa vez agora é com o Supervulcão Yellowstone, que fica no parque Yellowstone nos EUA.

19 Janeiro de 2011

Cientistas estudam e monitoram esse supervulcão, um dos maiores do planeta, que tem sua caldeira com mais de 60km de diâmetro, a anos. Todos os anos, o solo em Yellowstone, tem uma elevação, um inchaço, devido ao Magma e pressão interna da caldeira, esse inchaço é de 5 a 7 cm por ano. (uma catástrofe anunciada a séculos).

O problema é que no dia 19/01 desse ano o Supervulcão deu uma respirada, inchou mesmo, uma grande área do parque se elevou em mais de 25cm de altura a uma velocidade surpeendente e vários lugares agora tem imensas rachaduras profundas que foram abertas por isso, inclusive na caldeira, com perda de magma por kilômetros terra a dentro. Os cientistas disseram que é um caso extraordinário de pressão vulcânica jamais visto e que não sabem se estamos lidando com uma pré-erupção.

No caso de uma explosão de um supervulcão desses… seria algo equivalente a milhões de bombas nucleares, dizem os especialistas.

Consequencias da Erupção:

Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira vulcânica cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30ºC. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50°C.

Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°C, se espalharia incinerando tudo em um raio de 1900km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.

O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando um enorme tsunami com ondas de 55 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.

Fonte: National Geographic

OUTRAS FONTES:

CNN

Dailymail

—————— Via: Loucura Mental ====================================================================== PARA SABER MAIS SOBRE O VULCÃO YELLWSTONE , COLOCAMOS  O ARTIGO A SEGUIR:

O Supervulcão do Parque Yellowstone Pode Já Estar nos Estágios Iniciais de Erupção

Alguns sinais específicos mostram que o supervulcão do Yellowstone está quase pronto para explodir novamente, tendo o potencial de destruir tudo em um raio de centenas de quilômetros. Será a erupção desse supervulcão o evento que desencadeará o terremoto arrasador que está previsto para Los Angeles? Resumo da Notícia: “É Hora de Olharmos com Preocupação o Yellowstone”, YOWUSA.COM, 22/8/2003, Larry Park e Marshall Masters.

“Ontem à tarde, um tremor de terra de magnitude 4.4 ocorreu apenas 14 km ao sudeste da entrada sul do Parque Nacional do Yellowstone… dada a rasa profundidade desse tremor, o modelo de vulcanismo desenvolvido por Larry Park subitamente nos levou a um enorme passo em direção a um evento de erupção do pior caso. Falando de forma bem clara, todas as pessoas que vivem em um raio de 600 milhas (960 km) do Yellowstone podem estar sentadas sobre uma Pompéia dos dias modernos. Além disso, para aqueles que estão vivendo fora dessa área e ao oeste do rio Mississippi, as conseqüências também poderão ser seríssimas, porque os processos sistêmicos estão agora se formando debaixo do Yellowstone que pintam um quadro bem claro de uma grande erupção em seus estágios iniciais.”

Você entendeu a frase final: “… uma grande erupção em seus estágios iniciais.” Quais sinais específicos convenceram esses autores que o supervulcão do Yellowstone está quase pronto para explodir e pode, na verdade, já estar em seus estágios iniciais? Embora iremos cobrir vários sinais preocupantes, a imensa deformação do solo nessa área é o principal sinal que um “terremoto lento” de tamanho e poder de devastação enormes pode na verdade já estar a caminho. O que é uma “deformação do solo”? Quando um vulcão está formando magma quente dentro de sua cratera, o magma empurrará as rochas do interior; na parte mais fraca da formação de rocha que forma as paredes da cratera, o magma começará a empurrar para cima e/ou para fora, criando uma “deformação no solo ou nas rochas”. Quando o monte Santa Helena explodiu, em 18 de maio de 1980, aquela explosão foi precedida por alguns meses de uma visível deformação das rochas que se estendeu para fora por aproximadamente 135 metros. Veja um registro histórico:

“Por volta de 17 de maio, mais de 10.000 tremores de terra tinham abalado o vulcão e o flanco norte tinha crescido para fora pelo menos 135 metros para formar um visível inchaço. Essa deformação dramática do vulcão era forte evidência que rocha derretida (magma) tinha subido bem alto no vulcão.” [Mount St. Helen — From the 1980 Eruption to 2000", USGS, http://geopubs.wr.usgs.gov/fact-sheet/fs036-00/].

A partir desse documento do USGS, você pode ver que eles admitem que a deformação das rochas na cratera “era forte evidência das rochas derretidas (magma) tinha subido bem alto no vulcão.” Realmente, essa é a opinião de um professor de geologia. Veja:

“Os vulcões são uma impressionante demonstração do poder da natureza… É, portanto, necessário monitorá-los atentamente para mitigar os riscos decorrentes de suas erupções. A deformação da superfície do solo pode dar pistas dos processos magmáticos nas profundezas e é um indicador confiável de uma erupção que está prestes a acontecer.” ["GPS on the Web: GPS Volcano Deformation Monitoring", Volker Janssen, Escola de Agrimensura e Sistemas de Informação, Universidade do Sul de Gales].

Novamente, o ponto-chave: “A deformação da superfície do solo… é um indicador confiável de uma erupção iminente.”. Agora, vamos voltar para a deformação de rochas do supervulcão do Yellowstone para ver quão grande é a deformação das rochas no Parque Yellowstone: Resumo da Notícia: “Lago do parque indica a formação de uma imensa explosão”, DenverPost.com, domingo, 10 de agosto de 2003.

“Parque Nacional do Yellowstone, Wyoming — O mistério das profundezas no pitoresco Lago de Yellowstone é um inchaço que se eleva 30 metros a partir do fundo do lago, estende-se pelo comprimento de sete campos de futebol e tem o potencial de explodir a qualquer momento. De todos os eventos ameaçadores à vida que poderiam acontecer no Yellowstone — das erupções vulcânicas aos maciços terremotos — esse tipo de explosão hidrotermal é provavelmente o risco imediato mais sério no parque… Geólogos baseados em Denver descobriram um enorme amontoado que inchou até o tamanho de sete campos de futebol no fundo do Lago Yellowstone”.

Assim, temos uma deformação de rochas que absolutamente faz parecer anã a deformação máxima que apareceu no monte Santa Helena (135 metros). As dimensões dessa deformação de rochas na parte inferior do Lago Yellowstone são 30 metros de altura por 630 metros de largura! Mas, essa não é a única deformação com o inchaço das rochas para cima e para fora no supervulcão do Parque Yellowstone! Voltando ao artigo do Denver Post, ficamos sabendo que:

“Logo ao sul da Bacia de Norris há um inchaço na terra de aproximadamente 45 km de um lado para o outro e 11 km de profundidade que empurrou o chão para cima mais de 13 centímetros desde 1996, de acordo com uma pesquisa de Chuck Wicks, um geofísico que trabalha no US Geological Survey, em Menlo Park, Califórnia… Este verão já mostrou sinais que a caldeira permanece plenamente ativa. A Bacia do Gêiser Norris, a área termal mais aquecida no Yellowstone, produziu novas piscinas de lama aquecida (chamadas de mud pots). A temperatura no solo na trilha aumentou para 93 graus centígrados, quente demais para tocar. O gêiser Porkchop, adormecido desde 1989, entrou em erupção em 16 de julho. Os funcionários do Parque responderam barrando o acesso à metade das trilhas de 3 km do Gêiser Norris.” [Ibidem] Essas duas piscinas de lama aquecida têm aproximadamente 21 metros de profundidade e 690 metros de comprimento!”

Assim, essas duas imensas deformações de rocha são indicações claras que um movimento potencialmente maciço de magma, que causará a explosão do supervulcão, já está ocorrendo! Lembre-se da informação passada por esse professor: “A deformação da superfície do solo… é um indicador confiável de uma erupção iminente.” No subtítulo deste artigo, dissemos que essa erupção do supervulcão do Yellowstone já está milhares de anos atrasada. Vamos revisar essa história: Resumo da Notícia: “Supervulcões: Satélites Detectam Pontos Quentes Mortais”, Space.com, 7 de agosto de 2001.

“… ninguém pode dizer se ou quando ele poderá se tornar perigosamente ativo. No entanto, se um vulcão é como um urso em hibernação, então bem pode ser o tempo da primavera vulcânica em Yellowstone. Superexplosões, com aproximadamente mil vezes mais material do que a erupção do monte Santa Helena em 1980, acontecem a cada 600.000 anos em Yellowstone’, disse Wicks. ‘A última supererupção explosiva ocorreu ali 620.000 anos atrás.”

Esse artigo então descreve os efeitos da erupção de um supervulcão:

“… Da mesma forma, a erupção do vulcão do monte Santa Helena, em 1980, foi um espirro vulcânico em comparação com o que os cientistas dizem que a América experimentará um dia. E, um misterioso inchaço de 10 cm de altura no solo na região central do Oregon é, até aqui, pouco mais que uma matéria para discussão. Mais cedo ou mais tarde, haverá um supervulcão. A erupção da energia acumulada e reprimida cobrirá metade dos EUA com cinzas e, em alguns lugares, com até um metro de profundidade. A Terra mergulhará em um inverno perpétuo que durará vários anos. Algumas plantas e espécies de animais desaparecerão para sempre. Até mesmo o ser humano poderá ser levado à beira da extinção.” [Ibidem].

Mantenha esse último fato em mente até o fim deste artigo: Algumas plantas e espécies de animais desaparecerão para sempre. Observe também que o solo na região central do Oregon “misteriosamente” inchou para cima em quase 10 cm, outra deformação significativa do solo conectada com essa mesma área geológica! Já aprendemos que o solo na Bacia de Norris inchou para cima um total de 13 cm! Falamos a respeito de dois vulcões até aqui — o monte Santa Helena e o Parque do Yellowstone — mas a maioria das pessoas não percebe que esses vulcões são muito diferentes. Portanto, vamos fazer uma pausa por um momento para discutir os tipos de terremotos e vulcões que existem no mundo. Voltaremos para o artigo referido no YOWUSA.

Cinco Tipos de Terremotos

“… o cenário do pior caso é o que os geólogos mais temem — a advertência zero. Esse é exatamente o caso de um estrato-vulcão — o Monte Rainier — que coloca 100.000 vidas em risco, e poderá dar somente de 15 a 30 minutos para que as pessoas corram para um terreno mais elevado de um súbito fluxo de lama vulcânica (chamado de Lahar, uma palavra de origem indonésia). No entanto, isso não é nada comparado com uma súbita erupção cataclísmica de um supervulcão (como o do Parque Yellowstone). [YOWUSA, op. cit.]. Quais são os cinco verdadeiros terremotos?

  1. Terremoto vulcano-tectônico — Uma forma de alta freqüência (áudio) de terremoto. Veja o artigo “Mystery of the Earthquake Boom — um verdadeiro terremoto, em http://www.thetop.com/terraresearch [NT: Este site parece estar inoperante].
  2. Terremoto Tradicional — Que todos conhecemos como o movimento vibracional e destrutivo da Terra. Conhecido como o “terremoto”.
  3. Terremoto — ‘Onda Sísmica de Cisalhamento’ — um movimento de uma seção da terra observada em sua capacidade de afetar os oleodutos (também chamado de onda sísmica secundária). Este é um evento raro.
  4. Versão rápida do Terremoto Lento — movimento de ondas em muitos minutos até horas, em vez de dias até semanas.
  5. Terremoto Lento, ou Silencioso — movimento de ondas em dias até semanas. Descoberto recentemente pela ciência.

“Como você pode ver, existe toda uma ‘família’ de tipos de terremotos aguardando para a ciência descobrir. O intervalo vai do muito lento até o muito rápido… O fator importante em criar supervulcões e vulcões é o Terremoto Lento — é o ‘mover’ das massas, incluindo magma na transferência da pressão. Esse é um processo invisível que acelera a pressão ao mesmo tempo em que gera uma energia escalar muito forte. Somente as versões em onda grande do Terremoto Lento são observáveis pelo sistema GPS; os instrumentos escalares vêem um mundo vivo com esse fenômeno.” (YOWUSA, op. cit.].

O vulcão do Parque Yellowstone é um verdadeiro supervulcão! Ele também é produzido pelo temido terremoto “lento ou silencioso” e sabemos muito pouco sobre ele, pois foi descoberto recentemente pela ciência.

Agora, vamos examinar as possíveis conseqüências de uma explosão maciça de um supervulcão. Lembre-se da revelação anterior que todas as pessoas que vivem em um raio de 960 km do Parque de Yellowstone estão em risco de morte. Esse mapa mostra a região coberta pelo raio de 960 km (600 milhas) a partir do Parque de Yellowstone. Embora o terremoto causado pelo vulcão do monte Santa Helena seja insignificante em comparação com o potencial de Yellowstone, os processos de destruição são muito similares. Vamos examinar a destruição que ocorreu no monte Santa Helena:

“Em uma elevação na ‘zona vermelha’ menos de 8 km do cume e momentos antes de sucumbir em uma maciça explosão eruptiva… O inchaço da face norte do monte Santa Helena estourou na manhã de domingo, dia 18/5/1980 — liberando o equivalente a 500 bombas atômicas de Hiroshima. Mais de 240 quilômetros quadrados de florestas majestosas foram instantaneamente aplainadas a partir de uma explosão lateral que queimava em alta velocidade, deixando troncos desfolhados ajuntados em camadas, como palitos de dentes vistos de cima. A montanha continuou vomitando cinza por nove horas depois disso. Para um supervulcão, esse cenário seria centenas, se não milhares de vezes mais poderoso. A devastação das cinzas — o alto calor e o risco de soterramento — colocaria em risco todas as formas de vida em um raio de 960 km, e não apenas uma floresta virgem nas proximidades. Somente para compreender a quantidade inacreditável de cinzas que pode ser liberada por uma grande erupção de Yellowstone (veja o mapa das cinzas a seguir) para gráfico de incidência histórica documentada. Até vinte estados americanos seriam total ou parcialmente afetados.” (YOWUSA, op. cit).

Como você pode ver no mapa anterior, uma explosão com um raio de 960 km cobriria um vastíssimo território! Não temos certeza como esse supervulcão realmente explodiria, mas assumimos para este artigo que ele poderia explodir igualmente em todas as direções, de modo que qualquer pessoa que esteja vivendo dentro desse círculo precisa se preocupar, pois ninguém pode predizer exatamente como será a erupção. De Seattle, no estado de Washington, no noroeste, até Reno, no sudoeste, quase até Las Vegas, perto de Santa Fé, no Novo México no sul, até Sioux Falls, em Dakota do Sul no leste e, possivelmente, até o Canadá ao norte, a possível área de devastação é inacreditavelmente grande (mais de 2,5 milhões de quilômetros quadrados)! Se a devastação for verdadeiramente grande, os EUA poderão possivelmente perder a melhor parte das regiões meio-oeste até o oeste do país, incluindo a Califórnia. Uma vez que um vulcão enorme dessa proporção comece a explodir, o magma será empurrado para o sistema “de tubulação” geológico subterrâneo em toda a região oeste, causando enormes terremotos e a erupção de múltiplos vulcões, da Califórnia até o estado de Washington. A falha de San Andreas poderia também se quebrar, devastando a maior parte da Califórnia. Vamos agora revisar rapidamente esse registro histórico de erupções supervulcânicas ocorridas a partir do Parque de Yellowstone. O mapa a seguir mostra as cinzas registradas das duas erupções anteriores do supervulcão de Yellowstone:

Erupções Históricas a Partir do Supervulcão do Parque Yellowstone

Você pode ver que as duas erupções na história passada — os cristãos podem ignorar as extensões de tempo apresentadas aqui — espalharam destruição e detritos em grande parte para o sul e do leste para o oeste. A região norte até ao Canadá escapou da fúria das duas erupções desses dois supervulcões. Para o oeste, na erupção chamada Lava Creek, os detritos estenderam-se até o Oceano Pacífico, aproximadamente 960 km do Parque Yellowstone. Você pode ver nesse mapa que a destruição e os detritos estenderam-se até o sul da atual fronteira com o México, uma distância pouco maior de 960 km. Para o leste, os detritos estenderam-se até a região leste do Kansas, outra distância de 960 km. Na erupção chamada Huckleberry Ridge, as ruínas não chegaram até ao Oceano Pacífico, mas atingiram San Francisco (1.200 km), quase chegando à fronteira com o México (aproximadamente 1.400 km) e estendendo-se mais para o leste, até a divisa do Texas/Louisiana (2.200 km). Vamos revisar as informações nesse mapa anterior, repetido aqui para dar maior ênfase:

“Existem vulcões que ocorrem em ‘pontos quentes’ na Terra, e entram em erupção em explosões catastróficas, enviando centenas de milhares de quilômetros cúbicos de cinza na atmosfera e causando estragos climáticos em escala global. Em comparação, a erupção do monte Santa Helena despejou meros dois quilômetros cúbicos de cinza na atmosfera.” [Ibidem].

Em seguida, vamos revisar o que Space.com disse que poderia acontecer se esse supervulcão entrasse em erupção:

“Mais cedo ou mais tarde, os geólogos advertem, um ‘supervulcão’ explodirá. A erupção da energia acumulada e reprimida cobrirá metade dos EUA com cinzas, em alguns lugares com até 1 metro de altura. A Terra mergulhará em um inverno que durará vários anos. Algumas plantas e espécies animais desaparecerão para sempre. Até mesmo o ser humano poderá ser levado à beira da extinção” [Space.com, op. cit.].

Assim, não exageramos quando dizemos que até a metade dos EUA poderá sofrer uma seríssima perda de vidas e destruição com esse supervulcão se ele explodir de forma parecida como as duas primeiras erupções. Essa terceira erupção pode ser menor do que as anteriores, mas isso é conjetura e poderá não ser verdade, especialmente se o homem se envolveu com essa poderosa tecnologia escalar, uma matéria que enfocamos no fim deste artigo.

A Linha de Terremoto “Y”

Os autores do artigo do YOWUSA então revelam algo muito surpreendente: O Parque do Yellowstone é parte de uma estrutura geológica na Terra que tem a forma de um “Y”.

“O raro tremor M4.4 está em linha com um braço oriental do ‘Y’ para Yellowstone.” [YOWUSA, op. cit.].

Para formar o “Y” nesse mapa, localize o Parque de Yellowstone na canto noroeste do estado de Wyoming, observando que esse é a parte direita superior do “Y”. A parte de junção central do “Y” estaria localizada no centro de Nevada, logo ao sul do grande terremoto mostrado em amarelo na região norte de Nevada. A esquerda superior do “Y” estende-se até a área de Portland e Seattle. No entanto, a parte mais interessante desse “Y” geológico é que a porção inferior estende-se direto para o sul do centro de Nevada até a região de Los Angeles-San Diego, na Califórnia! Qual era aquela parte do plano da Nova Ordem Mundial dos Illuminati em que o autor Bill Cooper menciona Los Angeles?

“Você pode imaginar o que aconteceria se Los Angeles fosse atingida por um terremoto de 9 graus, Nova York fosse destruída por uma bomba atômica plantada por terroristas, a Terceira Guerra Mundial irrompesse no Oriente Médio, os bancos e os mercados de ações entrassem em colapso, extraterrestres aterrissassem nos jardins da Casa Branca, os alimentos desaparecessem dos mercados, algumas pessoas sumissem, o Messias se apresentasse ao mundo, e tudo isso em um período bem curto de tempo?” [Behold a Pale Horse, William Copper, pág. 177, leia a resenha].

Observe os vários aspectos do plano dos Illuminati para colocar em cena o Anticristo; todos esses elementos estão intimamente vinculados uns com os outros “e tudo em um período bem curto de tempo”. Vamos relacionar vários desses “pontos” no plano deles para que possamos compreendê-los mais claramente:

  1. Los Angeles será atingida por um terremoto de 9 graus, sem precedentes.
  2. A cidade de Nova York será atingida por uma bomba atômica.
  3. A Terceira Guerra Mundial irromperá no Oriente Médio.
  4. Haverá o colapso dos bancos e das Bolsas de Valores.
  5. Extraterrestres e óvnis aparecerão, para apoiarem o aparecimento do Anticristo.
  6. Algumas pessoas sumirão — o arrebatamento da igreja.
  7. O Messias — o Anticristo — se apresentará ao mundo.

Como um leitor ávido dos artigos da Cutting Edge / Espada do Espírito, você deve estar seguindo as notícias na seção Daily News Updates do nosso site, e sabe que o cenário está pronto para os pontos 2, 3 e 4 ocorrerem. A planejada Terceira Guerra Mundial mencionada no ponto 3 será na verdade formada por três guerras, mais terrorismo nas cidades de todos os países em que a população ainda vai às urnas para votar. As três guerras são: 1) Israel contra seus vizinhos árabes, sendo o Iraque o gatilho; 2) Uma grave crise na Península Coreana ameaçará a existência humana; e 3) A China invadirá Taiwan. O objetivo final dessas guerras, dos ataques terroristas, do colapso financeiro e dos terremotos é produzir o Anticristo, o ponto número 7. Se você ainda não sabe que a tecnologia bélica dos russos e dos americanos pode criar terremotos, precisa ir para a seção Controle do Clima e ler todos os artigos! Os terremotos podem ser induzidos deliberadamente! Lembre-se desse fato ao irmos para a próxima parte do estudo — as Ondas Escalares.

Ondas Escalares Observadas no Fenômeno do Parque Yellowstone

Minha atenção foi subitamente colocada em estado de alerta quando comecei a ler a parte do relatório do YOWUSA que dizia que as ondas escalares estavam representando uma parte imensa na criação e desenvolvimento desse supervulcão de formação lenta. Vamos analisar os dados pertinentes do YOWUSA:

“Este artigo tentará revelar os fenômenos críticos que estão escapando da compreensão da ciência e os sinais que estão sendo atualmente interpretados por meio de um modelo deficiente da Terra. Nova tecnologia, que não está atualmente nas mãos dos cientistas, observa a verdadeira natureza da dinâmica da Terra. O sinal de advertência urgente será discutido e os leitores obterão uma compreensão sobre o que é dito oficialmente, sobre o que não é dito, e o que não é conhecido (pela geologia oficial) — com relação às condições atuais do supervulcão do Parque Yellowstone.” Alguns termos definidos para a discussão do artigo:

  • Onda escalar — Uma onda ‘sem massa’ que se propaga de forma diferente que as ondas eletromagnéticas tradicionais (ondas de rádio). As ondas escalares não oscilam indo e voltando entre os campos magnético e eletrostático, porém são ondas reais de energia. Portanto, uma tecnologia diferente é necessária para detectá-las. A tecnologia tradicional das ondas de rádio não capta adequadamente as ondas escalares puras.
  • Escalar — Uma diferença em potencial de energia entre dois pontos de referência, com um vetor. Pense em uma seta; o comprimento da ponta até a cauda define a força; a direção de apontar da seta determina a direção em 3-D para a qual ela está apontando (de-para).
  • Giro-escalar — Uma emanação ‘precessão’ de onda escalar, similar ao movimento de rotação do eixo de rotação de um corpo rígido que gira e está sujeito à ação de um conjugado externo.
  • Ressonância — Uma vibração natural ou uma freqüência de vibração”. (YOWUSA, op. cit., ênfase adicionada).

Ao dizer que a ciência geológica convencional não compreende o fenômeno escalar, podemos somente pensar na nossa discussão anterior sobre o armamento escalar dos russos, em que descobrimos que a ciência ocidental está ligeiramente enganada na maneira fundamental como compreende o funcionamento da eletricidade [Leia o artigo N1776]. Os russos descobriram esse pequeno erro não muito depois da Segunda Guerra Mundial; uma vez que os cientistas deles aplicaram a compreensão correta do funcionamento da eletricidade, a pesquisa deles os levou ao mundo grande e amplo da tecnologia escalar, a partir do qual desenvolveram os armamentos escalares. Assim, não estamos surpresos em saber que nossa ciência geológica atual não tem uma compreensão das ondas escalares e o impacto delas sobre os terremotos, porque os cientistas americanos neste campo também estão dependentes dessa compreensão ligeiramente incorreta. Agora, vamos retornar ao artigo em estudo para obtermos mais informações:

“Desde 11 de junho de 2003, informes de acontecimentos preocupantes envolvendo o supervulcão de Yellowstone levaram ao fechamento de uma seção na Bacia Norris Geyser devido ao rápido aquecimento do solo, novos escapamentos de vapor, e crescente atividade dos gêiseres. O sistema LDI II é preciso. (veja em http://www.thetop.com/terraresearch informações sobre a tecnologia da instrumentação — NT: Esse site parece estar inoperante.).” “Tecnologia revolucionária está observando um alarmante processo subterrâneo, que está trazendo à vida um sistema subterrâneo que afeta todo o estado da Califórnia, a região do Pacífico-noroeste, e o leste do Idaho (Yellowstone). Os efeitos dessa atividade estão fornecendo pequenas pistas com relação aos microtremores e aos múltiplos tremores que ocorrem em seqüência, com magnitudes moderadas, de até 4 graus, entretanto a magnitude equivalente da atividade de tremores ‘silenciosos’ no processo subterrâneo é muito maior. Por que a ciência não está ciente disso? A resposta é dupla: a Terra está sendo muito ‘furtiva’ e, segundo, as teorias da mecânica crostal da ciência tradicional contêm imprecisões.” [Ibidem].

Essa compreensão “falha” aludida no parágrafo anterior refere-se aos efeitos das ondas escalares sobre a Terra. Não somente as ondas escalares provocam os terremotos profundos, silenciosos e lentos que caladamente se acumulam para proporções monstruosas, essas ondas também suavizam a crosta da porção superior do manto da Terra, enfraquecendo assim sua resistência à enorme pressão que está se acumulando em seu interior. Em nosso artigo N1776, em que discutimos o armamento escalar, citamos o tenente-coronel Thomas E. Bearden, que escreveu um livro intitulado Fer De Lance, atualizado em 2002. Quando escrevemos esse artigo, não achamos que seria relevante incluir o fato que as ondas escalares suavizam os materiais duros, como os metais. Veja:

“O amolecimento dos metais é obtido por um sistema — o sinal Pica-pau — que serve como um espelho conjugado de fase elevada para as vibrações e sinais nas forças de coesão dos metais. Coloque esse sistema no metal até que os sinais precisamente invertidos e sobrepostos neguem os sinais normais e dissolvam as forças de coesão, convertendo o sólido para líquido.” [Fer De Lance, Dr. Beardon, págs. 135-6].

Exatamente assim, o metal é amolecido até ao ponto em que pode quebrar! Mas o metal não é o único sólido que pode ser amolecido até ao ponto da quebra; rochas duras — até mesmo o granito — também podem ser amolecidos, até ao ponto em que partem. Agora, vamos voltar ao artigo do YOWUSA sobre essa vindoura supererupção vulcânica:

“… os cientistas precisam compreender que os atuais modelos da crosta podem ser tornados perigosamente incorretos. Em condições poderosas e profundas — que a instrumentação atual continua a registrar — a Terra pode ‘enganar’ a todos os principais vulcanologistas… Sim, isto está correto! Jogue no lixo todos os modelos da vulcanologia. Na ressonância escalar muito poderosa a própria crosta superior é alarmantemente transformada em um estado mole. A presença de anomalias termais é um sinal ominoso — acoplada com o fato que os instrumentos indicam atividades nas profundezas. Se uma ressonância escalar se desenvolver perto do supervulcão, o câmara de magma alguns milhares de metros abaixo pode fazer romper o teto. O teto está contendo a pressão colossal. Uma súbita mudança se a força crostal — isto é, o amolecimento — pode levar a uma falha dramática [do teto] com pouco ou nenhum sinal de advertência. Outras pesquisas científicas estão reconhecendo esse fenômeno da reciclagem do magma a partir da crosta superior — não da camada profunda. Entretanto, a nova surpresa que está aguardando a ciência é como ela pode rapidamente transformar a rocha (amolecê-la) por um efeito ‘ressonante escalar’.” [YOWUSA, op. cit. ênfase adicionada].

À medida que os autores desse artigo do YOWUSA continuam a discutir como a rocha dura pode ser amolecida, observam o fato científico que os russos já conhecem bem esse incrível fenômeno. Veja:

Súbita Mudança da Crosta — Como? — Exatamente como um forno de micro-ondas aquece a comida em uma câmara vazia, a Terra gera uma poderosa energia escalar que forma uma ‘microonda escalar’. Essa energia é exotérmica para a crosta — como demonstrado no dramático aumento termal nas áreas do Yellowstone. Esse mesmo efeito também transforma a rigidez (de dura para mais macia) da crosta. Os cientistas russos estão cientes desse fenômeno… Antes do principal terremoto, a ressonância escalar estava sendo liberada em poderosos estágios de rajadas. As rajadas, que não são observáveis com os atuais sensores geológicos, estavam induzindo a saturação da rocha, transformando sua rigidez… a rigidez crostal é o verdadeiro precursor da energia da Terra. Entretanto, essa mudança na força da rocha é uma grande preocupação na dinâmica dos supervulcões, como o do Parque do Yellowstone.” [Ibidem].

Agora que sabemos que ondas escalares são grandemente responsáveis pela criação e explosão dos supervulcões, e agora que ficamos sabendo que os russos possuem essa tecnologia, vamos examinar o muito preocupante sinal escalar “Pica-pau” que está “picando” a região noroeste do Pacífico desde 4 de julho de 1976.

“Os cientistas soviéticos… investigaram o trabalho de Tesla em busca de possíveis aplicações bélicas. Eles se aprofundaram nos mistérios do eletromagnetismo, aparentemente obtendo um considerável avanço em relação aos EUA… O bombardeio da Embaixada americana em Moscou com energia de microondas foi possivelmente um desenvolvimento dessa pesquisa; o misterioso sinal de rádio ‘Pica-Pau Russo’ é provavelmente outro… O bicentenário da Revolução Americana foi comemorado em 4 de julho de 1976. Os soviéticos soltaram alguns de seus próprios ‘fogos de artifício” iniciando uma série de transmissões de rádio que ficaram conhecidas entre os radioamadores de todo o mundo como ‘Pica-pau Russo’. O sinal Pica-pau parece ter vindo de um modelo antigo de um dispositivo (onda escalar) que usava o Transmissor Ampliador de Tesla… Esses sinais eletromagnéticos estavam na faixa de 3 a 30 MHz e geralmente pulsavam em uma freqüência liga-desliga de 10 por segundos, o que dava ao sinal a característica de uma batida rítmica, o que fez com que ele fosse chamado de “Pica-Pau Russo’. Ainda não está claro para que os soviéticos estavam usando esse sistema. Embora os sinais tenham parado periodicamente, esse sistema parece estar operacional até hoje.” [HAARP: The Ultimate Weapon of the Conspiracy, Jerry E. Smith, págs. 59, 66-67].

Smith mais tarde identifica a área-alvo desse sinal escalar russo como a região noroeste dos EUA. Portanto, nos últimos 27 anos, a região noroeste dos EUA tem sido continuamente bombardeada por esse sinal escalar; a YOWUSA diz que as ondas escalares são responsáveis por formar supervulcões, como o Yellowstone! A localização geológica da imensa caldeira de Yellowstone está na região noroeste dos EUA! É possível que a razão pela qual os russos bombardearam a região noroeste dos EUA nestes últimos 27 anos com sinais escalares é para lenta, silenciosa e quase invisivelmente formar o supervulcão do Yellowstone para que ele entre em erupção com terrível fúria? Neste ponto, você pode estar pensando que não existem evidências que tal pequeno sinal poderia ter essa terrível conseqüência. Veja esta discussão sobre como uma pequena entrada na Terra pode produzir uma imensa saída:

“… os documentos admitem que quantidades de energia mil vezes maior podem ser liberadas… depois injetadas. Como com a ‘chave para a guerra geofísica’ de MacDonald, os efeitos ‘não-lineares’ podem significar pequenas entradas e grandes saídas… Richard falou sobre a experiência da Universidade Stanford de emitir ondas VLF para a magnetosfera. Os sinais seguiram as curvas do campo magnético e voltaram para a Terra. Eles foram detectados pela metade em todo o mundo… Em alguns casos, os sinais foram amplificados mil vezes mais… Esse efeito da Ressonância Magnificadora de Testa pode controlar enormes energias disparando minúsculos sinais de disparo.” [Angels Don't Play This HAARP, Dr. Nick Begich, págs. 72-73].

A questão da hora é simples: pode o mesmo efeito multiplicador descrito acima, na atmosfera superior, ser duplicado dentro da Terra? Poderia esse pequeno sinal Pica-pau russo ser similarmente multiplicado dentro da Terra? Para essa resposta, voltamos novamente para o tenente-coronel Beardon:

Alternando Para o Modo de Terremoto: Os usos da complexa grade e dos canhões escalares estão limitados apenas pela engenhosidade humana e o estado da arte da tecnologia desenvolvida. Alternando o modo portadora-escalar e transmitindo na camada de superfície da Terra, a zona de interferência pode ser estabelecida em uma região distante da Terra, abaixo da superfície. Suponha que estabeleçamos uma pequena grade de interferência na Terra em volta de uma zona de falha distante. Então, depositando continuamente energia em uma zona de modo exotérmico contínuo, o estresse na área de falha é contínua e gradualmente aumentado. Eventualmente, haverá um deslocamento das placas em cada lado e ocorrerá um terremoto de aparência natural. Se a energia for depositada de forma lenta e cuidadosa, um estresse de pico mais alto pode eventualmente ser alcançado… e resulta em um terremoto maior e mais destrutivo.

Agora, vamos aplicar essas informações à possível e gradual formação do supervulcão da caldeira do Yellowstone, que existe no subsolo do noroeste do Pacífico. Listaremos primeiro o efeito desejado e então a citação de Beardon, que aparentemente a torna possível:

  • A região do Pacífico-noroeste foi selecionada como alvo para o sinal — “A zona de interferência pode ser estabelecida em uma região distante da Terra, abaixo da superfície. Suponha que você estabeleça uma grade de interferência muito pequena na Terra na zona de falha distante, e em torno dela.”.
  • Bombardear continuamente a zona-alvo 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante 27 anos — “Então, depositando continuamente energia na zona de modo exotérmico contínuo, o estresse na área de falha é contínua e gradualmente aumentado.”.
  • Como nossa citação anterior indica, um supervulcão — o mais poderoso — é formado mais lentamente que qualquer tipo de terremoto — “O estresse na área de falha é contínua e gradualmente aumentado. Se a energia for depositada de forma lenta e cuidadosa, um estresse de pico mais alto pode geralmente ser alcançado… e resulta em um terremoto maior e mais destrutivo.”.
  • Quando essa supererupção vulcânica ocorrer, as pessoas a aceitarão resignadamente como um “ato de Deus”, sem pensar nem por um momento que os Illuminati possam ter alguma coisa a ver com ela — “Eventualmente, as placas em cada lado deslizarão e ocorrerá um ‘terremoto de aparência normal.’”.
  • A erupção vulcânica mais destrutiva na história moderna dará um golpe devastador em quase a metade do território dos EUA — “Se a energia for depositada de forma lenta e cuidadosa, um estresse de pico mais alto poderá ser alcançado… e resulta em um terremoto maior e mais destrutivo.”.
  • Um terremoto sem precedentes de 9.0 graus está planejado para Los Angeles — “… resulta em um terremoto maior e mais destrutivo.” Lembre-se de nossa citação anterior que mostrou que a área de Los Angeles — San Diego está na parte inferior do traço do “Y” da formação do terremoto, e onde o supervulcão do Parque do Yellowstone forma a porção direita superior do “Y”? Quando o supervulcão começar a explodir, o magma fluirá rapidamente por todo o sistema de tubulação do “Y” e poderá produzir um maciço tranco na área de Los Angeles que um terremoto de 9.0 graus está certamente dentro do reino do possível.

Procurando um Motivo Para Essa Destruição

Em qualquer investigação criminal, o investigador da Polícia não somente procura um motivo, mas o promotor precisa provar para os jurados que o réu tinha um motivo para cometer o crime do qual está sendo acusado. Qual é o motivo para os russos bombardearem continuamente a região do Pacífico-noroeste com um sinal de ondas escalares de pequeno para médio? Algumas possibilidades são:

  1. A Rússia decidiu usar esse método para destruir os EUA, em vez de usar armas atômicas. As pessoas que acreditam na teoria convencional que a Rússia é o inimigo mortal dos EUA acreditarão nessa possibilidade. [Seminário 2: "America Determines The Flow of History"] registra como o Ocidente financiou Lênin para ele derrubar o governo czarista e sustentou o comunismo desde então; leia também o artigo N1056.] Certamente, a Rússia não teria de se preocupar com um contra-ataque devastador de mísseis dos EUA se usasse essa arma de criação de terremotos para colocar os EUA de joelhos. Entretanto, como a tecnologia escalar forneceu aos russos a capacidade de erigir um escudo sobre seu país 100% eficaz contra os mísseis por mais de duas décadas, essa possibilidade parece negada [Leia N1776, onde discutimos a razão bíblica para a Rússia não ter aniquilado os EUA já que ela tem essa capacidade há várias décadas, sem ter de se preocupar com sua própria destruição.].
  2. A Rússia está experimentando o armamento escalar em longo prazo para descobrir quais alterações esse contínuo bombardeio tem sobre a Terra, e sobre seus ecossistemas e habitantes. Tanto Jerry Smith, autor de HAARP: Perfect Weapon of the Conspiracy, quanto o Dr. Nick Begich, autor de Angels Don´t Play This HAARP, acreditam nisso de todo o coração.
  3. A Rússia está simplesmente seguindo o plano Iluminista de provocar uma perturbação tão grave nos EUA que as autoridades terão a desculpa de impor a Lei Marcial, dissolver a forma constitucional de governo e suspender as liberdades individuais da população. Essa posição tem grande mérito, pois o terremoto sem precedentes de 9.0 em Los Angeles faz parte do plano geral, conforme a citação anterior do autor da Nova Ordem Mundial, Bill Cooper.

Entretanto, se isso for verdade, você poderia protestar, por que iriam as autoridades americanas simplesmente esperar sentadas e permitir que isso aconteça? Por que nosso governo não protesta vigorosamente aos russos para que parem com a transmissão desse sinal, até ao ponto de irem à guerra? A resposta é que nossas autoridades estão totalmente comprometidas com um governo, uma economia e uma religião globais para que possam produzir o Anticristo, em cumprimento às profecias. Os líderes americanos não são patriotas, como as pessoas pensam que sejam, mas estão totalmente entregues ao conceito satânico que os EUA são a “ave Fênix”, exatamente como os espíritos-guia demoníacos informaram aos pais fundadores durante o tempo da Revolução [leia o artigo N1603]. Os EUA, a ave Fênix iluminista, está “destinada” a um dia queimar voluntariamente nas chamas e ser reduzida às cinzas; mas, a partir dessas cinzas, a Nova Ordem Mundial global surgirá. O atual presidente George W. Bush, é um membro da sociedade secreta Caveira e Ossos [leia o artigo N1314] e está em total sincronia com esse plano [Leia o artigo N1603, "A Fênix nos Cartões de Natal Enviados Pela Primeira-Dama Laura Bush]. Assim, por mais incrível que possa parecer, os líderes americanos atuais ficarão sentados e deixarão essa destruição ocorrer — na verdade, desde 4 de julho de 1976, os EUA tiveram os presidentes Ford, Carter, Reagan, Bush-pai, Clinton e Bush-filho, todos iluministas e todos eles poderiam ter feito parar a transmissão desses sinais por meio da aplicação de uma diplomacia vigorosa. Acreditamos que esse terremoto provavelmente será usado para esse propósito, exatamente como o autor Bill Cooper indiciou com sua revelação que Los Angeles está planejada para ser destruída por um terremoto de 9.0 graus; entretanto, acreditamos que os Illuminati também vão usar a erupção desse supervulcão para outro propósito completamente diferente — para obter o planejado “Retorno à Vida Selvagem na América do Norte.

4. Os Illuminati podem estar planejando usar a natureza destrutiva do supervulcão do Parque de Yellowstone como principal instrumento para obter o cobiçado projeto do “Retorno à Vida Selvagem”. O que é esse projeto do “Retorno à Vida Selvagem”? No livro do Apocalipse, os julgamentos de Deus, conforme descritos nos capítulos 6-19, matarão dois terços da humanidade; de forma coerente com esse número, os Illuminati planejam matar 66% da população mundial [A Planned Deception, Constance Cumbey, pág. 164, ao citar "Amigos da Terra"]. No artigo N1863, discutimos esse plano do retorno à vida selvagem em profundidade. Para todos os países do mundo, os Illuminati já redesenharam o mapa, indicando onde as pessoas poderão viver no estágio final da Nova Ordem Mundial, aonde poderão ir a busca de recreação, e aonde não poderão ir sob circunstância alguma. No artigo referido, apresentamos o mapa dos EUA, mostrando esse cenário. Como você pode ver nesse mapa, o território estará dividido nas seguintes zonas:

  • ‘Área da vida selvagem’ é definida como o hábitat das plantas e dos animais. Toda a atividade humana será proibida.
  • ‘Zonas-tampão’ são as áreas em torno das áreas da vida selvagem. Elas estarão delimitadas e serão rigidamente controladas. O acesso será permitido aos seres humanos, mas nenhuma atividade organizada, como trabalho, moradia, ou cidades será permitida. Sabendo como o governo ditatorial funciona, provavelmente as pessoas precisarão obter licenças especiais para poderem entrar nessas zonas-tampão. Logicamente, forças paramilitares estarão patrulhando essas zonas, restringindo a entrada das pessoas.
  • Zonas de cooperação — São as únicas áreas em que os seres humanos poderão viver e, presumivelmente, trabalhar.

Essas áreas a serem reservadas no planejamento da Nova Ordem Mundial terão toda vida e/ou desenvolvimento humano removidos, como parte do programa de Proteção à Biodiversidade, das Nações Unidas, criado em 1972. Esse plano literalmente prevê a reserva de imensas áreas de território em que nenhum ser humano poderá viver, morar, trabalhar ou se recrear. Embora esse plano seja global e esteja sendo instituído globalmente, limitaremos nossa análise dele aos EUA. [O plano inteiro está publicado em um relatório intitulado "Our Global Neighborhood: The Report of the Commission on Global Governance", Oxford University Press, ISBN 0-19-827997-3, 410 páginas. Você pode encomendar esse livro em qualquer livraria usando o código ISBN.]. Esse plano nos EUA é chamado de “Retorno à Vida Selvagem”. Esse termo significa fazer o continente voltar ao seu estado anterior, antes da ocupação humana. Em outras palavras, o plano é remover todas as evidências das atividades humanas, como casas, empresas, construções, cidades inteiras, permitindo que o território retorne ao seu estado natural original, antes do maligno homem branco tomar a terra dos indígenas. Usando diretivas presidenciais, normalmente exercidas por meio de diversas agências do governo federal, esse projeto de “retorno à vida selvagem” será realizado declarando-se imensas porções de território completamente vedadas aos seres humanos. Essas imensas áreas de território serão chamadas de “reservas”. As reservas incluirão as áreas da vida selvagem e os Parques Nacionais, enquanto as zonas-tampão internas não permitirão a agricultura, e não mais de 0.5 milha de estrada por milha quadrada de terra, acampamentos primitivos em barracas, e somente seleção leve na extração das florestas. A edição de 25/6/1993 da revista Science informa que o plano prevê que 23,4% da Terra será colocada como reserva da vida selvagem (sem qualquer uso humano) e 26,2% em corredores e zonas-tampão (uso muito controlado pelo ser humano).” [Marilyn Brannan, "Special Report: The Wildlands Project Unleashes Its War on Mankind", pág. 2]. Isso corresponde a 50% do território dos EUA!!! Esses blocos de “retorno à vida selvagem” são como seguem:

  • Oregon, Washington, Idaho, Utah, Montana, Wyoming, Colorado, Novo México, Arizona.
  • Wisconsin, Michigan.
  • Maine, New Hampshire, Vermont, Massachusetts, Connecticut, Nova York.
  • Porções da Virgínia, Virgínia Ocidental, as Carolinas, Tennessee, Geórgia seguindo os grandes sistemas hidrográficos.
  • Porções da Flórida.

Lembre-se, 50% dos EUA estarão vedados para os nojentos seres humanos!!! Como você pode ver olhando para o mapa, o bloco de “retorno à vida selvagem” do Oregon, Washington, Idaho, Montana, Wyoming, Colorado, Novo México e Arizona estão planejados para serem totalmente limpos de qualquer atividade humana, um plano que se tornará possível pela maciça erupção desse supervulcão do Parque de Yellowstone! No espaço de apenas algumas horas, dias, semanas e meses, a erupção maciça de um supervulcão poderá destruir a civilização industrial predominantemente do homem branco, um objetivo na Nova Ordem Mundial que nunca poderia ser alcançado por qualquer outro método, incluindo a atual fúria de rezoneamento de acordo com as regulações das Nações Unidas. Embora essa possibilidade possa parecer imensa demais para ser possível, exortamos você a considerar todos os fatos, incluindo a realidade que essas imensas deformações de terra — que são um “indicador confiável” de uma explosão — estão ocorrendo exatamente no mesmo tempo na história mundial que os outros elementos do plano dos Illuminati para produzir o Anticristo. Os russos começaram a emitir o sinal “Pica-pau” em 4 de julho de 1976, não é mesmo? Esses 27 anos de constante bombardeio direcionado à região do Pacífico-noroeste podem estar produzindo os primeiros estágios de uma maciça erupção de um supervulcão ao mesmo tempo em que:

  • Todos os outros elementos da Terceira Guerra Mundial para produzir o Anticristo estão ocorrendo;
  • Um microcircuito implantável sob a pele está entrando no mercado;
  • O cristianismo está escorregando para uma apostasia inacreditável, chegando ao ponto de aceitar homossexuais como clérigos;
  • A economia está se tornando global, definindo o cenário para o colapso planejado para que, das cinzas de todos os mercados mundiais, o mercado global do Anticristo possa surgir.

Existem muitos outros exemplos de profecias bíblicas que estão sendo cumpridas agora, ou que o cenário está visivelmente sendo armado para ser cumprido, mas acredito que você já compreendeu o que quis dizer. Essas massagens escalares constantes na caldeira do supervulcão do Parque do Yellowstone — o Pacífico-noroeste — por meio do sinal escalar Pica-pau, transmitido pelos russos, está chegando a um clímax ao mesmo tempo em que todas as outras partes do plano dos Illuminati para produzir o Anticristo. Achamos que os autores desse artigo do YOWUSA estão totalmente corretos: “É hora de olharmos com preocupação o Yellowstone”! Nota: Para mais informações sobre o Parque de Yellowstone, visite: http://www.yellowstoneparknet.com fonte: Espada do Espírito

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Readers Comments (2)
  1. mario ribeiro disse:

    se há mesmo um plano para causar a erupção do vulcão, é algo monstruoso… mas o feitiço pode virar contra o feitiçeiro…





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